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Chá de BUCHINHA DO NORTE

Chá de BUCHINHA DO NORTE

Buchinha do Norte - Como Usar Buchinha, Cabacinha, "Luffa..." com frutos pequenos, ásperos, que contem a substância buchinina (de uso medicinal), é também conhecida como cabacinha, abobrinha-do-norte, bucha-dos-caçadores. O Suco da polpa usado como vermífugo, frutos secos são purgativos, vomitivos e diuréticos e usados no tratamento de oftalmias e herpes. É purgativo para aves e utilizado como bucha para armas. Relativamente ao uso da Buchinha do Norte. Ao que pude apurar, a dose terapêutica é de 1/4 (um quarto - uma parte duma buchinha partida em quatro) de buchinha para um litro de água. Não ferver a buchinha. Juntar água bem quente e deixar em infusão de um dia para o outro (cerca de 8 a 10 horas). Tomar SÓ 25 a 30 gotas, uma vez ao dia. Ao mesmo tempo a pessoa deve-se fornecer de carvão activado (usado, em cápsulas ou comprimidos, para diarreia e gases intestinais), medicamento de venda livre em Farmácias e afins, que deve começar a tomar 8 a 12 horas depois de tomar a buchinha, ou antes se tiver dores de cabeça, para evitar o envenenamento devido à buchinha.

BUCHINHA DO NORTE Luffa operculata

Luffa operculata Descrição : Planta da família das Cucurbitaceae, também conhecida como cabacinha, buchinha, bucha dos paulistas, purga de João Pais, abobrinha do norte, abobrinha do mato, bucha dos caçadores, purga de bicho, purga de bucha, purga de alope, endoço, burcha dos pescadores, purga dos paulistas, bucha do norte, capa de bode, buchinha do nordeste. É uma trepadeira de caule com 5 ânguloso, gavinhas simples ou bífidas, compridas e vilosas. Folhas longo-pecioladas, cordiformes ou reniformes, angulosas ou lobadas (de 3 à 5 lobos), um pouco ásperas. Flores amarelas, campanuladas, pequenas, axilares. Frutos ovóides, moles, pequenos, ásperos e com pequenas nervuras ou saliências espinescentes e seriados. Sementes compridas, lisas, com as margens regulares, sem alas. Parte utilizada : Fruto Seco. Plantio : Multiplicação: reproduz-se por sementes; Cultivo: em solos arenosos e secos; Colheita: colhem-se as buchinhas quando maduras. Habitat: E cultivada em varios paises de clima quente, com fins medicinais. É erva uma invasora e daninha, aparecendo em pastos e terrenos baldios em quase todo o pais.

Buchinha do Norte é indicada para tratamento de sinusites

A Buchinha do Norte é indicada para tratamento de sinusites como um remédio natural. É só fazer um chá com uma buchinha: Ferva a água e coloque uma buchinha no copo, despeje um pouco de água fervente, tampe o copo e deixe esfriar, depois de bem fria, pingar umas gotas em cada narina pelo menos 1 vez ao dia. Tomar cuidado para não tomar o chá é tóxico, porém, para limpar as vias respiratórias é muito boa. Esta planta é nativa do Brasil, tipo trepadeira e de frutos meio que espinhentos. Sinusite – informações sobre a doença: Entre as várias doenças que afetam as vias respiratórias, a sinusite é uma das mais complexas pois afeta os seios da face (cavidades existentes dentro dos ossos faciais). A cabeça pesada, a dificuldade de abertura dos olhos, e a respiração difícil são os sintomas mais comuns. A sinusite nada mais é que a inflamação destes seios da face. Essas cavidades são preenchidas por ar e se comunicam com o nariz através de pequenos canais. Quando um desses canais fica obstruído, sofre acúmulo de secreção purulenta e a mucosa que reveste os seios incha. Está desencadeando um processo inflamatório. Adultos e crianças sofrem desse mal indiscriminadamente. Sintomas A doença pode ser confundida com uma simples gripe pela semelhança dos sintomas. São comuns as tonturas, febre, perda de apetite, dores fortes e pulsáteis nos ossos da face, olhos avermelhados e lacrimejantes, nariz com secreção verde e amarela em grande quantidade e com cheiro forte. Algumas pessoas são mais susceptíveis à sinusite quando há mudança brusca de temperatura, passando de quente para frio. Isso independe de fatores genéticos.

Principais Propriedades BUCHINHA DO NORTE

Principais Propriedades : Das espécies Luffa acutangula Roxb., L. cylindrica (L.) Roem. e L. aegyptiaca Mill. foram isoladas glicoproteínas com ações inibidoras da síntese protéica, embriotóxicas e abortivas, propriedades estas demonstradas em animais de laboratório (Ngai et al. 1992a, 1992b e 1993 apud Schenkel et al., 2001). Da espécie L. operculata propriamente dita, não há experimentos específicos com o objetivo de elucidar a ação abortiva do fruto. O trabalho mais significante foi realizado por Matos & Gottlieb em 1967. Neste, os autores isolaram do extrato aquoso do fruto um princípio amargo denominado isocucurbitacina B. As cucurbitacinas são esteróides resultantes da oxidação de triterpenos tetracíclicos e estão largamente distribuídas na família Cucurbitaceae. Para estas substâncias as atividades biológicas descritas na literatura são ações descongestionantes, laxativas, hemolíticas, embriotóxicas e abortivas. Recentemente trabalhos sobre o efeito necrótico destas substâncias em tumores estão sendo publicados. Assim, em virtude da série de relatos confirmando a toxicidade das cucurbitacinas, admite-se que a isocucurbitacina B seja o princípio tóxico de L. operculata. Toxologia : Nos casos descritos de intoxicação os sintomas apareceram cerca de 24 horas após a ingestão do chá. Náuseas, vômitos, dores abdominais e dores de cabeça são os sintomas primários, subseqüentemente advêm hemorragias, podendo ocorrer o coma e a morte. Para o tratamento são recomendados apenas a administração de carvão ativado, e tratamento sintomático para distúrbios gastrintestinais. Princípios Ativos: M-carboxifenil alanina, cucurbitacina B, isocucurbitacina B, cucurbitacina D, gipsogenina e luperosídeos A, B, C, D, E, F, g e H. Os frutos contém um princípio amargo chamado buchinina. Propriedades medicinais: Descongestionante, drástico, laxante. Frutos: emenagogos, vermífugos, drásticos, vomitivos, hidragogos, anti-herpéticos, purgativos, expectorantes, anti-sinusíticos, esternutatórios, descongestionantes nasais, adstringentes, antidiabéticos e anti-sépticos. Sementes: anti-helmíntico. Indicações: rinite, ameba, herpes, sinusite, amenorréia, ascite, inflamações genito-urinárias e oftálmicas, hematomas, úlceras, feridas, hidropisia, clorose. Contra-indicações/cuidados: CUIDADO: TÓXICA. Indicada para sinusites e rinites é para ser utilizada apenas para uso externo nasal. Jamais deve ser fervida pois suas substâncias de princípio ativo têm característica cáustica sobre a mucosa nasal, podendo provocar hemorragias e danos a mucosa. Efeitos colaterais: Dose elevada irrita mucosa e em uso interno é hemorrágica. Provoca náuseas, cólica, fortes dejeções. Superdosagem: Como e uma planta ainda não estudada convenientemente, e difícil estabelecer um limite entre suas dosagens terapêuticas e tóxicas. Sabe-se que seu uso prolongado pode levar também a alterações do fígado e da função renal. Em caso de ingestão deve-se proceder as medidas usuais - lavagem estomacal, sonda naso-gástrica e tratamento sintomatico das reações apresentadas. Em caso de reações alergicas e fotodermite por uso externo, o tratamento deverá ser sintomatico e proporcional a reaçao apresentada. Modo de usar: - Colutório (para sinusite): 1 colher das de café de cloreto de sódio puro em uma xícara das de chá de água. Descascar a buchinha e retirar um pedaço fino com 1 cm 2 de área e colocar na solução salina. Deixar e maceração por 5 dias e coar. Pingar 1 a 2 gotas nas narinas de manhã e à noite. Não assoar o nariz; deixar que o fluxo escorra naturalmente. Repetir até no máximo 5 dias. - Colutório (outra receita): ferver 1 g do fruto em água. Esfriar e pingar uma gota na narina. - Cortar a buchinha em 4 fatias, deixar uma das fatias de molho em água mineral por uma noite. Na manhã seguinte, gotejar esta água nas fossas nasais, 2 vezes ao dia e inspirar profundamente. Farmacologia: Há relatos de seus possíveis efeitos medicinais mas não foram encontrados estudos comprobatórios de sua eficácia para estas indicações; Frutos: emenagogos, vermifugos, drásticos, emeticos, hidragogos, anti-her-peticos, purgativos, expectorantes, anti-sinusite, descongestionante nasal, adstrin-gente, anti-diabeti-cos e anti-septicos; Sementes: anti-helmiticas; Ressaltamos que em função de sua elevadatoxidade, so o uso em sinusites, com o devido acompanhamento, podera ser tolerado.

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