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Graviola

Graviola

A Graviola é considerada aliada importante no combate a mais de doze tipos de câncer - pulmão, seio, próstata, entre outros - a Graviola é fruto de uma árvore proveniente da Amazônia. Estudos realizados in vitro em mais de vinte laboratórios mostram que proporciona uma melhora - durante o tratamento - dez mil vezes maior do que com a quimioterapia. Segundo estudos, a Graviola estimula o sistema imunológico combatendo resfriados, distúrbios na coagulação sanguínea e lesões hepáticas. A graviola promete proporcionar um tratamento diferenciado no combate ao câncer. Um tratamento natural na maioria das vezes dá a sensação de força e vitalidade, além de melhorar a perspectiva de vida. CARACTERISTICAS E ESTUDOS REALIZADOS As etnias da América do Sul e Central utilizam a graviola há séculos no combate e controle de várias doenças entre elas a pelagra, febre, diarréia, vomito, espasmos, tosse, asma, astenia e hipertensão. Em pesquisas mais recentes realizadas nos Estados Unidos por mais de 20 laboratórios e pela médica e pesquisadora Dra. Leslie Taylor, constatou-se que a graviola contém substancias anticancerígenas e cytotóxicas com potencialidade 10.000 vezes mais que a adriamicina, uma droga utilizada na quimioterapia. Além desta descoberta fantástica, verificou-se que a atuação destas substâncias são seletivas combatendo apenas as células cancerosas e preservando as células saudáveis e sem os efeitos colaterais desagradáveis da quimioterapia. Nos Estados Unidos tentou-se durante 7 anos a sintetização destas substâncias em laboratório, sem sucesso, objetivando obter-se a patente, uma vez que não são permitidas a concessão de patente sobre substâncias naturais ""Pesquisadores do EUA e outros países descobriram que a graviola destrói vários tipos de câncer. Dentro de um tubo de ensaio, a graviola mata as células do câncer 10.000 vezes mais rápido do que o melhor medicamento usado nos hospitais, mas até hoje os laboratórios farmacêuticos não conseguiram sintetizar a graviola para patentear um remédio, por isso ela só é usada na forma natural. "" fonte: site amigos da cura. Atenção: Existem alguns comerciantes inescrupulosos informando que existe uma variedade da Graviola "verdadeira da Amazônia". É mito. Só existe uma espécie de Graviola, e a mesma graviola encontrada na Amazônia é a mesma do Nordeste ou de qualquer canto do Brasil. O princípio ativo da "acepitamina" encontrado nas folhas da graviola é um potente anticancerígeno, e por ser muito volátil (se dispersa rápido) os laboratórios não conseguiram sintetizá-lo.

Consumo de graviola no combate ao câncer

Tal espécie é cultivada em regiões tropicais das Américas. No Brasil é muito produzida no Nordeste, tendo destaque no Ceará, Bahia, Pernambuco e Paraíba. As folhas da gravioleira são utilizadas em infusões, tanto secas como moídas. Seus frutos são utilizados em sorvetes, sucos, geleias, compotas e como doces. Essa fruta apresenta uma nova classe de fitoquímicos, dentre eles as acetogeninas anonáceas que têm demonstrado ser antitumoral, pesticida, inseticida, antibacteriana, antiparasitário e ainda possui efeito * imunossupressor. Em um estudo realizado para verificar a viabilidade celular de cultura de linfócitos tratados com a fruta verificou-se uma correlação positiva entre a atividade antioxidante e o conteúdo de polifenois totais (r=0,896; p=0,05). Os dados obtidos com o estudo indicam que os derivados da gravioleira apresentam importante atividade antioxidante frente ao radical DPPH e também aumento na viabilidade celular, indicando minimização nos danos oxidativos. Segundo Shahidi, através de seus estudos clínicos e epidemiológicos, foram mostradas evidências de que antioxidantes fenólicos de cereais, vegetais e frutas são os principais fatores que contribuem para a baixa e significativa redução da incidência de doenças crônicas e degenerativas (diabetes, doenças cardiovasculares, obesidade, câncer, entre outras) encontradas em populações cujas dietas são altas na ingestão desses alimentos. Vários pesquisadores evidenciaram seus estudos com a gravioleira, com base na medicina popular e observaram que as folhas utilizadas em infusão ou liofilizadas (ou seja, em cápsulas) para uso no tratamento de diabetes, gripes, tosses e hipertensão. Outros estudiosos obtiveram resultados positivos da espécie como anticancerígeno e antitumoral devido à presença do composto bioativo acetogeninas, que são compostos característicos das annonaceae e que exercem **citotoxidades seletiva sobre as células tumorais (significa que destroem as células tumorais) sem afetar as células normais. As frutas da gravioleira conhecidas como graviola, são comercializadas e consumidas in natura e também em polpa congelada, que é a forma mais comum de ser encontrada. Essas polpas congeladas possuem propriedades antioxidantes, correlacionando esses resultados com compostos como fenólicos, carotenoides e vitamina C. Dentre as inúmeras pesquisas realizadas com a graviola, foram obtidos muitos relatórios de efeitos generalizados, pois é uma fruta que apresenta muita dificuldade de se obter provas concretas. Porém, as pesquisas comprovam que a annona muricata tem demonstrado resultados positivos como: inibidora do vírus herpes simplex; possuir propriedades antiviral, antiparasitárias; e ser benéfica contra os efeitos antirreumático e citotóxicos.

O pé de graviola gosta do calor e frutifica

É difícil encontrar quem já tenha comido graviola (Annona muricata) ao natural, já que no Brasil essa fruta tropical muitas vezes ácida destina-se fundamentalmente a produção de polpa para indústria de sorvetes, sucos e doces. Apesar disso, a gravioleira é uma planta típica de nosso clima, sendo que a Venezuela é o maior produtor sul americano da fruta. No Brasil pode ser encontrada no sul da Bahia, na mesma área onde se planta cacau, e em algumas regiões do estado de São Paulo. De acordo com o engenheiro agrônomo Ryozuke Kavati, da CATI- SP (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo), em Lins, a árvore da graviola apresenta porte médio, mas pode atingir mais de 5 m de altura e ter uma copa com diâmetro de dimensões semelhantes. Por isso, em sua fase adulta necessita de uma área disponível de cerca de 25 m2. Seu fruto é em formato de ovo, esverdeado e com pequenos espinhos. A folha da graviola é verde brilhante na face superior e opaca na inferior, e suas flores são grandes com formato de globo, e podem nascer de ramos jovens ou velhos. Outras espécies próximas da graviola, especialmente a falsa-graviola ou araticum (Annona montana), normalmente são confundidas e comercializadas como gravioleira, mas produzem frutas pouco saborosas. A intimidade da gravioleira Segundo engenheiro agrônomo Ryozuke Kavati, embora seja uma árvore hermafrodita, a fecundação da gravioleira acontece por meio da polinização. "As estruturas masculinas e femininas de sua flor amadurecem em períodos diferentes.", explica. Os insetos polinizadores, normalmente pequenos besouros, saem de uma flor recobertos de grãos de pólen e são atraídos para flores em início de abertura, quando as estruturas femininas estão receptivas. Lá eles se abrigam e acabam transferindo o pólen para essas estruturas. Após a polinização, as frutas levam de 150 a 180 dias para atingir o ponto de consumo, dependendo da temperatura. Variam de tamanho (podem pesar de 1kg a 8 kg), e de sabor: a polpa pode ser bastante ácida ou adocicada. As ácidas servem para a indústria de sucos e sorvetes; e as doces podem ser consumidas in natura.

Como Consumir a graviola

A graviola não é, como muitos pensam, um fruto típico do Brasil. Ele é originário da região das Antilhas. A árvore da graviola possui um porte pequeno, atingindo, aproximadamente, 5 metros de altura. No Brasil é produzida, principalmente, na região Nordeste. Necessita de clima úmido para se desenvolver adequadamente. As árvores produzem o fruto durante todo o ano, portanto não existe época definida como é o caso de outros frutos. Possui um formato oval, sendo que a casca apresenta cor verde. A casca não é lisa, pois apresenta pequenas elevações ("espinhos") de cor escura. No aspecto de sabor assemelha-se muito com a fruta do conde. A parte interna é formada por uma polpa branca de sabor suavemente adocicado. Apresenta também, em sua parte interna, uma grande quantidade de semente na cor preta. Em média, uma graviola pode atingir de 1 a 2 quilos. Porém, há casos de frutos que chegam a 6 quilos. Por ser uma fruta tropical é muito utilizada na fabricação de sucos. Possui uma boa quantidade de fibras e de vitaminas.

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