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Chá de Carapiá

Chá de Carapiá

Espécie registrada na Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil 1ª edição (1926), o Carapiá é constituído de rizoma que é em geral cilíndrico, irregular, tortuoso, mais dilatado na parte inferior. A superfície externa é de cor pardo-esverdeada e apresenta em quase toda a sua extensão numerosas brácteas folhosas, lanceoladas. A secção transversal apresenta uma cor esbranquiçada, com zona média descontínua amarelada e uma zona interna mais ou menos rósea. Apresenta cheiro aromático, semelhante ao do figo. Nome Científico: Dorstenia multiformis Miquel Sinonímia: Dorstenia brasiliensis Lam., Dorstenia asaroides. Nome Popular: Carapiá, Contra-erva, Caapiá, Caiapiá, Liga-osso, Conta-de-cobra, Taporé e Carapá Tiu, em português; Contrayerba, em espanhol; Contraierva, na Itália; Contrayerve, na França; Widergift e Peruvianische Gilfwurzel, na Alemanha. Família Botânica: Moraceae. Parte Utilizada: Rizoma. Princípios Ativos: Dorstenina; Ácido Dorstênico; Óleo Essencial; Sais; Matérias Gordurosas e Pépticas; Taninos; Glicosídeos Flavônicos; Cumarinas. Indicações e Ações Farmacológicas: São atribuídas ao Carapiá as atividades: estimulante, tônico, diurético, emenagogo, e antifebril. É usado na anemia, na atonia do aparelho digestivo, nas menstruações doloridas e tardias. A medicina popular usa massa do rizoma para apressar a solidificação dos ossos, em cataplasmas, além de ser considerado como um antídoto contra o veneno de cobras. Um estudo realizado, avaliou que algumas espécies indicadas popularmente como antídoto contra veneno de cobras comprovou atividades analgésica e antiinflamatória (Ruppelt, BM; Pereira, EF; Gonçalves, LC; Pereira, NA, 1991).

Carapiá Dorstenia brasiliensis, Dorstenia contrayerva

Descrição O Carapiá é nativo das regiões tropicais da América do Sul, sendo a espécie Dorstenia brasiliensis de origem brasileira. Trata-se de uma pequena planta, medindo cerca de 20 cm de altura, produz flores em formato de copo de coloração vermelho tendendo para o marrom. A parte utilizada na medicina popular é seu rizoma, pequeno, com cerca de 5 cm de comprimento por 1 cm de diâmetro, de cor avermelhada externamente e branca internamente, fibrosa, com odor aromático peculiar e sabor amargo, que amarra na boca. Indicações O Carapiá tem propriedades diaforéticas, ou seja, favoresce a perspiração abundante, indicada para afecções febris. O Carapiá também é indicado para disenteria e diarréia, constipação, cólicas, reumatismo, como diurético, estimulante do processo digestivo. O Carapiá já é conhecido na Europa há muitos anos; numa epidemia que devastou Londres no século XVII, a raíz de Carapiá foi documentada como parte de uma receita utilizada por um médico, Dr. Nathaniel Hodges.

Principais propriedades do Carapiá

Principais propriedades do Carapiá. Principais propriedades do Carapiá O carapiá (Contrayerva em inglês) é uma erva rasteira típica do Brasil, geralmente encontrada em regiões tropicais. De pequeno porte, possui flores avermelhadas e em formato de copo. Recentemente suas propriedades medicinais vêm sendo utilizadas para tratamentos caseiros. A erva ficou conhecia após ser documentada pelo Dr. Nathaniel Hodges, como parte de uma receita, ministrada pelo médico à pacientes vítimas de uma epidemia, na Londres do século XVII. Diaforética; Anticonceptiva; Antidisentérica; Antileucorreica; Antimalárica; Antiofídica; Antipirética; Anti-reumática; Anti-séptica; Diaforética; Diurética; Emética; Emenagoga;

Depoimentos extraídos da internet sobre o Carapiá

Depoimentos extraídos da internet sobre o Carapiá. "É um tubérculo marrom, normalmente vendido junto com finas raizes e algumas folhas, mas a parte interessante é o próprio tubérculo. Tem um cheiro semelhante a "côco queimado". Ja tive algumas várias experiências com ele, mas apenas uma foi significativa e mais proveitosa. Peguei mais ou menos uns 2 tubérculos e macetei com um martelo (são duros, ralar ou triturar é trabalhoso) e depois de esmagados os esfarelei com meu dedo e enrolei numa seda para fumar. Enquanto fumava deixei um chá com mais uma boa quantia de Carapiá fervendo bastante. Tomei uma xícara cheia, o gosto não é tão horrível, ja até acostumei. Então o bom é deitar, ligar uma musica e relaxar. Depois de uns 20 minutos apaguei as luzes pronto para dormir de vez, comecei a sentir um leve relaxamento e amortecimento nas pernas, meu corpo estava mole. Quando fechava os olhos via imagens, pequenas histórias, como se eu tivesse vendo algum programa de TV, e quando abria, tudo estava normal. Estava feliz pelo efeito. E então senti algo estranho, como se meu espírito (ou sei lá o que) tivesse tentado fugir de meu corpo (como uma experiencia fora de corpo) mas ele tentou sair com tanta força e tão rápido que me deu um susto e quebrou totalmente o clima, fiquei meio em choque, mas logo o relaxameno prosseguiu e eu dormi como uma pedra. OBS: o Carapiá para fumar queima a garganta mais que um massarico ligado nela, então aconselho que usem um bong com água gelada (pena que não tenho um). " "Peguei 4 gominhos de carapiá e ralei-o todinho, em centenas de lascas... Ainda não tinha aprendido o macete do alicate e do martelo... Joguei a carapiá na água e deixei em uma caneca em fogo bem baixo. Quando a água começou a ferver eu retirei do fogo e fiquei pacientemente alguns minutos esmagando os pedadinhos [e também os cabelinhos] dentro da água. Depois voltei para o fogo bem baixo e esperei ferver de novo, assim que começou, tirei do fogão e coei o liquido marrom. Esperei esfriar e mandei aquele liquido para dentro. A primeira vez é difícil... Tem que pegar os macetes para não estragar a garganta. Então voltei para o computador... De repente... Virei um isopor! Senti um enorme relaxamento. É como se você treinasse com 5 quilos nos braços e pernas e depois tirasse os pesos. Resolvi deitar na cama, de luz acesa mesmo. Fiquei ali sentindo o relaxamento. Comecei a dar uma transpirada bem semelhante a um bom chá de alho, nada de mais. Sem sentir frio nem calor. E o tempo passa... passa... e então comecei a ficar nervoso pois havia tomado justamente para o desdobramento astral. Já estava xingando a plantinha, pois estava completamente relaxado, mas me mexia todo na cama, então pensei: Pronto, esse chá me causou insônia, não vou mais conseguir dormir. Então resolvi levantar para beber uma água e me distrair... Sentei a cama e POW. Carambolas, sentei na cama e verei para o lado e o que vi? Me vi dormindo de boca aberta babando no lençol. Vai la sabe a quanto tempo estava assim... Só precisava me mexer.... Acordei na hora, não de medo... mas sim de susto, não esperava ter um efeito tão lúcido e explosivamente simples. Então permaneci deitado, ofegando, fiquei quieto e sem me mexer para refletir também e não perder da memória onírica o que havia acontecido. Acordou, se mexeu: sonho esqueceu! Então fiquei imobilizado gravando e fixando na memória... o que tinha visto.. Me vendo.. Controlei a respiração... Fiquei tranqüilo. Relaxado de novo... Então, tudo gravado no memória, me levantei e fui beber água... Levantei no impulso doido pra ir beber água, e voltar pra tentar de novo. O que aconteceu? Levantei e fui em direção a porta... Quando olho para traz, quando olho para cama... Novamente! Olha ali! Olha de novo, estou ali, deitado!

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