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Garra do Diabo

Garra do Diabo

GARRA DO DIABO - Harpagophytum A planta conhecida como garra do diabo tem seu nome científico de Harpagophytum procumbens D.C. e pertence à família Pedaliaceae. A garra do diabo desenvolve-se em áreas limitadas da África, especialmente no deserto do Kalihari e nas estepes da Namíbia. Seu nome provém do aspecto do fruto ramoso e lenhoso provido de barbas semelhantes a garras. INDICAÇÃO: Doenças reumáticas, analgésico, diabetes, esporão, tendinite, arteriosclerose, obesidade, doenças do fígado, rins e bexiga, colesterol, vesícula, pâncreas e intestinos. seu uso regular reduz os males da velhice e as artérias tornam-se mais elásticas. COMO FAZER: Em 1/2 litro de água fervente, coloque 1 colher de sopa de tubérculos picados e deixe amornar tampado. Coe e beba, de 2 a 3 xícaras de chá por dia, no intervalo das refeições. Evite tomar à noite devido ao efeito diurético.

Antiinflamatórios em fitoterapia. Garra do diabo

Outro antiinflamatório simples e seguro de ser usado é a garra do diabo. É uma planta africana, originária do deserto do Kalahari. O Harpagophytum procumbens medra nos terrenos argilosos-arenosos dos montes desse deserto que abrange a Namíbia, Botswana, Zimbabwe e o Transvaal na África do Sul. É uma planta rasteira, perene, da qual se coletam as raízes secundárias. Tem frutos capsulares com espinhos ganchosos, que se prendem aos pelos dos animais, para a sua disseminação, daí advindo o nome popular. O fruto é apenas a parte famosa da planta, mas a droga vegetal vem das raízes secundárias. Os povos autóctones, principalmente os bosquímanos San, a conhecem secularmente e a usam principalmente como antiartrítica, antifebril e antireumática, mas também como digestiva por ser um tônico repleto de substâncias amargas. Estimula a secreção de suco gástrico e tem poder colerético, isto é, aumenta as contrações da vesícula biliar, facilitando a liberação da bile. Estas características também lhe dão uma fama laxativa, reconhecida pelas populações envolventes. Possui também uma atividade ocitócita, isto é, aumenta as contrações uterinas e por isso também é conhecida popularmente como facilitadora do parto. Bom, creio que isto seja desnecessário, já que em nossa região, pelo menos, o parto normal está se tornando uma atividade em extinção.

GARRA DO DIABO EM CÁPSULAS.

A planta conhecida como garra do diabo tem seu nome científico de Harpagophytum procumbens D.C. e pertence à família Pedaliaceae. A garra do diabo desenvolve-se em áreas limitadas da África, especialmente no deserto do Kalihari e nas estepes da Namíbia. Seu nome provém do aspecto do fruto ramoso e lenhoso provido de barbas semelhantes a garras. BENEFÍCIOS As cápsulas de garra do diabo, auxilia em: - Doenças reumáticas. - Combate a Diabetes. - Tendinite - Arteriosclerose - Doenças do fígado, rins e bexiga. - Vesícula - Pâncreas e intestinos. Seu uso regular reduz os males da velhice e as artérias tornam-se mais elásticas. POSOLOGIA Recomenda-se ingerir 2 cápsulas ao dia.

GARRA DO DIABO Harpagophytum procumbens

Descrição : Planta da família das Pedaliaceae. Planta perene muito folhosa, com um sistema radicular ramificado e rebentos prostrados com até 1,5m de comprimento. Folhas pecioladas, lobadas, opostas ou alternas. As partes aéreas da planta secam no inverno. As raízes principais têm seções obtusas quadrangulares, cobertas por uma camada corticenta. As raízes se estendem por 1 ,5m ao redor da planta e até 6 cm de profundidade: As flores solitárias crescem em curtos pedículos na axila das folhas. As pétalas são rosa pálido. As cápsulas da semente são bivalvulares, ovais e achatadas. Têm uma linha dupla de apêndices elásticos, com ganchos em formato de ancora. A cápsula tem até 50 sementes escuras com superfície rugosa, Habitat: E nativa da África do Sul e Namíbia até às savanas e o Kalahari. História: E planta cujo uso se expande mundialmente. Parte utilizada:Raízes secundárias secas. Princípios Ativos: Ácido oleanólico, ácido ursólico, ácidos fenólicos, ácido clorogênico, ácido cinâmico, arpagídeo, acido cinámico livre, açúcares, aminoácidos, steroli, óleo, resina. glucosídeos iridóides, harpagosídeo, procumbídeo, fitoesteróis, triterpernos, flavonóides, lutoelina, kaempferol, harpagoquinona, glicose, sacarose, rafinose. Propriedades medicinais: Analgésica, anti-reumática, antiartrítica, antiespasmódica, antiinflamatória, anti-reumática, cicatrizante, colagoga, colerética, depurativa, estimulante digestivo, estimulante sistema linfático, febrífuga, fibromiosite, hepatoprotetora, hipocolesterolêmica, periartrite. Indicações: Ácido úrico, artrite reumatóide, aumentar defesas do organismo, colecistite, colelitíase, colesterol, desintoxicar o fígado, melhorar funções hepáticas, dispepsia, dor (articulações, reumatismo, artrite, gota), gota, hipercolesterolomia, hiperlipidemia, inflamação, obesidade, osteoatrite, reumatismo, tendinite. Uso pediátrico: Em dores da artrite reumatóide juvenil, febre reumática e dores nas cartilagens de conjugação. Uso na gestação e na amamentação: Não há informações da sua farmacocinética ou sobre seu Uso nestas condições. Efeitos colaterais: não provoca efeitos secundários significativos, mesmo em doses mais elevadas. Contra-indicações: Em úlceras estomacais ou duodenais, pelo efeito à estimulação da secreção dos sucos gástricos. Posologia: Adultos: 10 a 20m I de tintura divididos em 2 ou 3 doses dianas, diluídos em água; 29 de erva seca (1 colher de sopa para cada xícara de água) de raízes em decoto até 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs: Compressas do infuso podem ser feitas nas articulaç6es doloridas., A raiz triturada pode ser usada para a preparação de ungüentos. Precauções: A planta não causa efeitos colaterais: pode apresentar efeito sensibilizador. Farmacologia: A garra do diabo estimula a produção de suco gástrico e é coléterica. Efeitos antiinflamatórios, analgésicos e antiartríticos foram demonstrados em experiências com cobaias. Estudos farmacológicos recentes em humanos indicaram que seu mecanismo de ação envolve a Inibição de certos mecanismos de biossíntese. Uma melhora nos sintomas de artrite e reumatismo foram demonstradas em estudos controlados. Seu efeito gastrointestinal não foi comprovado ainda.

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