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FEDEGOSO MISTO

FEDEGOSO MISTO

Cassia occidentalis, vulgarmente conhecida por fedegoso, é um arbusto anual da família Leguminoseae. Encontra-se em pastagens, solos férteis, ao longo da beira de estradas ou contaminando lavouras de soja, milho e sorgo. A brotação ocorre na primavera e a planta atinge uma altura aproximada de 40 a 80cm. Outros nomes populares: balambala, café-negro, folha-do-pajé, fedegoso-verdadeiro, ibixuma, lava-prato, mangerioba, mamangá, mata-pasto, maioba, pajamarioba, pereriaba, taracurú; INDICAÇÃO: O Chá de Fedegoso => Produz efeitos analgésico, anti-séptico, antiinflamatório, diurético e laxante. ( Bócio ) COMO FAZER: Em um litro de água fervente 2 colheres de sopa da Erva, deixe levantar fervura. Desligue o fogo e abafe por dez minutos. COMO BEBER: Tomar 2 a 3 xícaras ao dia.

Sementes de Fedegoso

Angiospermae- Fabaceae - Caesalpinoideae (Leguminosae) Senna macranthera (DC. ex Collad.) H.S. Irwin & Barneby Nomes Populares: Manduirana, Pau-Fava, Aleluia, Cabo-Verde, Fedegoso, Mamangá, Ibixuna e Tararaçu. Ocorrência: Ceará até São Paulo e Minas Gerais, na floresta semidecídua de altitude. Morfologia: Altura de 6-8 m, com tronco de 20-30 cm de diâmetro, revestido por casca acinzentada. Flores amarelas, vistosas, bissexuais, diclamídeas, dispostas em grandes inflorescências paniculadas. Os frutos são vagens cilíndricas, negras, longas e deiscentes. Fenologia: Floresce exuberantemente de dezembro a abril. Informações Ecológicas: Planta semidecídua ou decídua durante o inverno, heliófita, pioneira, indiferente às características físicas do solo; muito frequênte em formações secundárias de regiões de altitude e rara no interior da floresta primária densa. Madeira: Leve, macia, de baixa durabilidade ao apodrecimento quando em ambiente desfavorável.

Informações Complementares do fedegoso

Informações Complementares: A madeira é empregada apenas para uso interno, caixotaria, confecção de brinquedos e lenha. A árvore é extremamente ornamental quando em flor, podendo ser usada com sucesso no paisagismo em geral; devido às características ornamentais e ao pequeno porte, é árvore ideal para arborização urbana, principalmente de ruas estreitas e sob redes elétricas. Por suas características de espécie pioneira e de rápido crescimento, é ideal para composição de plantios mistos em áreas degradadas. Planta melífera, visitada por abelha irapuá (Trigona spinipes) Fonte: Lorenzi, Harri. Árvores Brasileiras Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil Vol.01. 5ª edição. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.2008.

Valeriana L. é nome de um grande gênero de plantas herbácea

Valeriana L. é nome de um grande gênero de plantas herbáceas perenes da família das valerianáceas, nativas da Europa e do norte da Ásia — porém vastamente distribuídas pelo planeta, portanto encontradiças também nas Américas — que apresentam inflorescências perfumadas e raízes grossas com odor característico e forte, das quais, adequadamente tratadas (maceradas, trituradas, dessecadas e acondicionadas), se preparam medicamentos fitoterápicos de efeito ansiolítico, tranquilizante e até anticonvulsivante, classicamente utilizados em medicina, por conterem drogas ou princípios ativos que lhes conferem tais propriedades Suas flores são brancas ou róseas, e seus frutos, aquênios (diminutos, secos, indeiscentes, providos de uma só semente, que se acha inteiramente livre dentro do pericarpo fino), são realmente pequeníssimos. Chama-se valeriana, por extensão, qualquer espécie ou espécime desse gênero, como, por exemplo, a Valeriana comum, ou, simplesmente, Valeriana, ou — pelo nome científico — precisamente a Valeriana officinalis. Em latim Valeriana quer dizer valer, que significa "ter força", provavelmente devido à eficácia no dessa planta curar pessoas no passado. Uma lenda medieval recomendava que no 7º dia da lua, assim que o Sol se põe, colhe-se uma flor de valeriana e repitam-se uns dizeres mágicos com a flor nas mãos, e a planta curava qualquer doença. Lendas a parte, o médico italiano Andrea Mattiolo observou, desde o século VI, que esta planta causava estranhos efeitos sobre ao comportamento de seres humanos e dos animais. Pouco depois, no século VII a partir a cura da de Fabio Collona, descobriu-se o poder antiepiléptico, não por muito tempo, na verdade, até que este morresse "louco". Mais recentemente, o médico Monpellier Lazàre Rivière, depois de experimentar a planta em seus pacientes, concluiu que ela diminuía a sensibilidade nervosa e era dotada de um perceptível efeito sobre o sistema nervoso central e que, portanto, poderia controlar a epilepsia. Pensava-se que o princípio ativo responsável pela ação da Valeriana fosse o Ácido Valeriânico livre, mas hoje se atribui a ação sedativa característica da Valeriana a alguns ésteres e a outras substâncias glicosadas e alcoolizadas. Acredita-se que as virtudes medicinais da Valeriana tenham sido comentadas pela primeira vez por um médico egípcio do século IX. Em torno do ano 1.000, falava-se da Valeriana como um medicamento capaz de curar uma série de doenças, sobretudo, o nervosismo, a epilepsia, e superestimava-se a planta atribuindo-lhe até poderes divinos. Atualmente fala-se da Valeriana, planta de história milenar, como eficaz contra ansiedade, angustia, leves desequilíbrios do Sistema Nervoso, sem contra indicações, e sem provocar conseqüências danosas. Como remédio caseiro e uso folclórico Sem mencionar exageros populares, como o caso dos índios do México, os quais mastigavam folhas de Valeriana contra a preguiça e para atenuar qualquer tipo de sofrimento, podemos confiar com sensatez nas virtudes curativas da Valeriana, com a segurança de se obter resultados satisfatórios para alguns estados de insônia e ansiedade. O folclore popular, superestimando ou não as qualidades terapêuticas da Valeriana tem indicado seu uso para vasta lista de problemas: enxaqueca, insônia, cólicas intestinais, problemas digestivos, náuseas, transtornos urinários, tensão pré-menstrual,tensão muscular do estresse,depressão Atualmente a medicina alopática tem indicado a Valeriana principalmente para Ansiedade, e como Indutor do Sono. Alguns preparados podem ser úteis para úlcera péptica, gastrite, dispepsia, doenças inflamatórias intestinais crônicas, colo irritável, como antiespasmódico e meio-relaxante.

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