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Chá de BELADONA

Chá de BELADONA

Beladona: Planta Medicinal indicada em caso de problemas do sistema nervoso ou da digestão bem específicos. É prescrita sob estrita supervisão médica e é geralmente encontrada em forma de gotas. Nomes Nome em português: Beladona Nome latim: Atropa belladonna (L.) Nome inglês: belladonna, black cherry, devil's herb Nome francês: Belladone Nome alemão: Tollkirsche, Schlafkirsche Nome italiano: belladonna Família Solanaceae (Solanáceas) Constituintes Alcalóides (escopolamina, hiosciamina), flavonóides, cumarina Partes utilizadas Folha seca (às vezes com as flores e os frutos) Propriedades da beladona Parasimpatolítico, espasmolítico, inibidor da secreção, analgésico Indicações Tratamento anticolinérgico, cólicas gastrointestinais ou abdominais, asma, prisão de ventre,... * Atenção, não utilize medicamentos à base de beladona ou a própria planta em automedicação, estes remédios devem sempre ser prescritos por um médico. Efeitos secundários Podem ocorrer vários efeitos secundários. Na compra de um medicamento, queira ler a bula e pedir orientações a um especialista. Contra-indicações Inúmeras contra-indicações (miastenia, megacólon,...). Na compra de um medicamento, queira ler a bula e pedir orientações a um especialista Interações Na compra de um medicamento, queira ler a bula e pedir orientações a um especialista Preparações à base de beladona - Tintura de beladona (por ex. em forma de gotas)

Chá de BELADONA

Um jovem de 15 anos faleceu, alegadamente intoxicado, na quarta- -feira, no Funchal, depois de beber um chá de beladona, uma planta com efeitos alucinogénios, popularmente conhecida como "erva-do-diabo". Segundo o "Jornal da Madeira", a planta foi recolhida na praia Formosa, mas pode ser encontrada nos jardins da região. O incidente ocorreu por volta do meio-dia, na localidade de Papagaio Verde. Outros três jovens, com idades compreendidas entre os 15 e os 19 anos, e que terão ingerido a substância na companhia da vítima, foram internados no Hospital Central do Funchal, tendo recebido alta ontem de manhã. A beladona, cientificamente denominada de "Atropa belladonna L.", quando ingerida em quantidades elevadas, pode provocar efeitos psicoactivos, como alucinações, náuseas ou cegueira. De acordo com o professor da Faculdade de Farmácia de Coimbra, Carlos Cavaleiro, a ingestão de uma a nove bagas pode ser suficiente para causar a morte, uma vez que a planta tem na sua composição um alcalóide muito activo, a hiosciamina, que desencadeia efeitos tóxicos. À medida que a intoxicação vai ocorrendo, regista-se um aumento da actividade nervosa, tremores musculares e, eventualmente, alucinações com delírio, que podem culminar no aumento dos ritmos cardíaco e respiratório, coma e posterior morte. O especialista referiu, também, que já foram registados mais incidentes com a ingestão das bagas da beladona, nomeadamente com crianças.

Propriedades da beladona

Propriedades da beladona Parasimpatolítico, espasmolítico, inibidor da secreção, analgésico Indicações Tratamento anticolinérgico, cólicas gastrointestinais ou abdominais, asma, prisão de ventre,... * Atenção, não utilize medicamentos à base de beladona ou a própria planta em automedicação, estes remédios devem sempre ser prescritos por um médico. Efeitos secundários Podem ocorrer vários efeitos secundários. Na compra de um medicamento, queira ler a bula e pedir orientações a um especialista. Contra-indicações Inúmeras contra-indicações (miastenia, megacólon,...). Na compra de um medicamento, queira ler a bula e pedir orientações a um especialista Interações Na compra de um medicamento, queira ler a bula e pedir orientações a um especialista Preparações à base de beladona - Tintura de beladona (por ex. em forma de gotas)

Beladama, erva-midriática, erva-moura-­furiosa, erva-envenenada

NOMES VULGARES: Beladama, erva-midriática, erva-moura-­furiosa, erva-envenenada. HABITAT E DISTRIBUIÇÃO Planta vivaz herbácea da Europa Central e Meridional, Norte de África e Ásia Ocidental, espontânea nos solos calcários sombrios, nas matas e regiões montanhosas. Muito cultivada. PARTES UTILIZADAS Folhas, por vezes misturadas com sumidades floridas. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA Tem ação parassimpaticolítica (midriática, broncodilatadora, vasoconstritora, diminui as secreções, diminui a sudorese, antiespasmódica digestiva). Exter­ namente tem efeito analgésico. USOS MÉDICOS Espasmos e cólicas gastrintestinais e biliares; broncospasmo; excessos de secreções: nasais, salivares, gástricas (hipercloridria) e de suor. Usada na observação oftalmológica, principalmente os alcalóides. Perturbações neurológicas com espasmos e rigidez muscular PRINCIPAIS INDICAÇÕES Como antiespasmódico em cólicas e contraturas musculares; na insuficiência cardíaca ligeira pela sua ação dromotrópica e cronotrópica positiva. USOS APROVADOS Espasmos e cólicas gastrintestinais e biliares. CONTRA-INDICAÇÕES Taquicardia, arritmias, adenoma prostático, glaucoma, edema agudo do pulmão. Estenoses gastrintestinais. Não usar com antidepressivos tricíclicos e com quinidina.

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