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Chá de Cipreste

Chá de Cipreste

Chá de cipreste – Benefícios e receita A cipreste, também conhecida como cipreste italiana, cipreste do mediterrâneo ou simplesmente cipreste comum, é uma árvore com origem na parte sul do continente europeu e sudoeste do continente asiático. Podendo chegar a cerca de 45 metros, tendo um rápido crescimento de aproximadamente 2 metros por ano, mesmo quando cultivada em vasos, a cipreste possui folhagem resistente e uma vida longa, há relatos de que algumas ciprestes chegam a mil anos. Além de ser considerada sagrada para diversos povos, esta árvore se trata de uma planta medicinal, com indicações para quem possui problemas circulatórios ou de retenção de líquidos. A cipreste possui ainda diversas propriedades medicinais como antisséptica, adstringente – que limpa e descontamina – restauradora, calmante, diurética e desodorante. Além dessas propriedades ela também é indicada para inúmeros problemas como os presentes na lista abaixo: Ansiedade Asma Bronquite Cãibra Cólicas Menstruais Diarreia Febre Fraqueza Gripe Hemorragia Hemorroida Hérnia Infecção Urinária Insônia Laringite Menstruação Excessiva Pressão Baixa Tosse Varizes As propriedades da cipreste podem ser aproveitadas de diversas formas como, em hidratantes, por inalação e através de compressas. Contudo é bastante comum o consumo do chá de cipreste, dos problemas acima ele é indicado para o sistema circulatório – varizes, celulites e hemorroidas -, sistema digestivo – dores de barriga e diarreia -, equilíbrio do sistema hormonal além de aliviar o cansaço nos pés e diminuir o suor nos mesmos.

Receita do chá de cipreste

Receita do chá de cipreste A cipreste é comercializada em farmácias e lojas de produtos naturais, e a receita do seu chá é bastante simples. Basta adicionar a quantidade de duas colheres da erva para cada litro de água, leve a mistura ao fogo e aguarde até que comece a ferver. Após este ponto, tampe o chá e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos. Depois deste período basta coar para tirar o excesso da erva e beber a uma temperatura agradável. Adoce a gosto, mas cuidado para não colocar açúcar demais e prejudicar as propriedades da planta. Contraindicações Como as demais plantas, a cipreste, quando usada esporadicamente, uma vez ou outra, não apresenta contraindicações, mas quando esta é usada para fins medicinais precisa de indicação ou acompanhamento médico adequado. Nada de começar um tratamento por conta própria, pois cada um possui organismo e problema diferentes e precisará de uma dose distinta da erva.

CIPRESTE - Cupressus sempervirens

O Cipreste-italiano (Cupressus sempervirens L.; Cupressaceae), também designado como cedro-bastardo, cipreste-comum, cipreste-de-itália, cipreste-do-mediterrâneo, cipreste-mediterrânico e cipreste-piramidal; é uma árvore nativa do Sul da Europa (Mediterrâneo oriental, sudeste da Grécia - especialmente Creta e Rodes) e do Sudoeste da Ásia (Nordeste da Líbia, sul da Turquia, Chipre, Síria ocidental e Líbano) que chega a medir 45 m. É uma espécie de grande longevidade e de folha persistente (tal como se depreende do seu nome científico sempervirens, que significa "sempre verde") - sabe-se que alguns chegam a viver mais de um milénio. INDICAÇÃO: Chá de Cipreste regula o sistema respiratório (gripe e tosse), sistema circulatório (varizes, hemorróidas e celulite), sistema hormonal (climatério), e o digestivo (diarréia e desinteria). Alivia os pés cansados e diminui o suor nos pés. COMO FAZER: Coloque 2 colheres de sopa de erva para um litro de água, quando a água alcançar fervura, desligue. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos. Em seguida, é só coar e beber. COMO BEBER: Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.

Rouquidão, Afonia. Cipreste

Para tratar a rouquidão ou a afonia, (e também para melhorar a voz de quem canta) os tratamentos tradicionais, (com REMÉDIOS CASEIROS que são os mais eficientes), fazem-se com erísimo, matricária (camomila), com chá de perpétuas roxas, chá de Agrimónia ou com chá de casca de cebola, entre outros. Porém, o tratamento mais eficiente (e rápido) que conheço para a rouquidão e afonia (ou para "afinar a voz") é o CIPRESTE. O seu efeito nota-se em pouco tempo, sobretudo na rouquidão ou afonia. O Cipreste, também conhecido como acipreste, ciprés (castelhano), ou Cupresus Sempervirens, a árvore que se vê nas fotos deste texto, é muito comum e fácil de usar. Os melhores efeitos conseguem-se com a essência (óleo essencial), mas a tintura também resulta muito bem (Eu até desconfio que é um bom tratamento para o ressonar...) Como preparar uma tintura: Colhem-se uns galhos ou as pinhas de Cipreste , lavam-se e colocam-se dentro dum frasco. Cobrem-se com álcool etílico ou com qualquer bebida muito alcoólica: aguardente, cachaça, rum, brandy, etc. A tintura está pronta para ser usada no dia seguinte, mas fica mais eficaz, mais tintura, passados vários dias. Guarda-se assim mesmo e dura anos. Para a rouquidão ou afonia tomam-se 5 ou 6 gotas desta tintura numa colher de sopa com água, sumo ou chá, quando necessário. Em pouco tempo, horas, no máximo, nota-se a diferença (uma grande diferença). Pode-se repetir o tratamento duas ou três vezes ao dia. Para "cuidar" a voz de quem canta e para os problemas de garganta também se usa: Para a Garganta: Gengibre com mel. Eis uma receitinha boa para "abrir" a garganta, principalmente nos dias frios: cortar gengibre bem fininho (em pedacinhos pequenininhos) e colocar num frasco de vidro. A seguir cobre-se todo o gengibre com mel. Com o passar dos dias, esta mistura fermenta e faz milagres a cuidar da garganta! Voltemos ao Cipreste e às suas propriedades como remédio caseiro (copiado DAQUI): Pelo seu conteúdo em taninos posssui propriedades adstringentes, antidiarreicas, vasoconstrictoras, antihemorrágicas. É tónico venoso, protector dos capilares (leucoantocianinas, catecol, taninos), antihemorroidal (leucoantocianinas, taninos catéquicos, tuyona). O catecol confere-lhe acção antiinfecciosa das vías respiratorias, antipirética, antitussígena (ou antitíssica), antiespasmódica, inhibidora do parassimpático e certa actividade estrogénica. Os rebentos tenros possuem 0,2% de essência rica en pineno, canfeno, terpineol e cedrol que lhe proporcionam acção antiespasmódica. Usa-se en trastornos venosos como hemorroidas, varizes, metrorragias, menopausa, etc. Também se utiliza, com êxito, em transtornos de próstata e em enuresis.

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