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Chá de Cajueiro

Chá de Cajueiro

As Virtudes do Caju e o Cajueiro O cajú (Anacardium occidentale) pertencente a família da Anacardiaceae é um pseudofruto, pois o que entendemos como o fruto é constituído de duas pares a parte do fruto é a castanha e a parte rosada amarelada é o pendúnculo. Fruto nativo do Brasil, o caju foi levado pelos portugueses do Brasil para a Ásia e a África, hoje é produzido no Vietnam, Nigéria, Índia, Indonésia, Guiné-Bissau, Moçambique e Brasil. A mais antiga descrição escrita do fruto é de André Thevet, em 1558. Posteriormente, Maurício de Nassau protegeu os cajueiros por decreto, e fez o seu doce, em compotas, chegar às melhores mesas da Europa. A parte suculenta é a do penduncúlo rico em vitamina C e ferro do qual fazemos o suco, depois de beneficiado são preparados passas de cajú, rapaduras e a bebida cajuína. O seu suco fermenta rapidamente e pode ser destilado para produzir uma aguardente. Do bagaço, suas fibras, ricas em aminoácidos e vitaminas, misturadas com temperos, é feita a "carne de caju".Existe uma variedade enorme de pratos feitos com o caju e com a castanha de caju. O fruto propriamente dito é duro e oleaginoso, mais conhecido como "castanha de caju", cuja semente é consumida depois do fruto ser assado a fim de remover a casca. Ao natural, salgado ou assado com açúcar. A extração da amêndoa da castanha de caju depois de seca, é um processo que exige tempo, método e mão-de-obra. Antes da chegada dos portugueses, o caju já era alimento básico das populações local. Os tremembé já fermentavam o suco do caju, o mocororó, que era e é bebido na cerimônia do Torém. Na língua tupi, acaiu (caju) significa noz que se produz. O método de extração da amêndoa da castanha de caju utilizado pelos indígenas era a sua torragem direta no fogo, para eliminar o "Líquido da Castanha de Caju" ou LCC (depois de beneficiado é utilizado em resinas, materiais de fricção como em lonas de freio e o outros produtos derivados; vernizes; detergente industrial; inseticida; fungicida e até biodiesel). Depois do esfriamento da amêndoa é quebrada a casca para sua retirada a castanha.

Chá de Cajueiro planta brasileira

O Cajueiro é uma planta brasileira, amplamente distribuída pelo litoral nordestino. Desde da época do descobrimento, os índios já consumiam o caju como fruta fresca ou bebida fermentada. Pertence à família Anacardiceae, é perene e apresenta crescimento contínuo, podendo atingir até 20 metros de altura. O pedúnculo (falso fruto) é o que se consome ao natural. De coloração vermelha ou amarela, possui de 180 a 230 mg de vitamina C por 100 g de suco. INDICAÇÃO: O chá de Cajueiro é indicado como diurético e afrodisíaco, e contra fraqueza em geral, diabete, tosses, catarro, cólicas, doenças da pele, hipertensão, inchaço. Uso externo: Inflamação da garganta, aftas (gargarejo), tumores, inflamações vaginais, cansaço dos pés e frieiras.(uso no banho). COMO FAZER: Coloque 2 colheres de sopa para um litro de água. Deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, desligue o fogo e abafe por dez minutos.

Chá de Cajueiro recomendados pela ANVISA

Chá de Cajueiro Mais um dos medicamentos recomendados pela ANVISA, desta vez utilizando a árvore que fornece os cajus, o cajueiro (Anacardium occidentale). O grande benefícios desse chá é tratar a diarreia que não tenha sido causada por infecção. Você vai precisar de: 4,5 g (uma colher de sopa e meia da entrecasca do cajueiro 150ml de água (uma xícara de chá) co sopa) Modo de Preparo: Deve-se fazer decocção dos ingredientes citados, deixando tudo a ferver por cerca de cinco a dez minutos. Posologia Beber uma xícara de chá de três a quatro vezes por dia. Precauções Não utilizar por mais tempo que o recomendado. Também evitar durante a gravidez Não utilizar com medicamentos anticoagulantes, corticóides e antiinflamatórios.

Caju que tem propriedades cicatrizante, antiinflamatória e analgésica.

Além de dona Valdete, outras 45 pessoas já se trataram com a película natural do caju, que tem propriedades cicatrizante, antiinflamatória e analgésica. A acajumembrana foi descoberta pela pesquisadora e professora da Faculdade de Enfermagem de João Pessoa Salete Horácio da Silva, que há mais de 20 anos se dedica a descobrir e comprovar cientificamente o poder das plantas. "Leva de 15 dias a um mês para ficar pronto. É um processo natural da fermentação", diz. O processo tem de ser no laboratório, mas a aplicação é simples. É só cortar a película do tamanho que quiser e colocar em cima do machucado. A membrana do caju vai aderir como uma segunda pele. E o melhor de tudo: não pesa no bolso. "É uma economia estupenda no bolso do usuário, porque uma pomadinha custa entre R$ 15 e R$ 20, e isso aqui praticamente fica de graça", ressalta a pesquisadora, que não pretende ganhar dinheiro com a descoberta. O tratamento é distribuído de graça para as pessoas mais necessitadas, que contribuem doando matéria-prima, ou seja, caju. "Do cajueiro, tudo se aproveita – desde a raiz até a folha mais novinha. A folha mais tenra serve para afta. É preciso fazer uma infusão e bochechar. A raiz serve para problemas intestinais e respiratórios. A casca serve para tosse", descreve a pesquisadora. De chá a pasta de dente, muitas riquezas são extraídas dessa árvore, que já foi muito disputada. "Os índios faziam guerras para ocupar os espaços onde havia mais cajueiros, para festejar, casar, brincar", conta Salete Horácio da Silva. Muito antes de o Brasil ser descoberto, os índios potiguara habitavam o litoral da Paraíba, onde permanecem até hoje e guardam com eles um conhecimento ancestral sobre o uso da plantas medicinais. É esse saber popular, repassado de geração em geração, que despertou o interesse dos pesquisadores que têm muito o que aprender com os índios. E foi justamente em uma aldeia potigara que a professora Salete Horácio da Silva descobriu a acajumembrana, dez anos atrás. Hoje ela retorna uma vez por semana para distribuir remédios caseiros e ensinar princípios básicos de saúde e higiene. Mas, acima de tudo trocar, experiências. "À medida que conversamos com o povo aprendemos e ensinamos", diz a pesquisadora. A casa da índia potiguara Lenita da Silva, mulher do cacique Vicente, funciona como ponto de encontro dos moradores. No local, gente simples, sem condições de comprar medicamentos convencionais, se reúne para aprender com a pesquisadora. "Mastruz é bom para tosse", ensina. A sabedoria desse povo é herdada junto com muitas tradições. O costume é antigo e em quase toda casa da aldeia se encontra um cantinho com ervas medicinais. É como se fosse uma pequena farmácia, sempre ao alcance dos moradores. Dona Lenita põe para secar as plantas que ela mais usa junto à imagem de Jesus Cristo. "A flor da sabugueira é para febre; o feijão-gandu, para tosse; a colônia, para depressão", relata. Quando recebe visita, dona Lenita costuma ir para a cozinha fazer um chá. "Chá de hortelã miúda é bom para digestão e abre o apetite. Eu acredito no efeito curativo das plantas. Se não fossem minhas plantas, não sei o que seria de mim. Planta é um santo remédio, nunca há de faltar na minha casa. Em todo canto eu planto", diz. Para Salete Horácio da Silva, essa comunhão entre os conhecimentos popular e científico virou uma missão de vida. "Eu tenho admiração pelos índios, porque eles amam a natureza. Eu dou minha vida por isso. Eu vivo para isso. Essa é a minha missão"

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