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Jalapa

Jalapa

Trata-se de uma planta herbácea, de caule trepador, quadrangular e sem gavinhas. As folhas são ovais, inteiras, algo angulosas, acuminadas e verde-escuras na face superior e esbranquiçada na inferior. Nome Científico: Convolvulus operculatus. Nome Popular: Jalapa, Batata-de-purga, Raiz de Jeticuçu, Mechoacão, Mechoacão-do-peru, Briônia-da-américa, flor-de-quatro-horas, ruibarbo-branco, em português. Família Botânica: Convolvulaceae. Parte Utilizada: Raiz. Princípios Ativos: São pouco conhecidos. Indicações e Ações Farmacológicas: Popularmente é uma planta depurativa nas moléstias da pele e também laxativa e purgativa, além das irregularidades menstruais e na hemorragia nasal. Toxicidade/Contra-indicações: Não há referências nas literaturas consultadas. Dosagem e Modo de Usar: Na dose de 5 a 6 gramas da raiz para um copo de água é laxativo. Na dose de 10 a 12 gramas, é purgativo e na dose de 20 a 22 gramas é drástico.

CAPIM DOURADO E A COLEÇÃO JALAPA

A Coleção Jalapa nasce de uma iniciativa do SEBRAE-TO, que entre suas estratégias, propôs-se fomentar o segmento artesanal, valorizando a cultura tocantinense através do resgate do Capim Dourado. As principais preocupações dessa parceria incluem o aperfeiçoamento da qualidade da produção artesanal, a permanência da tradição e a melhoria das condições sociais dos artesãos, promovendo a inserção competitiva do artesanato na região do Jalapão nos mercados nacionais e internacionais, proporcionando o desenvolvimento sustentável da atividade artesanal através do fortalecimento dos pequenos negócios. Com a realização da Vivência – Capim Dourado, pretende-se desenvolver produtos com valor agregado, valorizando o artesão e a região turística do Jalapão, tornando o artesão co-responsável pela valorização dessa riqueza natural, bem como estratégia de geração de emprego e renda. O CONVITE PARA PARTICIPARMOS DA "VIVÊNCIA – CAPIM DOURADO" "O trabalho é bacana. Não é fácil, mas é uma cachaça daquelas!". Esse foi o convite (já irrecusável!) da queridíssima Heloísa Crocco, coordenadora do Projeto Piracema, amiga, artista plástica e designer gaúcha cujo trabalho é movido pelas riquezas do artesanato brasileiro, por suas viagens pela Amazônia, pelo Piauí ou por uma pequena aldeia de cultura nativa da América do Sul. Heloisa é responsável pelo Laboratório Piracema Design, um núcleo de pesquisa da forma brasileira, idealizador do Projeto Piracema: Vivências que ajuda na formação de profissionais para atuação em programas de aproximação entre design e artesanato. O projeto, que já passou por diversas regiões do Brasil, objetivou valorizar a cultura tocantinense com o resgate do uso do Capim Dourado, que brota nas veredas do Jalapão, como matéria-prima para artesanato. O Piracema, que é uma parceria com o SEBRAE, trabalha a aproximação entre o design e o artesanato, com programas que incluem aulas teóricas, práticas, experimentações criativas, visitas, estudos de diagnóstico e as vivências, que são essas imersões em comunidade de artesãos. Pra quem não conhece, o Capim Dourado é aquela palha bem característica do Jalapão (divisa entre os estados do Tocantins e da Bahia) – uma região de solo bem arenoso, onde a palha ocorre nas veredas, que são os vales mais úmidos.

Maravilha Mirabilis jalapa

Maravilha (Mirabilis jalapa) é uma planta ornamental que disponibiliza a variedade de cores como a cor vermelha, rosa, amarela, branca etc. Em seu nome, Mirabilis, do latim, significa maravilha ou admirável, e Jalapa é um nome de uma cidade mexicana, mas dizem que essa planta tem sido exportada a partir dos Andes Peruanos, em 1540. Um aspecto curioso desta planta é que as flores de diferentes cores podem ser encontradas simultaneamente em uma mesma planta. Além disso, uma flor sozinha pode ter manchas de cores diferentes. Outro ponto interessante é um fenômeno de mudança de cor, por exemplo, as flores amarelas, quando a planta amadurece, elas podem mudar gradualmente para uma cor rosa escura. Da mesma forma, as flores brancas podem mudar a luz violeta. As flores são polinizadas pelas mariposas de língua longa da família Sphingidae e outros polinizadores noturnos atraídos pela fragrância

Mirabilis jalapa - Jalapa

Nomes populares Jalapa, batata-de-purga, bonina, erva-de-santa-catarina, erva-triste, maravilha, munuminha Nome científico Mirabilis jalapa L. Basionônio Sinônimos Mirabilis dichotoma L. Mirabilis odorata L. Nyctago jalapa (L.) DC. Família Nyctaginaceae Tipo Subespontânea Descrição Planta herbácea, polianual, ereta, bastante enfolhada, de 0,60 a 1,10m de altura. O caule é ramificado, cilíndrico, liso, glabro, herbáceo, verde, pigmentado de vermelho-violáceo nas áreas expostas ao sol, suculento e com os nós entumescidos. As folhas são simples, lanceoladas, ovais, moles, lisas, inteiras, glabras, dentadas e opostas, medindo 10 a 12cm de comprimento por 5 a 8cm de largura. Flores hipocrateriformes de invólucro parecendo cálice, agrupadas em cimos terminais. As sépalas são vermelhas, róseas, amarelas, brancas ou mescladas. As flores abrem-se ao entardecer, permanecendo abertas e perfumosas durante toda a noite, ou quando o dia estiver nublado. Fruto cariopse, ovóide, preto, de pericarpo rugoso, semelhante ao fruto da pimenta-do-reino, contendo um aquênio ou antocarpo. A raiz tuberosa é espessa, suculenta, escura externamente e branca internamente (PALANTAS MEDICINAIS, 2001). Característica Floração / frutificação Dispersão Hábitat Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista e Floresta Estacional Semidecidual. Distribuição geográfica Norte (Amazonas, Acre), Nordeste (Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (SÁ, 2010). Etimologia Propriedades Fitoquímica A raiz contém um produto resinóide de fécula e muita potassa. A raiz tuberosa produz um líquido amarelo rico em bradicinina. Fitoterapia As raízes tem aplicações na medicina popular como purgativa, drástica, emeto-catártica, antidiarréica, antidisentérica, antisifilítica, anti-hidrópica, antileucorréica e anti-herpética. As flores quentes e untadas com óleo são maturativas. As flores e raízes são também diuréticas. É provável que a planta seja antiofídica, pois o lagarto Teiú cava o solo para comer a raiz sempre que é picado de cobra. O amido, que é abundante, e o sumo das folhas, servem para eliminar sardas e panos do rosto, quando macerado com limão até formar uma pasta mole. Flores e raízes também são indicadas para lenir dores de ouvido. Fitoeconomia As folhas novas, quando cozidas, são comestíveis. O caule e a raiz são uma das maiores fontes de potassa vegetal. Injúria A raiz é tóxica e as sementes são extremamente venenosas. Planta ornamental que pode tornar-se daninha, infestando terrenos baldios, jardins e pomares.

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