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Erva marapuama

Erva marapuama

Marapuama – Para que serve esta planta
Em termos de medicina alternativa encontram-se várias plantas um tanto desconhecidas, mas de eficiência enorme. Uma delas é a Marapuama, uma planta nativa da floresta amazônica que há muito tempo é utilizada pelos índios do Brasil. Ela contém vários ácidos, entre eles araquídico, lignocerico, behenico, campesterol, além de óleos essenciais, alcalóides, fitoesteróis e Ester em sua composição. A Marapuama se apresenta como um arbusto comum pelo norte do país, com flores brancas de um perfume forte e penetrante. É também conhecida como muirapuama e muiratã.
Benefícios da marapuama

O seu chá é um tônico neuromuscular;
Chega a combater a impotência sexual e problemas de ereção;
É um excelente afrodisíaco natural;
Atua contra a debilidade;
Trata gripes e fraqueza;
É ótima para dar energia;
Artrose pode ser cuidada com o chá da planta;
Consegue atuar positivamente contra a depressão;
Na Europa usam bastante a planta para tratar casos de disenteria;
Pessoas estressadas podem encontrar bons resultados utilizando a marapuama;
Fadiga e ainda perda de memória são tratados com a planta;
Há a possibilidade de combater a celulite quando utilizada em forma de extrato;
Problemas cardíacos são amenizados;
Disfunções intestinais e vermes fazem parte da lista de tratamentos possíveis;
Queda de cabelo, beribéri e outros casos são também beneficiados com a marapuama.

Marapuama é uma planta nativa da região da floresta amazônica

A marapuama é uma planta nativa da região da floresta amazônica, há muito tempo conhecida e utilizada por índios nativos brasileiros. A árvore de marapuama pode chegar até 5 metros de altura, suas folhas são verdes, oblongas e suas flores são numerosas, pequenas, de coloração branca com perfume que lembra o jasmim.

A marapuama é considerada um afrodisíaco natural, aumentando a libido. Na Europa é comum o uso dessa planta para casos de disenteria. A marapuama também é recomendada para casos de stress, fadiga, depressão e perda de memória. No Brasil, existem pesquisas sendo realizadas com extrato de marapuama e Catuaba para uso em estética no combate à celulite.

Num estudo clínico, homens que usaram marapuama tiveram um número significativamente maior de relações sexuais que outro grupo que ingeriu placebo. Ela atua muito mais no cérebro melhorando a libido. Estudos feitos na UFRGS mostraram que a marapuama também tem ação antidepressiva e ajuda na memória, por seus efeitos facilitadores dos estímulos cerebrais.

Conhecidas por seus efeitos afrodisíacos, a catuaba (Erythroxylum catuaba) e a marapuama também podem ser usadas juntas no tratamento estético na melhora da celulite. Segundo pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, um extrato que
associa as duas plantas possui propriedades que colaboram com a drenagem linfática e a microcirculação cutânea, fatores que influenciam no aparecimento das deformidades estéticas.

É considerada uma planta adaptógena, isto é, fortalece as defesas do organismo, melhora o funcionamento do cérebro e dá energia extra, pois tem ação tônica e revigorante. Utilizada pelos índios como excitante do sistema nervoso central e por sua ação antidepressiva e afrodisíaca, a marapuama é uma árvore típica da região Amazônica. A planta teve seus efeitos testados clinicamente em seres humanos e os resultados confirmaram sua atuação como estimulante da libido.

MARAPUAMA Contra-indicações

Mesmo cheia de benefícios para a saúde física e mental das pessoas, a marapuama deve ser evitada durante a gravidez e período de lactação. Isso se deve a remota possibilidade de a planta promover a hipertensão em algumas pacientes. As crianças e os idosos também devem ter muito cuidado ao consumir a planta, de preferência sempre com acompanhamento profissional.
Receita: Chá de marapuama

Ingredientes:

- 2 colheres de sopa de lenho/casca da marapuama
- 1 litro de água mineral
Modo de preparo:

Para cada litro de água, acrescente duas colheres de sopa da casca de marapuama. Leve essa mistura ao fogo e deixe cozinhando por 4 ou 5 minutos a partir do momento que começar a ferver. Passado o tempo certo de cozimento, retire do fogo e deixe o chá em infusão por 10 minutos. Para finalizar, coe e beba de 2 a 3 xícaras ao dia. Esse chá ainda pode ser bebido gelado se preferir.

Fonte: Marapuama - Para que serve esta planta

MARAPUAMA Ptychopetalum uncinatum

Descrição : Plana da família das Olacaceae. Também conhecida como muira puama, liriosma, potency wood, marapama, muiratã, muiratam, pau-homen, potenzholz. Arbusto ou árvore, de folhas altemas, de 5 a 9cm de comprimento, oval-elípticas ou oblongo-acuminadas, de base estreita. com a página inferior saliente, verde-escura emca· chos axilares curtos, com pequenas brácteas caducas; Flores brancas com forte odor de jasmim-laranja, cálice de 5 sépalas, pétalas de 1 em, lineares, pilosas em baixo, de margens involutadas com 7 estames, 5 dios quais são 0postos às pétalas, pistilo de 5 a 8 mm. O frulo é uma drupa ovóide.

Habitat: Planta da Amazônia que pode ocorrer em algumas regiões do Nordeste.

História: Muito usado pelos índios como tônico geral e para fadiga. Faz parte da Farmacopéia Homeopática.

Princípios Ativos: Ácidos: araquídico e behenico lignocerico; beta-sitosterol e campesterol; óleo essencial.

Propriedades medicinais: Afrodisíaco, antidesintérico, anti-reumático, anti-stress, tônico.

Indicações: Astenias cardíacas e gastrointestinais, beribéri, depressão, fraqueza, gripe, parasitas, impotência sexual, paralisias parciais, queda de cabelo, reumatismo crônico. Esgotamento físico e mental: como tônico geral, antifadiga e antidepressivo suave; Síndrome da fadiga crônica: como estimulante do sistema nervoso central e antidepressivo; Stress, doenças prolongadas: como tônico geral, antifadiga e antidepressivo suave; Insônia: como ansiolítico suave; Reumatismo e nevralgias crônicos; Paralisias parciais. ataxia locomotora e tremores: como dopaminérgico.

Modo de usar: Decocto em fricções: parasitas e beribéri.

Superdosagem: Não há relatos. caso ocorra deverá ser feito o esvaziamento gástrico, lavagem com soro fisiológico e colocação de sonda nasogástrica. Em caso de sintomas atropínicos intensos deve-se usar um colinérgico ou um 8-bloqueador. com monitoramento e assistência ventilatória eventual.

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