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Chá de Cambara

Chá de Cambara

Pesquisadores confirmam propriedades medicinais do Cambará e o estudo será divulgado internacionalmente Estudo das propriedades antiespasmódica do cambará. Esse é título do primeiro trabalho laboratorial elaborado pelo curso de Medicina da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e divulgado internacionalmente. Depois de dois anos de pesquisa, o professor e farmacologista, Valfredo Schlemper, juntamente com a professora Suzana Regina Melo e o estudante Samuel Antonio Freitas, comprovam cientificamente, e pela primeira vez, o poder medicinal do cambará, planta encontrada exclusivamente na Floresta das Araucárias da região Serrana Catarinense, hoje em extinção, devido sua utilização para a produção de palanques, que delimitam as fazendas da região. Segundo os pesquisadores, a partir dos relatos étinico-botânicos com as populações caboclas, indígenas e os tropeiros que passaram pela região foi que se deu início efetivamente à pesquisa. O material para os estudos foram coletas no interior do município de Bom Retiro. "Temos a preocupação de utilizar plantas puras, sem a contaminação de beira de estrada", diz Samuel. Depois disso, as folhas foram processadas no laboratório de farmacologia e posteriormente o extrato bruto aplicado no órgão isolado, ou seja, no músculo liso do intestino e pulmão da cobaia. "Ano que vem, pretendemos fazer o teste no pulmão do bovino", adianta Schlemper.

Cambará Origem Benefícios

Cambará – Origem Benefícios A Cambará ou Gochnatia polymorpha (Less) Cabr. é uma árvore de médio porte encontrada em vários estados brasileiros e também no Paraguai, Uruguai e na Argentina. A cambará, conhecida também como candeia, cambará-de-folha-grande, cambará-do-mato e cambará-guacú, é uma árvore robusta que tem sua madeira muito utilizada no campo para a confecção de moirões de cerca. Na medicina popular, as folhas do Cambará são utilizadas em chás, no tratamento das afecções pulmonares, como expectorante, no combate à gripe, tosse, coqueluche e asma. Os índios de várias etnias do Paraná e Santa Catarina usam a casca do caule no tratamento do reumatismo ósseo.

Cambará – Veja suas propriedades

Cambará – Veja suas propriedades om certeza todo mundo já deve ter ouvido alguma vez na vida aquelas receitas famosas da avó, que são à base de plantas que curam tudo! Muitas são apenas crenças populares, mas outras são estudadas e sua eficácia no combate a algumas doenças são realmente comprovadas. Uma dessas famosas plantas é o Cambará, alvo de diversos estudos que realizam pesquisas em cima da planta no intuito de comprovar as qualidades medicinais que ela tem. Estudos da folha do Cambará Há séculos a folha do Cambará é usada pelas pessoas para o tratamento de dores abdominais, respiratórias e de obstrução nasal. Pesquisadores usaram, em um laboratório, um porquinho da índia, animal que é normalmente usado por pesquisadores desde o século 19 como modelo de sugestão gastrointestinal e respiratório dos humanos. Partes do intestino da cobaia foram retirados e neles foram simulados cólicas intestinais com mediadores químicos produzidos pelo organismo humano. Depois foram aplicado neles o extrato da folha da planta, e foi notado nesse experimento uma atividade antiespasmódica maior no intestino, ou seja, o remédio fez efeito. Com essa experiência os pesquisadores obtiveram resultados significantes e assim, recentemente, conseguiram comprovar cientificamente a eficiência da folha do cambará no combate a doenças abdominais e respiratórias.

Outras indicações populares

Além dos benefícios reconhecidos cientificamente, a folha do cambará também é popularmente usada no tratamento de outros problemas como: Febre Dor de ouvido Coqueluche Reumatismo Espasmos Estudo é reconhecido Depois de comprovadas as qualidades do cambará, foram enviados os estudos à revistas científicas em farmacologia de produtos naturais. A Research Journal of Medicinal Plant aceitou seus resultados e publicou em uma de suas edições. Para que os benefícios dessa planta cheguem a nossas casas ainda são necessárias muitas etapas, uma delas é realizar testes em camundongos para provar se o extrato do cambará é ou não tóxico e depois fazer testes em humanos para analisar possíveis efeitos colaterais e isso pode demorar muito tempo.

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