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Nó de cachorro

Nó de cachorro

Chá de nó de cachorro
Você já ouviu falar em chá de Nó de Cachorro? Esse chá é feito a partir das raízes e da casca de uma planta brasileiríssima, que é facilmente encontrada na região centro-oeste do país em meio à vegetação do cerrado, principalmente nos estados de Mato Grosso e Goiás.

O chá da planta vem sendo estudado por muitos especialistas há algum tempo e ganhou mais fama no meio científico depois que descobriu-se que nele estavam contidas substâncias que reduziam os efeitos colaterais da Ciclosporina, um remédio muito utilizado no combate a doenças auto-imunes e nos pacientes que foram submetidos a transplantes de órgão há pouco tempo.

Os benefícios para quem toma o chá

Medindo entre 1m e 1,5m de altura o Nó de Cachorro, de nome científico "Heteropteris aphrodisiaca", ficou conhecido no Brasil (e fora dele) graças ao seu poder afrodisíaco e revigorante, mas não são apenas esses benefícios que podemos encontrar no chá. Propriedades medicinais que combatem as debilidades nervosas também são encontradas no Nó de Cachorro, que também é antioxidante, hipocolesterolêmico e vasodilatador.

Também é comum o uso de chá de Nó de Cachorro como auxiliar nos tratamentos de visão, de úlceras, reumatismo e para melhorar a memória.

Como fazer o chá de Nó-de-cachorro?

Em uma panela coloque um litro de água e duas colheres de sopa de raiz de Nó de Cachorro.
Leve a panela ao fogo, espere começar a ferver e desligue depois de dez minutos.
Mantenha a panela tampada e deixe a mistura "descansando" durante outros dez minutos.
Coe e beba morno ou gelado.
Aconselha-se o consumo de duas a três xícaras de chá por dia, para que os efeitos do Nó de Cachorro sejam sentidos mais rapidamente.

Contraindicações

Como nada é perfeito, em contrapartida a enorme quantidade de benefícios que o Nó de Cachorro trás para o organismo, a contraindicação do chá também chama atenção. Caso seja tomado em excesso, o chá de Nó de Cachorro pode provocar danos ao sistema reprodutor, principalmente o masculino, chegando até a causar infertilidade, em alguns casos.

Nó de Cachorro Heteropterys aphrodisiaca

Produtos disponíveis:
70 gramas em pó = R$8.90
Qtd:

Nó de Cachorro (<i>Heteropterys aphrodisiaca</i>)

Nota: Nota: 5
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O nó de cachorro (Heteropterys aphrodisiaca) tem propriedades tônicas, afrodisíacas e depurativas. É usada para ácido úrico, fortalecimento dos ossos, debilidades nervosas, anti-desintérica, doenças venéreas, males oftálmicos (catarata e conjuntivite), males uterinos, fortalecimento muscular e eczemas na pele.

Uso medicinal:

É considerada uma planta com propriedades rejuvenescedoras. É famosa em Mato Grosso cachaça com raiz de nó-de-cachorro, tomada diariamente pelos pantaneiros. O vinho com as raízes de nó-de-cachorro é utilizado também pelas mulheres no período da menopausa.

Formas de preparo:

70g do pó deve ser misturado a uma garrafa de aguardente (afrodisíaca) ou vinho (depurativo do sangue). Recomenda-se a dose de um cálice pequeno pela manhã tanto da cachaça como do vinho.

O chá é indicado para agravos como diabetes, diarréia, gripe, infecções: intestinal e renal.
Como fazer: Coloque 2 colheres de sopa (folhas) para um litro de água.
Deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso. Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.
Pó : Use uma colher de café de nó de cachorro em pó, misturado em 2 copos de água morna, adoçado a gosto. Toma-se 3 xícaras por dia.

Veja para que serve Nó de Cachorro

Nó de Cachorro (Heteropterys aphodisiaca)

Esta é uma planta que vem sendo muito pesquisada por professores da Faculdade de Medicina da UNIFEST (Universidade Federal de São Paulo). Trata-se de uma planta nativa das regiões de cerrado e pântano. O que caracteriza esta planta são partes engrossadas e alguns nós presentes nas raízes, semelhante ao pênis do cachorro, o que acabou originando o nome popular da planta. Esta planta apresenta porte arbustivo, podendo atingir até 1,3 metros de altura, com ramos de cor avermelhada, inflorescência com flores de cor amarelada e sem fragrância.

Popularmente é muito empregada em Goiás e principalmente no Mato Grosso, principalmente pelos pântanos. Utilizam as raízes ou a entrecasca da planta, e é muito comum colocarem em uma garrafa de cachaça para o preparo de uma garrafada. Esta fica de cor avermelhada e é empregada para vários fins terapêuticos. É prática comum nestas regiões tomar antes das refeições um gole de pinga onde tem um pedaço da raiz do Nó-de-Cachorro, dizendo que "faz bem para os nervos". Também empregam esta raiz para facilitar o trabalho de parto, no diabetes, como tônico mental e afrodisíaco, depurativo, na desinteira, como auxiliar na eliminação do ácido úrico, das doenças venéreas e em problemas uterinos e até oftálmicos.

Os estudos desta planta têm mostrado resultados impressionantes. Testes com ratos (para obtenção de registro do fitoterápico no Ministério da Saúde é necessário apresentar uma série de estudos e um deles é o pré-clinico, ou seja, em animais) têm mostrado que é uma planta praticamente atóxica, tanto no uso em altas doses por um período curto (toxicidade aguda), quanto em doses pequenas mas por um período longo (toxidade crônica).

Em outro trabalho, ficou demonstrado que animais velhos que usaram esta planta por um período longo, apresentaram uma capacidade de aprendizado e de melhoria da memória muito superior aos animais que não a ingeriram. Mais uma vez confirmando uma das aplicações desta planta pela sabedoria popular.

Uma comparação dos níveis de aprendizado entre ratos, novos e velhos que usaram e não usaram esta planta, mostrou resultados surpreendentes. Os ratos idosos que fizeram uso desta planta tiveram o mesmo índice de aprendizagem que os ratos novos, confirmando mais uma vez sua capacidade tônica e estimulante mental. Efeitos anti-oxidantes em cérebros de ratos também foram relatados, tanto em estudos in vitro quanto in vivo.

Os resultados foram obtidos com o uso constante e por um período longo, mostrando que provavelmente estamos diante de uma planta adaptógena, como o Ginseng, Fáfia e Ginseng siberiano entre outras.

Seguindo a seqüência dos estudos, o próximo passo, uma vez confirmados em animais, é realizar estes testes em seres humanos sadios, e é justamente o que está sendo feito. Até o momento demonstrou-se que também para seres humanos não apresenta efeitos colaterais. Devido ao seu mecanismo de ação, alguns profissionais estão acreditando que esta planta possa até mesmo substituir o Ginkgo biloba no tratamento de várias doenças, já relatadas no artigo publicado no número passado deste jornal.

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