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Erva simaruba

Erva simaruba

SIMARUBA ( Marupá ) - Simarouba amara
Simaruba ocorre nas Índias Ocidentais, na Amazônia e nos Estados da Bahia, Ceará e Pernambuco. A espécie habita matas de várzeas, onde é mais frequente e atinge maior porte, e é ocasional nas capoeiras e savanas de solo arenoso. É chamada também por Tamanqueira, Marupaúba, Paraparaíba, Paraparaúba, Papariúba, Praíba, Paraíba, Craíba, Arupá, Simaruba. Árvore de copa frondosa, de até 25 m de altura e 80 cm de diâmetro. Tronco reto e cilíndrico, fornecendo toras comerciais com comprimento entre 5 e 22 m.

INDICAÇÃO: Chá de Simaruba => Colite com catarro, diarréia, disenteria, enterite, fazer cessar as evacuação e cólica.

COMO FAZER: 1 colher de sopa para meio litro de água.
Deixe cozinhar por 10 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição. Após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso.

Simarouba versicolor

A Simarouba versicolor é uma espécie de planta da família Simaroubaceae que pelas propriedades de seus frutos e de sua casca é como anti-helmíntico e para mordidas de cobra.

A casca tem sabor naturalmente amargo e em virtude disso os insetos não a atacam. Acredita-se que o pó da casca tenha também propriedades antivermicidas e anticarrapaticidas – semelhantes à da Cascara Amarga (Simarouba amara).
A planta é conhecida popularmente como pau-paraíba, caixeta, marubá, gavilan e negrilho.

Bursera simaruba

Bursera simaruba (L. ) Sarg. (1890). — BURSERACEAE —
Publicado en: Garden & Forest 3: 260. 1890.
Nombres comunes en México. Cohuite (Ver.);
Copalillo (Pue.); Chaca (Tamps., Ver., Yuc.); Chachah,
chakah, Hukúp (l. maya, Yuc.); Chacaj (l. tojolabal,
Chis.); Lon-sha-la-ec (l. chontal, Oax.); Tzaca (l.
huasteca, S.L.P.);Tusun, Ta´sun (l. totonaca, Pue.);
Yala-guito (l. zapoteca, Oax.); Chicohuiste, Chocohuite,
Chocogüite, Chohuite (Chis.); Jiote, Jiote colorado,
Quiote (Sin.); Piocha Tamps.); Tzaca (l. huasteca,
S.L.P.); Mulato, Songolica, Zongolica (Oax.); Palo
colorado (Sin.);Palo jiote (Ver., Tab., Oax.); Palo
mulato (Nay., Chis., Tab., Oax.); Palo retino,
Suchicopal (Tab.).
Sinonimia. Bursera bonairensis Boldingh ; Bursera
gummífera (L.) ; Bursera integerrima (Tul.) Triana &
Planch. ; Bursera ovalifolia (Schltdl.) Engl. ; Bursera
subpubescens (Rose) Engl. ; Elaphrium simaruba (L.)
Rose. ; Elaphrium subpubescens Rose ; Pistacia
simaruba L. ; Tapiria macrophylla Lundell.
DESCRIPCION
Forma. Arbol resinoso, caducifolio de 5 a 20 m (hasta
35 m) de altura, con un diámetro a la altura del pecho
de 40 a 80 cm (hasta 1 m).
Copa / Hojas. Copa irregular y dispersa (follaje ralo).
Cuando el árbol crece en terrenos abiertos, sus ramas
se extienden y forman una copa ancha y abierta. Hojas
compuestas, alternas, con 3 a 13 folíolos lanceolados u
oblongos a obovados o elípticos, de 4 a 9 cm de largo
por 1.8 a 3.5 cm de ancho, margen entero,
membranáceos a cartáceos de color verde oscuro y a
menudo brillantes en el haz.
Tronco / Ramas. Tronco con una ligera y característica
torcedura en forma de "S" en su parte media o superior,
con pocas ramas gruesas y torcidas. El tronco es
fornido y con frecuencia se bifurca a 2 m del suelo.
Contrafuertes insinuados en la base, 3 a 6 por tronco.
Corteza. Corteza lisa, rojiza y se despega en jirones
(exfoliante). Durante la época de sequía el árbol
continua su actividad fotosintética mediante los
cloroplastos localizados en la corteza expuestos a la luz
una vez desprendida la corteza.
Flor(es). Panículas tirsiformes terminales o
pseudoracimos, de 6 a 13 (hasta 20 a 28) cm de largo
incluyendo el pedúnculo; con flores masculinas
individuales, con 4 a 5 pétalos rosados, verdeamarillentos o blancos. Flores femeninas con solo tres
pétalos.
Fruto(s). Cápsula trivalvada con sólo el exocarpio
dehiscente, de 10 a 15 mm de largo, en infrutescencias
de 4 a 9 cm y hasta 15 cm de largo, globosa u ovoide,
de 7 a 10 (15) mm de diámetro, triangular, moreno
rojiza, dehiscente. En el árbol se mantiene durante

NOME CIENTÍFICO: Simarouba versicolor A. St.-Hill.

FAMÍLIA: Simaroubaceae
NOMES VULGARES:
Brasil: praíba (Alagoas); pau-paraíba (Bahia, São Paulo); paraíba (Ceará, Goiás, Mato
Grosso); caraíba (Distrito Federal); pitomba (Marajó-PA); mata-barata, paraíba (Minas
Gerais); caixeta (Paraná); caraíba, paraíba, pau-caixeta (Paraíba); calunga, casca-paraíba,
erva-piolheira, ipé-de-perdiz, marupá, marupá-do-campo, marupaís, mata-cachorro, matamenino, paparaúba, pau-caixeta, pau-de-perdiz, pé-de-perdiz, perdiz, pitomba, pitombeira,
pitombeira-de-marajó, simaruba, simaruba-do-brasil.
Outros Países: herva piolheira.
Descrição botânica
"Árvore com 5-11m de altura, dotada de copa arredondada. Tronco curto e
cilíndrico, com casca grossa, fibrosa e fissurada longitudinalmente, de 30-60cm de
diâmetro. Folhas alternas, compostas pinadas, com raque de 8-16cm de comprimento, sobre
pecíolo de 4-6cm. Folíolos alternos, discolores, em número de 5-7, curto-peciolulados, com
a nervura central bem visível em ambas as faces, de 3-9cm de comprimento por 1,5-3,0cm
de largura, com a face superior glabra. Inflorescências em panículas terminais compostas,
de 25-35cm de comprimento. Fruto drupa ovalada, de polpa carnosa, com uma semente"
(Lorenzi, 1998).
Informações adicionais
Possui as variedades angustifolia e pallida, conforme Corrêa (1984). Há outras
árvores com o nome vulgar de pitombeira, tais como Talisia cerasina e Talisia esculenta,
da família das sapindáceas (Matta, 2003).
Distribuição
Distribui-se desde o Pará, Maranhão e do Nordeste até São Paulo e Mato Grosso do
Sul (Lorenzi, 1998; Lorenzi & Matos, 2002). Corrêa (1984) menciona a ocorrência em
Minas Gerais e Mato Grosso e do Pará até Pernambuco.
Informações adicionais
Na descrição levantada por Thomas (1990), o gênero Simarouba contém cinco
espécies, encontradas da Flórida (EUA), México e Grandes Antilhas até a Bolívia e estados
de Minas Gerais e Espírito Santo, no Brasil.

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