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Chá de Catinga de Mulata

Chá de Catinga de Mulata

Forte no combate a dores musculares e com grande poder cicatrizante, a planta catinga de mulata está sendo cada vez mais consumida em forma de chá, apesar de seu uso externo ser mais difundido. Pessoas com problemas com vermes e piolhos são as mais beneficiadas com o consumo do chá da planta. A planta A planta catinga de mulata é conhecida pelo Brasil por outros nomes como Erva de São Marcos, Atanásia e Tanaceto, e além de ser muito utilizada por aqui é comumente utilizada nos países europeus e asiáticos e na América do Norte. Quando atinge a maturidade a planta, que cientificamente chama-se Tanacetum Vulgare L., atinge cerca de 1 metro e dá origem a muitas flores amarelas. São conhecidas variações da catinga de mulata, e cada uma possui características bem específicas, por isso tome cuidado com a procedência da erva. Benefícios O uso externo da planta catinga de mulata contribui para a cura acelerada de furúnculos, psoríase e feridas, assim como afasta piolhos. Já a ingestão do chá da planta é usada nos tratamentos contra gota, reumatismo, aerofagia, bronquite, dismenorreia e problemas nos rins. O chá também alivia as dores nas articulações e nos músculos, além de ser muito eficaz no combate a vermes intestinais, principalmente contra a conhecida lombriga. Quem sofre com asma e taquicardia é beneficiado com o consumo do chá, que também é parceiro das mulheres no período menstrual, pois alivia as cólicas típicas do período. Na plana são encontradas substâncias antioxidantes, os flavonoides, que impedem o envelhecimento precoce das células e uma grande quantidade de vitamina C.

Como consumir a catinga de mulata

Apesar de serem mais conhecidas as propriedades do uso externo da planta catinga de mulata, a ingestão da mesma em forma de infusão está se tornando cada vez mais comum. Quando administrada em forma de chá deve ser evitada por gestantes, lactantes e crianças menores de 2 anos. Aprenda a fazer o chá: Ferva um litro de água filtrada e desligue o fogo; Coloque duas colheres de sopa da erva seca na água, mexa e tampe a panela; Mantenha o chá abafado por cerca de dez minutos antes de coar; Beba duas xícaras por dia, sem adoçar ou adoçado com mel.

Chá da planta catinga de mulata

Chá da planta catinga de mulata A catinga de mulata (Tanacetum vulgare) também é conhecida como erva de São Marcos, tanaceto, tasneira e atanásia. É uma erva medicinal facilmente encontrada na América do Sul, Europa e América do Norte, caracterizada por um arbusto de pequeno porte e com flores amarelas (beirando o dourado), que costumam florescer no verão, formando uma camada densa de flores; já suas folhas são de coloração verde-escura, com aroma forte e folículos dentados. Seu talo é robusto e tem cerca de 60 a 90 cm de altura. Um de seus usos mais comuns é pelo candomblé, que utiliza a erva para o preparo de loções e águas de cheiro que protegem contra os maus fluidos. Aparentemente, é uma erva normal, contudo, a catinga de mulata produz um chá muito poderoso, que é frequentemente utilizado pela medicina alternativa, devido a seus benefícios. Propriedades e benefícios da catinga de mulata É usada, principalmente, como vermicida. Pois a catinga de mulata é extremamente tóxica a vermes intestinais. Ajuda as mulheres na regularização da incômoda menstruação. Combate problemas "comuns" como taquicardia e epilepsia. Ajuda no tratamento da asma, da gota, do histerismo, do reumatismo, da aerofagia, da bronquite e da dismenorréia. Ameniza dores musculares, articulares e reumáticas. Diminui as flatulências. Trata problemas menstruais e nos rins. Esses benefícios são para quem bebe o chá de catinga de mulata, mas a erva também pode ser utilizada em problemas externos e apresenta ótimos resultados. Alguns desses problemas externos são feridas, furúnculos, psoríase e os temidos piolhos. Só é preciso aplicar o azeite desta planta sobre a área lesionada.

Como fazer o chá de catinga de mulata

Como fazer o chá de catinga de mulata O chá é de fácil preparo: coloque um litro de água no forno, quando levantar fervura, desligue o fogo e adicione duas colheres (de sopa) da erva catinga de mulata. Tampe o recipiente da mistura e deixe abafado por mais ou menos 10 minutos. Em seguida, coe e espere esfriar. Só adoce se preferir e se não estiver de regime. A dosagem correta é de duas a três xícaras do chá durante o dia. Cuidado Quanto às contraindicações, a chá não deve ser tomado por gestantes, pois é um pouco tóxico e pode vir a ocasionar em um indesejado aborto espontâneo – e em mulheres em fase de amamentação também não é recomendado. Além disso, o uso de altas doses pode ocasionar em diversos problemas, que vão do vômito até convulsões. O ideal mesmo é consultar um médico antes de qualquer tratamento, mesmo os naturais. TANACETO Tanacetum vulgare Descrição : Da família das Compostas, tambêm conhecida como atanásia, atanásia das boticas, erva contra vermes, erva de são marcos, erva dos vermes, erva lombrigueira, palma, tanásia, tasneira e catinga de mulata. Planta vivaz de caule ereto, folhas divididas em folíolos dentados e aromáticos. Os capítulos florais com flores amarelas e sem lígulas, pode atingir até 70 centímentros de altura, as folhas alternas, possuem corte semelhante a samanbaia e tem 15 centímetros de comprimento, flores achatadas, redondas, de um dourado opaco. Essa planta é facilmente conhecida por causa de sua fragância acre, mais agradável. Dizem que seu odor afasta formigas e moscas. É uma planta invasora de locais abandonados e é geralmente encontrada nas bordas de estrada e em áreas baldias por todas as regiões de clima temperado na América. A catinga de mulata é citada como uma erva daninha nociva em várias regiões dos Estados Unidos; A catinga de mulata é uma planta resistente, aromática e perene, que cresce ereta em grandes conjuntos de plantas, e geralmente chegam a 1,5 m de altura, mas ocasionalmente podem chegar até 2 m. Suas hastes são lisas e na maior parte sem pêlos, frequentemente possui uma cor vermelho púrpura e se ramifica extensivamente na parte superior. As folhas não possuem pecíolos e crescem alternadamente em torno da haste, com uma forma estreita, em formato de lança e dividida em folículas delicadas, dando uma aparência similar àquela da samambaia. De julho a outubro as plantas maduras carregam cachos densos de flores pequenas, que são amarelas, assemelham-se a botões e medem aproximadamente 3,5 cm de largura. As sementes são marrons-amareíadas com 5 coroas dentadas curtas. A planta emite um odor forte quando esmagada, que foi descrito como desagradável. A erva de São Tiago (Senecio jacobea) pode ser distinta da catinga de mulata por suas flores de raio (pétalas), pela a ausência de folhas dentadas, e pela longa franja de pêlos macios e brancos que reveste as sementes. Partes Utilizadas - Flores e sementes. História: A catinga de mulata é usada extensivamente na medicina tradicional por séculos, apesar de seu conhecido potencial de toxicidade; Registros do século VIII sobre o uso da erva por Charlemagne e pelos monges Beneditinos suíços para o tratamento de parasitas intestinais, reumatismo, febres, e distúrbios digestivos; Grandes doses eram usadas para induzir o aborto e inversamente, doses menores para melhorar a fertilidade e prevenir o aborto; Registros medievais também descrevem o tanaceto como um agente culinário usado para substituir a noz-moscada e a canela, e usado também para fazer um chá de gosto amargo. O pudim de tanaceto era uma iguaria geralmente associada à quaresma; Registros históricos americanos descrevem o uso do tanaceto em sudários e grinaldas fúlebres. Em 1688, o primeiro presidente da Universidade dê Harvard foi enterrado usando uma coroa da erva, em um caixão revestido com mesma. Quando o cemitério de harvard foi realocado em 1846, a catinga de mulata no caixão ainda possuía sua forma original e fragrância. Os mericanos coloniais exploraram as propriedades reservativas da erva, usando-a para embalar a carne e outros produtos perecíveis. Um governador dos estado de massachusets do século XVII, listou o tanaceto como uma planta necessária em jardins coloniais de ervas. Os índios mericanos supostamente usavam-na como um repelente de inseíos; O tanaceto tinha um papel nos rituais fúnebres regos. O nome tanásia (um dos nomes comuns da anacetum vulgare) é derivado da palavra grega athanon que significa imortal, talvez devido da natureza duradoura flor ou por causa da sua habilidade de preservar cadáves contra a decomposição. Plantio : É encontrada em abundância em locais desabitados, em solo secos e pobre. Existe uma variedade de jardim, cuja as folhas são cortadas em segmentos mais finos e reservados. Origem: É nativa da Europa e foi introduzida na América do Norte, provavelmente para o uso em remédios populares ou como uma planta decorativa. Propriedades : Vermífuga, emenagoga, anti-helmítica, estomáquicae anti-inflamatória. Indicações : Indicado no combate a lombrigas e oxiúros. Provoca e regulariza a menstruação. Uso pediátrico: Esta erva não é considerada segura para o consumo ou uso humano. Uso na gestação e na lactação: Contra-indicação absoluta. Efeito s emenagogos e abortivos foram relatados Principios Ativos : Ácido tanásico e essência tanacetona, óleo essencial: mais de 30 quimiotipos - terpenos, beta-jona, tujona, cânfora, isopinocamtona, trans-crisantenil-etato, sabineno, acetato de bornil, germacreno D . ictonas sesquiterpénicas: partenolídeo; Flavonas: ipatorina, jaceosidina, apigenina, díosmetina, jaceidina, sosidina e quercetina. Contra-indicações/cuidados: Gestantes, lactantes, crianças. O ácido tanásico e a tanacetona são tóxicos. Doses excessivas podem causar intoxicações. As doses devem ser determinadas com grande prudência, pois todo o excesso de consumo provoca uma congestão da região da bacia (órgãos abdominais), com lesões renais e nervosas, inflamação dos órgãos nutricionais e sexuais, vômitos, convulsões, ação vasodilatadora em gestantes, fica presente no leite das lactantes. A essência da planta, injetada na veia de animais, provoca convulsões semelhantes às da hidrofobia, inflamação no tubo digestivo, podendo resultar em espasmos violentos, paralisia do coração e morte. O óleo pode causar dermatite de contato. Aborto. Efeitos colaterais: A ingestão da catinga de mulata e seus extratos foi relatada causar uma toxicidade sistémica séria em animais e seres humanos. Fatalidades ocorreram. A exposição prolongada a catinga de mulata pode causar a dermatite de contato. Um extrato da erva é rotineiramente incluído em uma mistura padrão para o teste de alergia a plantas da família Asteraceae. Uma sensibilidade cruzada forte entre o crisântemo e a catinga de mulata existe. A presença de partenolídeos em ambas as espécies pode ser uma causa possível, enquanto a arbusculina-A e a tanacetina também foram indicadas como agentes de sensibilização. A prevalência da hipersensibilidade a catinga de mulata foi relatada em 60,6% e 77% em pacientes sensíveis a Asteraceae (aproximadamente 2% da população de pacientes europeus testados). Os pacientes que apresentam a dermatite de contato podem estar expostos à planta de forma ocupacional (comércio da flor), expostos em seus jardins particulares, ou por meio de cosméticos, sabonetes ou shampoos naturais. Clinicamente, as lesões ocorrem mais frequente-mente no rosto, dedos, mãos, e antebraço. Precauções: Esta erva não é considerada segura para o consumo ou uso humano. Toxicologia: Uma pequena quantidade, como apenas 10 gotas do óleo podem ser letais, mas uma recuperação foi relatada após a ingestão de 15 ml (5Ogotas). O chá também é igualmente fatal. Os sintomas de envenenamento interno da erva incluem o pulso rápido e fraco, gastrite severa, espasmos violentos, convulsões e o sangramento uterino. Medidas de tratamento após a apresentação de sinais de intoxicação incluem lavagem gástrica ou emese. A tujona é provavelmente responsável pela maior parte da toxicidade associada com a planta. O envenenamento crónico pelo uso prolongado também pode ocorrer. Modo de preparo : - Infusão de 2 g de folhas secas em 200 ml de água. Tomar 2 a 3 xícaras (chá) ao dia; - Infusão de 20 g de flores em meio litro de água fervente. Filtrar quando estiver morno e tomar 2 xícaras ao dia: dismenorréia; Como vermicida é necessário usar purgante depois de usar o cravo-de-defunto pois ele paralisa os vermes intestinais (lombrigas e oxiúros), e não chegua a matá-los, mas facilita a sua expulsão. Posologia: Não há nenhuma evidência clínica para guiar uma dosagem específica da catinga de mulata. O uso clássico do óleo como um vermífugo indica o uso de uma dose de 0,1 g/dia. Farmacologia: Tanaceto fresco rende entre 0,2% e 0,6% de óleos láteis de composição extremamente variável. A variilidade é maior, ambos em termos de quantidade e alidade, dependendo do método de extração usado terpenos compõem a maior parte do óleo volátil. As plantas cultivadas nos Estados Unidos, Canadá, e Inglaterra, o componente principal é a beta-tujona. Alguns genõtipos contêm até 95% de tujona, enquanto trás variedades possuem quantidades quase insigcantes de tujona. Os componentes principais de :ros genótipos incluem a cânfora, isopinocamfona, ns-crisantenil acetato, sabineno, acetato de bornil, ermacreno D. Lactonas sesquiterpénicas, principalnte partenolídeo, são os componentes principais em lagens desprovidas de tujona. A presença das wias eupatorina, jaceosidina, apigenina, diosme-t, jaceidina, jaeosidina, e quercetína também foram conservadas; A associação entre atributos morfológicos planta e sua composição química foi investigada no aceto finlandês. A linhagem com os talos mais foram associados com um grande rendimento de fora e 1,8-cineol. Plantas com quimiotipos mistura- possuíam talos mais curtos; Evidência que suposto uso do tanaceto para qualquer indicação farmacológica litada ou não existente. Embora parasitas anelídeos sejam ados pela tujona e então expelidos pela atividade stáltica do intestino, o risco de toxicidade é muito elevada rara justificar seu uso como um vermífugo. Similarmen-te, seu uso como um emenagogo á perigoso; Antiinflamatório; Partenolídeo, o componente principal de alguns genótipos do tanaceto, interrompe a atívação das plaqueta, induz a expressão da ciclo-oxigenase-2 nos macrófagos e ativa a NF-7B; Resultados de estudos em animais - O edema da orelha de camundongos foi inibido em 93% por uma fração de um extraio de tanaceto enrique-cido com partenolídeos. Uma inibição similar ocorreu usando a indometacina (85%) e uma fração enriquecida com jaceosidina (80%). Os efeitos contra o edema da pata induzido por carrageena foram mais modestos (25% e 8% com f rações de partenolídeo e de jaceosidina, respectiva-mente); Resultados de estudos clínicos : Pesquisa da literatura não revela nenhum dado clínico a respeito do uso do tanaceto para indicações antiinflamatórias; Antiúlcera; As lactonas sesquiterpénicas possuem um efeito cito protetor contra as úlceras gástricas, possivelmente causadas por interações entre o grupo alfa-metileno-gama-lactona e os componentes tiolatos na mucosa gástrica. Flavonóides isolados do tanaceto podem também exercer um efeito tópico em úlceras. Resultados de estudos em animais - Uma redução dependente da dose nas lesões gástricas induzidas por álcool em ratos foi observada com o uso de um extraio olorofórmico de um genótipo de Tanacetum vulgare rico em partenolídeos. Inibição de úlceras foi similar nos animais administrados o mesmo extrato (inibição de 71 % nas lesões gástricas e 91 % de úlceras, em uma dose de 40 mg/kg); Resultados de estudos clínicos - Pesquisa da literatura não revela nenhum dado clínico a respeito do uso da catinga de mulata como um agente do antiúlcera; Antimicrobial; O tanaceto possui algum grau de atividade aníimicrobial in vitro contra as bactérias gam-positivas e gram-negatívas. Organismos suscetíveis a um extrato hidroalcóolico da Tanacetum vulgare incluem o Bacillus subtilis, Escherichia Coli, e Pseudomonas aeruginosa. Alguma atividade contra a Cândida krusei a Cândida tropicalis foi igualmente obser-vada; Resultados de estudos em animais. Os extratos aquosos da planta inativaram parcialmente o vírus da encefaliíe in vitro mas induziram a resistência ao vírus em ratos contaminados; Resultados de estudos clínicos Pesquisa da literatura não revela nenhum dado clínico a respeito do uso da catinga de mulata como um agente antimicrobiano; Inseticida; O óleo de tanaceto tem uma atividade repelente de insetos forte, mas esta atividade inseticida é afetada pelo método de extração do óleo. Análises biológicas associaram a presença do 1,8-cineol, acetato de bomil, e da cânfora com a atividade repelen-te mais forte, e a presença de tujona com propriedades inseticidas. Os besouros da batata do Colorado (Leptinotarea decemlineata) foram fortemente repelidos por um óleo comerciai de tanaceto e por um produto de destilação a vapor das folhas e flores frescas da erva. Uma preparação de lactona sesquiterpénicas isoladas do Tanacetum vulgare inibiu da aíividade de alimentação do afídio do repolho (Brevicoryne brassioae) com uma eficiência de 80% a 100%. Uma aíividade elevada contra o besouro da farinha (Tenebrio molitor), a mosca-branca de casa de vegetação (Trialerodes vaporariorium) e a Teranychus urtiae Koch também foi observada; O processo de extração afetou a mortalidade dos ácaros rajados, tratados com um extrato de 4% de tanaceto. As taxas de mortalidade para os extratos obtidos pela destilação na água ou a vapor foram 60% e 75%, respectivamente, com-parados com 16% obtido com um processo de extração usando um forno microondas. O DL50 foi 0,054 e 0,046 mg/ cm2 para processos de extração com água e destilação a vapor, respectivamente. O DL50 do processo que utiliza o forno de microondas foi inconclusivo. O agente ativo neste estudo era provavelmente a tujona, o componente prin-cipal em todos os 3 extratos testados (87% a 92% em com-posição)

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