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Erva milona

Erva milona

Propriedades Medicinais da Milona

O Centro de Ciências da Saúde, grupo de pesquisa da Universidade Federal da Paraíba, analisou as propriedades terapêuticas da milona. A planta foi testada em camundongos, com resultados bastante positivos, principalmente para o tratamento da asma. O que se descobriu é que orelha de onça é capaz de atuar no organismo, melhorando os sintomas da doença. Esse mecanismo é diferente dos medicamentos comumente encontrados no mercado.
Milona
Milona ou Orelha de Onça encontrada na Paraíba
Isso acontece porque as substâncias da planta atuam em duas frentes diferentes: como antiinflamatório e como antialérgico. Como as asma é um processo inflamatório normalmente desencadeado por reações alérgicas, a milona se torna eficiente no tratamento dos sintomas da doença. A planta também ajuda a reduzir a produção de muco, que obstrui as vias aéreas. Se comparada com o corticoides, comumente utilizados no tratamento da asma, a orelha de onça é mais eficaz que outros medicamentos.
Além disso, a pesquisa observou, com os testes em animais, que as substâncias da milona atuam no combate das úlceras gástricas. A planta também se mostrou capaz de reduzir os sintomas da depressão em camundongos. Dessa forma, os pesquisadores acreditam que o medicamento feito com a orelha de onça pode funcionar como antidepressivo, além de aliviar a asma.
Consumo da Orelha de Onça

Os pesquisadores pretendem fabricar medicamentos para a asma a partir de substâncias extraídas da milona. No futuro, será possível encontrar xaropes e cápsulas feitas com a planta. No entanto, esses remédio ainda não estão disponíveis no mercado. Por isso, eles recomendam que se consuma o chá, feito com as folhas da orelha de onça. As folhas são menos tóxicas que a raiz e não prejudicam a vida da planta.

Milona ou Orelha de onça: Propriedades Medicinais

Milona ou Orelha de onça: Propriedades Medicinais
O Centro de Ciências da Saúde, grupo de pesquisa da Universidade Federal da Paraíba, analisou as propriedades terapêuticas da milona. A planta foi testada em camundongos, com resultados bastante positivos, principalmente para a sugestão da asma. O que se descobriu é que orelha de onça é capaz de atuar no organismo, melhorando os sintomas da doença. Esse medicamento é diferente dos medicamentos comumente encontrados no mercado.
Milona ou Orelha de Onça encontrada na Paraíba

Isso acontece porque as substâncias da planta atuam em duas frentes diferentes: como antiinflamatório e como antialérgico. Como as asma é um processo inflamatório normalmente desencadeado por reações alérgicas, a milona se torna eficiente na sugestão dos sintomas da doença. A planta também ajuda a reduzir a produção de muco, que obstrui as vias aéreas. Se comparada com o corticoides, comumente utilizados na sugestão da asma, a orelha de onça é mais eficaz que outros medicamentos.

Além disso, a pesquisa observou, com os testes em animais, que as substâncias da milona atuam no combate das úlceras gástricas. A planta também se mostrou capaz de reduzir os sintomas da depressão em camundongos. Dessa forma, os pesquisadores acreditam que o medicamento feito com a orelha de onça pode funcionar como antidepressivo, além de aliviar a asma.

Consumo da Orelha de Onça

Os pesquisadores pretendem fabricar medicamentos para a asma a partir de substâncias extraídas da milona. No futuro, será possível encontrar xaropes e cápsulas feitas com a planta. No entanto, esses remédio ainda não estão disponíveis no mercado. Por isso, eles recomendam que se consuma o chá, feito com as folhas da orelha de onça. As folhas são menos tóxicas que a raiz e não prejudicam a vida da planta.

Planta milona do Sertão da Paraíba deve virar medicamento

Planta do Sertão da Paraíba deve virar medicamento
A Cissampelos syntodialis , popularmente conhecida como 'milona' ou 'orelha de onça', é alvo de pesquisas na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) há mais de 20 anos.

Uma planta medicinal muito abundante no Sertão e no Semiárido paraibano deverá ser comercializada como medicamento – em sachês – até o final do ano, para o tratamento da asma. A Cissampelos syntodialis , popularmente conhecida como 'milona' ou 'orelha
de onça', é alvo de pesquisas na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) há mais de 20 anos.

Os benefícios da planta foram, inclusive, destaque no Globo Réporter exibido ontem, pela Rede Globo de Televisão. O programa focou no poder de cura das plantas medicinais nativas do Brasil.

Conforme a diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFPB, Margareth Diniz, os estudos sobre a eficácia da 'orelha de onça' começaram quando ela trouxe a planta de Sousa para ser pesquisa nos laboratórios da UFPB.

"No Sertão, a raiz da planta já era usada em grande quantidade para o tratamento de asma, bronquites e alergias, apresentando um resultado fantástico", comentou a professora, acrescentando que os benefícios da planta podem até superar os dos medicamentos químicos.

Além disso, através de pesquisas de Mestrado e Doutorado na UFPB descobriu-se que a folha da 'milona' tem a mesma eficácia da raiz dela e também pode ser usada para o tratamento de asma – tendo menos toxidade. "Isso é muito bom, porque para fabricar o medicamento não precisa arrancar a planta e sim as folhas. A 'milona' é uma trepadeira e cresce em grande quantidade, permitindo o preparo em abundância", apontou.

A última etapa do estudo, que deve ser concluída até o final do ano, é justamente a obtenção da certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fabricação e comercialização da planta como medicamento.

Testes apontam eficácia da milona na depressão

Testes apontam eficácia de planta no depressão
medicamento à base de uma planta muito comum no semiárido: a milona.
Uma boa notícia para os pacientes com asma brota no campus da Universidade Federal da Paraíba. Há 20 anos, pesquisadores do Centro de Ciências da Saúde desenvolvem um medicamento à base de uma planta muito comum no semiárido: a milona, também chamada de orelha de onça. Eles estão entusiasmados com os resultados e acreditam que a descoberta poderá revolucionar o tratamento dos doentes.
"Essa planta tem um mecanismo de ação muito interessante do ponto de vista imunológico para a terapêutica da asma e tem um mecanismo de ação diferenciado dos medicamentos já existentes no mercado", diz Maragareth Diniz, diretora do Centro de Ciências da Saúde da UFPB.
A curiosidade científica surgiu do uso popular. Os moradores do interior da Paraíba, há muitas e muitas gerações, utilizam a raiz da planta no tratamento da asma e de outras doenças respiratórias. Mas os pesquisadores descobriram que as folhas contêm os princípios ativos semelhantes. Melhor para a natureza, porque ao utilizar a raiz, os moradores acabavam matando a planta, e isso não vai ser mais necessário. Além disso, as folhas possuem outra vantagem.
São menos tóxicas do que a raiz, o que é um sinal animador para o tratamento de pacientes. Falta pouco para a milona virar remédio. Vários estudos foram realizados para comprovar a eficácia terapêutica. O extrato da planta já foi testado em animais, como determina a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O resultado foi surpreendente: os pesquisadores descobriram que a planta, além de tratar os pacientes com asma, também é eficaz no combate às úlceras gástricas.
Outra surpresa durante os testes: a milona apresentou atividade antidepressiva nos camundongos.
"Seria interessante, porque tem casos que tem pessoas que têm asma que também estão sofrendo de depressão, então seria até uma forma de utilizar o único tratamento com as duas finalidades", avalia o Reinaldo Nóbrega de Almeida, pesquisador do Centro de Ciências da Saúde.
Mas nada se compara ao poder da planta para o tratamento da asma. Os pesquisadores comprovaram que a milona tem duas poderosas ações: é anti-inflamatória e antialérgica - um alívio e tanto para os pacientes asmáticos, já que a asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas e, na maioria das vezes, é desencadeada por processos alérgicos.
"A planta diminui a produção de muco. Em um animal tratado com a planta a gente pôde ver claramente a diminuição na produção de muco", afirma Márcia Regina Piuvezam, pesquisadora do Centro de Ciências da Saúde.
Outra descoberta: o extrato de milona produziu resultados melhores do que o uso de corticóides. "Se a gente comparar, temos aqui uma melhor resposta com a planta do que com o próprio corticoide", acrescenta a pesquisadora. Isso significa que a planta foi mais eficaz do que os produtos químicos disponíveis no mercado.
Depois dos animais, os pesquisadores vão testar a milona nos pacientes com asma. Eles pretendem fabricar o remédio em forma de xarope para as crianças e em cápsulas para os adultos.
A fabricação de um medicamento a partir de uma planta medicinal pode levar vários anos e passa por uma série de etapas. Enquanto desenvolvem um produto que será vendido nas farmácias, os pesquisadores testaram um jeito mais simples de usar a milona para combater a asma: em forma de sachê, pronto para virar chá. Tomando o chá, duas vezes ao dia, os pacientes melhoraram e as crises de asma diminuíram.
Conhecedor das plantas medicinais e responsável pelo cultivo da milona nos canteiros que abastecem o centro de pesquisas, o jardineiro José Francisco dos Santos se impressionou com a milona e conhece um jeito mais simples de combater a asma.
"O correto é ferver a água, colocar em uma xícara cheinha, botar quatro folhinhas dentro e abafar. Quando tiver morno, é só entornar. É um santo remédio", conta.

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