Facebook

Efedra

Efedra

EFEDRA - Ephedra sinica Planta da família efedráceas. Uma antiga prescrição chinesa para asma podia constar no seguinte: "Pegue os galhos verdes do arbusto Éfedra e ferva-os em água; em seguida, beba o chá". Por pelo menos, há dois mil anos, os chineses têm utilizado o chá de Éfedra não apenas para tratar asma, mas também para melhorar a circulação sangüínea, aliviar acesso de tosse e controlar febres. Como a maioria das espécies, a Efedra se trata de um arbusto isolado, aparentemente desprovido de folhas, à primeira vista. É nativa da Ásia central temperada e possui finos ramos verdes-claro, contendo pequenas folhas, que são pouco mais que esbranquiçadas. As diminutivas flores de cor verde-amarelada dispõem-se em cachos, nas extremidades dos ramos delgados. O alcalóide efedrina, responsável pelos notórios poderes medicinais da planta, foi isolado dos galhos, pela primeira vez, no século XIX. Mais tarde, descobriu-se que se tratava de um rápido e eficiente descongestionante, capaz de desobstruir as vias nasais e brônquicas. Tem sido prescrito no tratamento da febre do feno e da asma. INDICAÇÃO: Resfriados, asmas, dor de cabeça, enfisema, sudorífica e descongestionante. COMO FAZER: Coloque 2 colheres de sopa de erva para um litro de água, quando a água alcançar fervura, desligue. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos. Em seguida, é só coar e beber. COMO BEBER: Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.

Efedra é uma planta muito antiga

A Efedra é uma planta muito antiga e tem sido utilizada por muito tempo no Oriente contra as enfermidades respiratórias e alérgicas, especialmente no tratamento da asma brônquica. Os botânicos consideram-na como um elo evolucionário entre as plantas floríferas e as coníferas. Em 1924 foi introduzida no Ocidente. É uma planta frágil que mede de 0,40 a 1 metros de altura, com caule prostrado e ascendente. Os ramos são verde-glaucos, opostos ou fasciculados, constituídos por artículos rígidos de 2 a 4 centímetros e estriados. As folhas são transformadas em duas pequenas escamas opostas, situadas na articulação dos ramos. As flores são amarelo-esverdeadas, sem cálice na corola, mas com escamas florais redondas e aglomeradas em amentilhos pedunculados, sendo o amentilho masculino ovóide com 4 a 8 pares de flores e o amentilho feminino com 1 par de flores envolvido por escamas imbricadas. O fruto é uma pseudodrupa carnuda e vermelha que envolve uma semente nua. A Organização Mundial da Saúde e a Farmacopéia Japonesa XIII (1996) consideram como droga vegetal as partes aéreas das espécies do gênero Ephedra que contenham efedrina. Destacam-se as espécies: Ephedra sinica Stapf e Ephedra distachya L. Nome Científico: Ephedra distachya L. Sinonímia: Ephedra arborea Lag. ex Bertol.; Ephedra botryoides Fisch.; Ephedra dubia Reg.; Ephedra gerardiana Wall.; Ephedra macrocephala Bertol.; Ephedra maritima St.-Lag.; Ephedra media C. A. Meyer; Ephedra minor Host; Ephedra monostachya L.; Ephedra podostylax Boiss.; Ephedra polygonoides Pall.; Ephedra stenosperma Schranck et C. A. Meyer; Ephedra subtristachya C. A. Meyer; Ephedra vulgaris Rich. Nome Popular: Efedra, Morango-do-campo, Ma-huang e Cipó-de-areia, em português; Efedra, e Ma-huang, em espanhol; Éphédra e Ma-huang, na França; Teamsters Tea, em inglês. Denominação Homeopática: EPHEDRA VULGARIS.

EFEDRA FONTE DE EFEDRINA

Ephedra sinica A Efedra é um arbusto, rico em efedrina, sendo um ingrediente em vários suplementos alimentares. Descrição : Planta da família das Ephedraceae, também conhecida como ephedra. A Ephedra sinica cresce 30 a 50 cm em altura, tem caules longos e finos, e pequenas folhas reduzidas a escamas nas ligações. Os estames e os pistilos encontram-se em flores separadas, e as sementes estão dentro de cones Origem : Originária da China, porêm as variedades da erva são cultivadas também na Europa, Índia, América do Norte, Austrália e Afeganistão. A Efedra americana, originária do clima seco do sudoeste, era usada pelos primeiros colonos e conhecida como "chá de mórmon" e "chá de índia". Princípios Ativos: Efedrina, pseudoefedrina, norpseudoefedrina. Propriedades medicinais: Broncodilatadora, diurética, estimulante, redutora do apetite, tônica muscular. Indicações: Asma, bronquite, congestão nasal, rinite vasomotora, sinusite crônica, gripe. História : Tem sido usada milernamente na China para tratar os efeitos descritos nas suas indicações. Porem foi encontrada também num cemitério com mais de 60000 anos no Iraque, juntamente com outras plantas medicinais. O primeiro relatório escrito sobre o uso da Ephedra sinica é de Pen Ts'ao de Shen Nung, uma ervanária chinesa. Este foi escrito em 2800 AC, e consta 366 drogas naturais, incluindo a Ephedra sinica. É possível que os Gregos Antigos tivessem conhecimento da Efedra e das suas propriedades medicinais. Um escritor da Roma Antiga chamado Pliny descreveu uma planta chamada "Efedrona", usada pelos Gregos. O interesse da medicina ocidental na Efedra começou em 1923, com a demonstração de que o alcaloide isolado da efedrina causava uma série de efeitos farmacológicos. A efedrina foi sintetizada em 1927, e desde então tanto a efedrina como a pseudo-efedrina são usadas intensivamente em medicamentos sem receita médica para constipações e alergias.

EFEDRA PÓ

A Efedra é uma planta muito antiga e tem sido utilizada por muito tempo no Oriente contra as enfermidades respiratórias e alérgicas, especialmente no tratamente da asma brônquica. Os botânicos consideram-na como um elo evolucionário entre as plantas floríferas e as coníferas. Em 1924 foi introduzida no Ocidente. É uma planta frágil que mede de 0,40 a 1 metro de altura, com caule prostrado e ascendente. Os ramos são verde-glaucos, opostos ou fasciculados, constituídos por artículos rígidos de 2 a 4 centímetros e estriados. As folhas são transformadas em duas pequenas escamas opostas, situadas na articulação dos ramos. As flores são amarelo esverdeadas, sem cálice na corola, mas com escamas florais redondas e aglomeradas em amentilhos pedunculados, sendo o amentilho masculino ovóide com 4 a 8 pares de flores e o amentilho feminino com 1 par de flores envolvido por escamas imbricadas. O fruto é uma pseudodrupa carnuda e vermelha que envolve uma semente nua. A Organização Mundial da Saúde e a Farmacopéia Japonesa XIII (1996) consideram como droga vegetal as partes aéreas das espécies do gênero Ephedra que contenham efedrina. Destacam-se as espécies: Ephedra sinica Stapf e Ephedra distachya L. Nome Científico: Ephedra distachya L. Sinonímia: Ephedra arborea Lag. Ex Bertol.; Ephedra botryoides Fisch.; Ephedra dubia Reg.; Ephedra gerardiana Wall.; Ephedra macrocephala Bertol.; Ephedra maritima St.-Lag.; Ephedra media C. A. Meyer.; Ephedra minor Host.; Ephedra monostachya L.; Ephedra podostylax Boiss.; Ephedra polygonoides Pall.; Ephedra stenosperma Schranck et C. A. Meyer; Ephedra subtristachya C. A. Meyer; Ephedra vulgaris Rich. Nome Popular: Efedra, Morango-do-campo, Ma-huang e Cipó-de-areia, em português; efedra, e Ma-huang, em espanhol; Éphédra e Ma-huang, na França; Teamsters Tea , em inglês. Denominação Homeopática: EPHEDRA VULGARIS. Família Botânica: Ephedraceae ( Ginetaceae). Parte Utilizada: Ramo (partes aéreas). Princípios Ativos: Alcalóides ou Protoalcalóides: derivados do núcleo fenil-etilamina (anfetamínico), destacando a efedrina e seus isômeros: pseudoefedrina, metilefedrina, metil-pseudoefedrina, norefedrina e nor-pseudoefedrina; Alacalóides; Macrocíclicos: são derivados da espermina, destacando as efedradinas A, BV, C, D e E; Flavonóides; Protoantocianidóis; Oxazolidona; Taninos. Indicações e Ações Farmacológicas: A Efedra é geralmente indicada na asma, rinite e hipotensão arterial. Em Homeopatia é utilizada no bócio exoftálmico, como batimentos cardíacos tumultuosos e com a sensação dos olhos serem atirados ou arrancados das órbitas. Também empregada na asma e na rinite alérgica. A atividade da efedrina e dos demais alcalóides é do tipo simpatomimético (α e β- adrenérgica) com uma marcada ação estimulante dos centros nervosos respiratórios ao nível bulbar. Sua potência é menos marcada que a correspondente e das anfetaminas e sua atividade central se deve em parte a sua ação sobre os neurônios pós-ganglionares, produzindo a liberação de norepinefrina pelas vesículas de armazenamento das terminações nervosas (Goodman e Gilman A.; 1986; Furuya e Watanabe S.; 1993). Seus efeitos ao nível cardiovascular são similares aos da epinefrina, mas estes se prolongam até umas 10 vezes mais de tempo. A frequência cardíaca pode baixar sem se modificar, porém é aumentada se houver um bloqueio dos reflexos vagais. Com um retorno venoso adequado a força contrátil e o gasto cardíaco aumentam com a droga (Schumann H. et al., 1978). Ocorre também um aumento de pressão arterial tanto sistólica quanto diastólica devido a uma ação vasoconstritora periférica. Ao nível bronquial, produz um relaxamento muscular menos marcado, mais pronunciada que com a noradrenalina. Isso faz com que se possa se administrar nos casos de asma leve ou crônica durante episódios curtos (Webb Johnson D.; 1977). Ocorre midríase quando é aplicada localmente sobre os olhos, sem provocar reflexos ou modificações na pressão intraocular. Este efeito é mais marcado em indivíduos que têm íris clara (Grant W., 1969). Estudos realizados em ratos com extratos alcoólicos e aquosos revelaram que a administração de Ephedra distachya produzem transitória hiperglicemia seguida de uma longa e prolongada hipoglicemia. A investigação feita em modelos normais e hiperglicêmicos induzidos por haloxano revelaram que os compostos mais ativos desta atividade seriam os efedranos A, B, C, D e E (Handa S. e Chawla Maninder A., 1989). Os efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central são menos marcantes que os observados com epinefrina. A nor-pseudoefedrina é considerada como uma verdadeira anfetamina pelo seu intenso efeito psicoestimulante, vastamente empregado em formas magistrais emagrecedoras, combinado com bases xantínicas como a cafeína (Kalix P., 1991). Toxicidade/Contraindicações: A grande variedade quanto ao conteúdo de alcalóides entre exemplares idênticos faz com que se recorra freqüentemente a formas farmacêuticas estandarizadas. As reações observadas são no geral inaceitáveis aos efeitos sobre o sistema nervoso central, em especial a ansiedade, tremores e insônia (quando administrado em forma continuada). Excepcionalmente é observada psicose tóxica. Quando a efedrina é empregada como descongestionante nasal, sua ação vasoconstritora sobre a mucosa atua durante quatro ou seis horas, porém a congestão retorna devendo o paciente recorrer a outras doses inclusive maiores, o qual é o único que se faz condicionar um processo crônico. Este uso não deve exceder 4-5 dias contínuos (Peris J. et al., 1995). É contraindicado o uso no caso de hipertensão arterial, insuficiência coronária, hipertiroidismo, diabetes do tipo II, glaucoma, atonia vesical, hipertrofia prostática (por diminuir a capacidade contrátil da bexiga), lactação e gravidez (Peris J. et al., 1995).

Conheça historias de quem emagreceu