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Dormideira

Dormideira

A dormideira ou sensitiva (Mimosa pudica L.) é um pequeno arbusto perene da América tropical, pertencente à família das ervilhas. Este nome é devido à forma como os folíolos das folhas se juntam quando ela é tocada ou exposta ao calor (sismonastia). Essa sensibilidade e movimento das folhas da planta também ocorrem em outras espécies dentro da família das ervilhas, tal como a Neptunia, ou em outras famílias, como o gênero Biophytum na família Oxalidaceae. Não deve ser confundida com a planta de nome comum mimosa. Esta é de facto a Acacia dealbata – que não é realmente uma mimosa. Indicação e utilização: Engorgitamento do fígado, icterícia. Propriedades medicinais: Colagogo, laxante, resolutivo . Indicações: Engorgitamento do fígado, icterícia. Curiosidade : Esta erva quando colocada sob o travesseiro proporciona sonhos eróticos. Para tanto basta colhê-la em noite de Lua Cheia, de preferência quando ela estiver no signo de Escorpião.

Planta Dormideira

Planta "dormideira Quem mora em chácaras ou fazendas provavelmente já viu uma planta que se fecha quando tocada. Conhecida como dormideira ou sensitiva, a Mimosa pudica (seu nome científico) tem sensores de toque em suas folhas. Quando ativados, liberam uma série de compostos que fazem a planta perder água e se dobrar para dentro. Acredita-se que esse mecanismo seja uma forma de espantar predadores. Seja como for, além da rapidez da reação (e da eficiência dos sensores), outro fator que impressiona é a velocidade com que a planta consegue absorver água e voltar ao normal.

Planta em Destaque Dormideira

Planta em Destaque – Dormideira A Planta em Destaque deste mês é a Dormideira, também conhecida por Mimosa pudica. Pertence à família das ervilhas e é nativa da América do Sul e Central. Formam normalmente pequenos arbustos rasteiros e são consideradas plantas daninhas na maior parte das plantações ao ar livre. Assim, demonstram uma grande capacidade invasiva, especialmente em plantações de milho, algodão, café, papaias, etc. Esta espécie já se espalhou pela maior parte do mundo, tendo surgido na Austrália, algumas partes da Ásia e nos Estados Unidos da América. Dependendo do local, a espécie é considerada invasiva ou não. As flores de uma Dormideira Ora mas independente desta situação, eu escolhi a dormideira pois é uma planta sensitiva que reage ao toque, fechando as suas pínulas (folhas). As folhas também fecham, durante a noite, obedecendo assim a um ritmo circadiano também. Ela possui vários sensores que respondem a uma grande gama de estímulos. Os que levam ao fecho das folhas, fazem com que em certas zonas da planta, ocorra a diminuição da pressão de turgescência e o consequente colapso das pínulas. A mimosa é uma das poucas plantas que possui movimentos rápidos no reino vegetal.

Dormideira contra cáries

Dormideira contra cáries A dormideira ( Mimosa pudica ) contém substâncias que inibem a proliferação e eliminam a bactéria Streptococcus mutans , a principal responsável pelo aparecimento da cárie. Provavelmente você já deve ter se divertido, na infância, com uma plantinha conhecida como dormideira, que se fecha com apenas um leve toque. Pois essa planta, que já entreteve muitas crianças, poderá um dia livrá-las da cárie dentária, graças à descoberta de um grupo de pesquisadores brasileiros do Laboratório de Ciências Químicas do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf). Como já propagava a medicina popular, a equipe comprovou que a planta Mimosa pudica (nome científico da dormideira) apresenta atividades antibacterianas. Ela contém substâncias que combatem a bactéria Streptococcus mutans , a principal responsável pelo aparecimento da cárie. O químico Ivo José Curcino Vieira, um dos responsáveis pela pesquisa, explica que, na realidade, para combater as cáries, não é preciso exterminar totalmente essa bactéria, pois ela habita naturalmente a boca. "O interessante é inibir o seu crescimento por um tempo, para evitar que ela se multiplique além do necessário e provoque cáries." Para obter o extrato da planta, o grupo desenvolveu uma nova metodologia, cuja patente já foi requerida no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Em seguida, os pesquisadores testaram em culturas de S. mutans diferentes concentrações desse extrato e identificaram aquela que inibiu a proliferação e eliminou as bactérias. "Estamos apenas esperando o resultado desse pedido de patente para publicar o trabalho e seguir com a pesquisa", diz Curcino. Agora os objetivos da equipe são identificar exatamente as substâncias que exercem esse efeito antibacteriano, trabalho que deve estar completo até o ano que vem, e aplicar a descoberta na produção de algum produto de higiene bucal, como pastas de dentes ou líquidos de bochecho. Porém, Curcino ressalta que, antes de os produtos resultantes dessas pesquisas estarem disponíveis no mercado, eles devem passar por testes para avaliar sua toxicidade e eficácia em humanos. "Esse processo costuma levar anos para ser finalizado", afirma. "No entanto, se as indústrias do setor investirem nas pesquisas, esse tempo pode cair bastante." Enquanto isso, sua equipe também pretende averiguar características semelhantes em outras espécies de plantas.

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