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Erva Baleeira

Erva Baleeira

Erva-Baleeira - Antiinflamatório Natural. A Cordia Verbenacea conhecida como erva-beleeira, poderia chamar-se santa erva-baleeira, e todo terapeuta deveria ter sempre em mãos. Utilizo muito em massagens em forma de Gel, feito com a tintura, pois ela é muito boa para dores musculares, dores de pancadas, para pessoas com hérnia de disco, tendinite e etc. Já tive várias experiências com esta planta, eu mesma quando comecei a fazer muitas massagens fiquei com tendinite e tomei a tintura por um mês e nunca mais senti dores. Minha prima estava com uma inflamação no nervo do braço direito, tomou remédios por muito tempo e muito fortes, mas a dor não passava, um dia dei para ela folhas de erva-baleeira para fazer um chá, ela fez o chá como eu havia explicado e nem preciso dizer que nunca mais sentia a dor. Sempre que conversava com uma amiga ela reclamava de uma dor no punho, estava fazendo fisioterapia já fazia um tempo, mas sempre reclamava da dor. Falei para ela da erva-baleeira mas ela ficou com medo de tomar a tintura, disse que não havia problema que poderia tomar o chá, mas quando mencionei que não poderia adoçar ela então descartou a possibilidade. Então fiz o gel para ela passar, acho que o tratamento durou quase dois meses, passando o gel diariamente quantas vezes ela lembrasse. A dor passou completamente. É um antiinflamatório poderosíssimo. Seu uso popular é largo e variado: é usada contra artrite, reumatismo, artrose, contusões e em todo tipo de inflamação, inclusive na forma de bochechos para aliviar dores de dente e tratar inflamações bucais. Além disso, é indicada contra úlceras. Seus poderes como cicatrizante e antiinflamatória é que fizeram a fama desta planta. Em algumas regiões, as folhas da erva-baleeira são cozidas e aplicadas sobre feridas para acelerar a cicatrização.

Erva-baleeira, a salvação dos esportistas bissextos

Erva-baleeira, a salvação dos esportistas bissextos Arriscou um futebol com os amigos e agora não dá nem para dobrar o joelho? Encarou um frescobol e torceu o pulso? Jogou vôlei de praia e voltou contundido das férias? Pois devia ter colocado um cataplasma de erva-baleeira antes de subir a serra e, aí sim, chegaria novinho em folha de volta ao trabalho. A eficácia desse anti-inflamatório feito em casa, velho conhecido dos caiçaras, chamou a atenção de um dos proprietários dos Laboratórios Aché, Victor Siaulys (falecido em 2009). Há uns bons anos, ele precisou acalmar dores musculares quando estava no litoral, distante de qualquer farmácia, e um morador local receitou a tal da erva-baleeira, fácil de obter logo ali, no mato ao lado. Tiro e queda: a dor passou e o empresário vislumbrou a possibilidade de produzir uma pomada com uma planta nativa, recheada de sabedoria nacional. Para dar início às pesquisas, sementes da planta foram coletadas por especialistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e plantadas no Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA). Depois essas plantas foram multiplicadas para os ensaios e testes clínicos necessários, feitos pela empresa farmacêutica. Com o nome científico de Cordia curassavica (antiga C. verbenacea) e popularmente também chamada de catinga-de-barão, catinga-preta ou maria-milagrosa, a erva-baleeira é um arbusto de 2 a 3 metros de altura, com inflorescências nas pontas dos ramos e folhas aromáticas: é só tocar que o cheiro impregna as mãos! As florezinhas são brancas em forma de funil e o fruto é vermelho, contendo 4 a 5 sementes. A planta cresce fácil e isso torna os plantios comerciais viáveis, para o bem dos remanescentes de Mata Atlântica, onde o puro extrativismo pode ser desastroso, a esta altura do campeonato. Além de cataplasmas – preparados com uma pasta das folhas entre dois panos finos – costuma-se fazer chá, tintura ou macerado em álcool da planta, na medicina popular. Mas Victor Siaulys queria uma pomada. Seus laboratoristas partiram de um extrato padronizado e conseguiram chegar a uma mistura que funcionava, porém não era apresentável. "Era grudenta, de cor preta, não daria certo no mercado", conta o farmacêutico e doutor em Tecnologia Farmacêutica, Luiz Pianowski, proprietário do Kyolab, um laboratório de desenvolvimento de medicamentos fitoterápicos e sintéticos, com sede em Valinhos, interior de São Paulo. "Fui então chamado para desenvolver o produto e consegui isolar as moléculas alfa-humuleno e trans-cariofileno a partir do óleo essencial presente nas folhas".

Erva Baleeira – Cordia verbenacea D.C.

Descrição Cordia verbenacea, popularmente chamada de Erva baleeira é um arbusto perene, nativo de nosso país, pode alcançar até 2 metros de altura e é encontrado em todo o litoral brasileiro, principalmente em Santa Catarina. Popularmente, a Erva baleeira, que também é conhecida como Maria-preta, Maria-milagrosa, Catinga de barão ou Pimenteira, é utilizada no tratamento da úlcera gástrica, artrite reumatóide e diversos processos inflamatórios e infecciosos. Uso popular A Erva baleeira é utilizada há séculos pelas populações litorâneas como cicatrizante e antiinflamatória. Trabalhos científicos Nos anos de 1990 e 1991, o farmacologista Sertié, o bioquímico Sylvio Panizza, ambos da Universidade de São Paulo, juntamente com uma equipe multidisciplinar, publicaram estudos sobre a ação antiinflamatória da Erva baleeira. Em 2004, pesquisadores Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de São Paulo, PUC-Campinas e Universidade de Campinas em parceria com um importante Laboratório Farmacêutico, finalizaram a pesquisa na qual o alfa-humuleno encontrado no óleo essencial foi identificado como ativo responsável pelas propriedades terapêuticas desta planta. Hoje, a Erva baleeira é indicada nos casos de artrite, artrose, tendinite, dores miofasciais, LER (lesão por esforço repetitivo) e outros processos inflamatórios dolorosos. Pode ser encontrada no mercado de medicamentos na forma de creme contendo o óleo essencial da planta para uso tópico, ou seja, para ser aplicado no local da dor.

Erva-baleeira Cordia verbenacea

Uma planta nativa da Mata Atlântica, conhecida pelo nome de erva-baleeira ou maria-milagrosa, é a base de um antiinflamatório que já recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, há séculos, nossos indígenas já sabiam disso: registros na obra "De Medicina Brasiliensi", de Gulielmus Piso, indicam que os indígenas brasileiros utilizavam esta planta como um poderoso antiinflamatório. Ainda hoje, a medicina popular se rende aos poderes da erva-baleeira, especialmente nas comunidades litorâneas, onde ela é usada na forma de pomada, extrato ou folhas maceradas para curar ferimentos provocados por acidentes com peixes nas pescarias. Especula-se, inclusive, que o nome "baleeira" seja inspirado justamente nesta associação com o uso da planta por pescadores e por ser abundante nas regiões litorâneas. Seu uso popular é largo e variado: é usada contra artrite, reumatismo, artrose, contusões e em todo tipo de inflamação, inclusive na forma de bochechos para aliviar dores de dente e tratar inflamações bucais. Além disso, é indicada contra úlceras. Seus poderes como cicatrizante e antiinflamatória é que fizeram a fama desta planta. Em algumas regiões, as folhas da erva-baleeira são cozidas e aplicadas sobre feridas para acelerar a cicatrização. Substâncias poderosas Segundo José Roberto Lazzarini, diretor médico e de pesquisa e desenvolvimento da Aché, empresa que vai lançar o antiinfamatório à base de erva-baleeira, em forma de creme com o nome comercial de Acheflan, "trata-se do primeiro antiinflamatório tópico feito a partir do extrato de uma planta brasileira - existem antiinflamatórios de plantas medicinais, mas de outras origens, como África e outros países". Patenteado no Brasil e no exterior, o novo produto pertence à classe dos fitomedicamentos, fármacos que têm em sua composição apenas substâncias ativas extraídas de plantas. Pela regulamentação da Anvisa, eles nunca podem ser misturados a princípios ativos sintéticos, vitaminas ou minerais. Além disso, as mesmas normas aplicadas para a produção de medicamentos devem ser seguidas para a produção de fitomedicamentos, como a comprovação de eficácia e de segurança. O processo de pesquisa e desenvolvimento do novo medicamento levou sete anos, investimentos na ordem de R$ 15 milhões e envolveu pesquisadores de três universidades nacionais como Unicamp, Unifesp e PUC-Campinas. Há mais de 12 anos, o farmacologista Jayme Sertié, da Universidade de São Paulo, coordenou uma equipe que isolou a Artemetina - substância (flavonóide) presente nas folhas da erva-baleeira, que apresenta poderosa ação antiinflamatória e cicatrizante. Além da Artemetina, análises dos componentes orgânicos desta planta revelou a presença de outros flavonóides, triterpenos, óleo essencial, alontóina, açúcares.

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