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Erva pfaffia

Erva pfaffia

Pfaffia paniculata tem efeitos inibitórios contra o câncer
A Pfaffia paniculata é uma planta que tem apresentado uma grande atividade no combate a células cancerígenas em estudos realizados na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP com animais e in vitro. No Departamento de Patologia da Faculdade, a professora Maria Lúcia Zaidan Dagli coordena um grupo de cientistas que vem realizando uma série pesquisas com a raiz da planta.
Resultdos dos estudos com a Pfaffia paniculata são promissores, mas ainda é preciso realizar testes clínicos em humanos
Resultdos são promissores, mas ainda é preciso realizar testes clínicos em humanos
"Mas para que algum produto com finalidade terapêutica chegue até o mercado, ainda será necessário realizar uma série de estudos. Por hora, o que as nossas pesquisas conseguiram comprovar é que, nos ensaios laboratoriais com animais e in vitro, a planta se mostrou eficaz para combater células tumorais", conta a professora. Ela destaca que é necessário fazer testes clínicos em humanos para comprovar estes resultados e que não há previsão de quando isso poderá ocorrer. "Outro ponto a ressaltar é que pesquisas utilizando a raiz Pfaffia paniculata em humanos não podem ser feitas na FMVZ e deverão ser realizadas por unidades que tenha autorização dos conselhos de ética para isso", pondera.
Lesões pré-neoplásicas
Na FMVZ, desde 2000, já foram produzidas sete pesquisas com a Pfaffia paniculata, incluindo projetos de iniciação científica, mestrados e doutorados, todos sob a orientação da professora Maria Lúcia. Em todos esses estudos ficou comprovada alguma atividade inibitória da raiz no combate a células tumorais.
O estudo mais recente foi realizado pela bióloga Tereza Cristina da Silva. Em sua tese de doutorado apresentada em março de 2008, na FMVZ, a pesquisadora testou o uso da Pfaffia paniculata misturando a raiz em pó processada com ração para camundongos, na proporção de 2% e 10% do peso da ração. Os camundongos usados neste estudo receberam, do 15º ao 30º dia de vida, a injeção de um carcinógeno, isto é, uma droga que provoca lesões no DNA do fígado. "Com o próprio crescimento dos animais, essas lesões pré-neoplásicas (tumorais) podem se tornar ou não tumores malignos", explica Tereza.
Os estudos da FMVZ com a <i>Pfaffia paniculata</i> são pioneiros no Brasil
Estudos da FMVZ com a Pfaffia paniculata são pioneiros no Brasil
Esses roedores receberam a ração contendo Pfaffia paniculata durante 27 semanas. Após este período, eles foram eutanasiados e os fígados foram analisados . A pesquisadora constatou que a raiz foi capaz de diminuir a área e o número de lesões pré-neoplásicas no fígado desses camundongos. Tereza também verificou o modo de ação da Pfaffia paniculata na inibição do crescimento das células neoplásicas. De acordo com a pesquisadora, a planta agiu diminuindo a proliferação celular e induzindo a apoptose (morte celular programada) das células pré-neoplásicas.
Outro achado deste estudo foi constatar em qual fase do ciclo celular ocorreu a ação da Pfaffia paniculata. "É por meio do ciclo celular que a célula se prolifera. O estudo mostrou que a planta age entre a fase "G1" e "S" do ciclo celular. Na fase "G1", a célula se prepara para proliferar; na fase "S", é quando acontece a síntese do DNA", explica Tereza. "A Pfaffia paniculata reduziu a concentração das proteínas CDK e das ciclinas que são essenciais para a progressão do ciclo celular", completa.

Pfaffia paniculata Raiz contra o câncer

Raiz contra o câncer

Estudos realizados na Faculdade deMedicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP revelaram uma grande atividade no combate a células de tumores cancerígenos por extratos da planta Pfaffia paniculata, conhecidocomo ginseng brasileiro.

Recentemente, um outro estudo demonstrou que o ginseng brasileiro é um anti-inflamatório natural.

Os estudos, realizados em animais e em experimentos in vitro, foram feitos pela equipe pela equipe da professora Maria Lúcia Zaidan Dagli, que vem realizando uma série pesquisas com a raiz da planta.

Testes em humanos

"Mas para que algum produto com finalidade terapêutica chegue até o mercado, ainda será necessário realizar uma série de estudos. Por hora, o que as nossas pesquisas conseguiram comprovar é que, nos ensaios laboratoriais com animais e in vitro, a planta se mostrou eficaz para combater células tumorais", conta a professora.

Ela destaca que é necessário fazer testes clínicos em humanos para comprovar estes resultados. "Outro ponto a ressaltar é que pesquisas utilizando a raiz Pfaffia paniculata em humanos não podem ser feitas na FMVZ e deverão ser realizadas por unidades que tenha autorização dos conselhos de ética para isso", pondera.

Pfaffia Paniculata vendido como afrodisíaco

Pfaffia Paniculata
Vendida como afrodisíaco pelos ervanários, já que é grande estimulante geral, inclusive sexual, além de anti-estressante. Para o povo, é droga estimulante físico e psiquicamente, apoiadora em caso de estresse, cefaléia de origem digestiva, além de ser útil em caso de depressão leve e anti-fadigosa. Cicatrizante, antitóxica, analgésica, potencializadora da ação da insulina, fortalece o coração melhorando a circulação. Ativa a formação de glóbulos sangüíneos, brancos e/ou vermelhos, portanto é útil para aumentar a defesa orgânica e ajudar na cura de anemia por falta de ferro, se isto for causado por baixa celularidade.
É conhecida como Ginseng brasileiro porque suas raizes são tambem semelhantes a uma figura humana,shen,em chinês O Hen shen ou Ginsheng, em chinês é seu nome.

Erva PFÁFFIA

A Pfaffia é um arbusto que pode atingir até dois metros de altura e se caracteriza por um rápido crescimento, tem ramos longos e pouco lignificados, uma floração intensa de pequenas flores brancas levemente amareladas. Sua raiz, que é a porção medicinal, é pivotante, chegando a ter de trinta a quarenta centímetros de comprimento. Se o solo for mais arenoso, o que é mais indicado para esta planta, sua raiz será única e mais valorizada.

INDICAÇÃO: Chá de Pfáffia => Energético físico e mental, diabetes, icterícia, anemia, artrites, fadiga crônica, hipertensão, impotência, arteriosclerose, colesterol, coração, depressão, fraqueza, estimulante sexual, mal de Parkinson, estresse, problemas de circulação, sistema imunológico, rejuvenescimento, reumatismo, tranqüilizante, tremores, envelhecimento precoce e menopausa.

COMO FAZER: Coloque 2 colheres de sopa para um litro de água.
Deixe cozinhar por 3 ou 4 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso.

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