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Chá de Cipo Cravo

Chá de Cipo Cravo

O Cipó Cravo é uma espécie arbustiva da flora brasileira, conhecida Poe cipó cravo em virtude do seu aroma lembrar o do cravo. São conhecidas pela Farmacopéia dos Estados Unidos do Brasil 2ª edição (1959) as espécies Tynnanthus fasciculatus Miers., Tynnanthus elagans Miers e outras espécies do mesmo gênero. Os seus caules são aromáticos, cilíndricos, sub-quadrangulares e nodosos. A superfície externa é acinzentada ou pardo-avermelhada. Na secção transversal observa-se a casca pardo-avermelhada pouco espessa e a zona do lenho de coloração amarelo-claro, com quatro entalhes ou mais onde estão localizados pedaços de líber, dispostos em cruz e que alternam com as linhas de inserção das folhas. O líber alarga-se para o exterior em forma de escada. A zona lenhosa mostra anéis concêntricos e neles numerosos orifícios visíveis a olho nu. A medula é quadrangular. Nome Científico: Tynnanthus fasciculatus Miers. Nome Popular: Cipó Cravo e Cipó Trindade, em português. Família Botânica: Bignoniaceae. Parte Utilizada: Cipó (caule). Princípios Ativos: traços de Óleo Essencial; Alcalóide: tinantina; Ácido Tinântico; Taninos; Resina; Açúcares; Cumarina. Indicações e Ações Farmacológicas: São atribuídas ao Cipó Cravo as propriedades de tônico estomacal, carminativo, aromático, sendo usado como corretivo de sabor das preparações iodadas. Toxicidade/Contra-indicações: Não há referências nas literaturas consultadas. Dosagem e Modo de Usar: A Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil 1ª edição (1926) cita o Extrato Fluido de Cipó Cravo e a Tintura de Cipó Cravo.

Chá - Cipó Cravo 50g

O Cipó Cravo é uma espécie arbustiva da flora brasileira, conhecida por cipó cravo em virtude do seu aroma lembrar o do cravo. São conhecidas pela Farmacopéia dos Estados Unidos do Brasil 2ª edição (1959) as espécies Tynnanthus fasciculatus Miers., Tynnanthus elagans Miers e outras espécies do mesmo gênero. Os seus caules são aromáticos, cilíndricos, sub-quadrangulares e nodosos. A superfície externa é acinzentada ou pardo-avermelhada. Na secção transversal observa-se a casca pardo-avermelhada pouco espessa e a zona do lenho de coloração amarelo-claro, com quatro entalhes ou mais onde estão localizados pedaços de líber, dispostos em cruz e que alternam com as linhas de inserção das folhas. O líber alarga-se para o exterior em forma de escada. A zona lenhosa mostra anéis concêntricos e neles numerosos orifícios visíveis a olho nu. A medula é quadrangular. Nome Científico: Tynnanthus fasciculatus Miers. Nome Popular: Cipó Cravo e Cipó Trindade, em português. Família Botânica: Bignoniaceae. Parte Utilizada: Cipó (caule). Princípios Ativos: traços de Óleo Essencial; Alcalóide: tinantina; Ácido Tinântico; Taninos; Resina; Açúcares; Cumarina. Indicações e Ações Farmacológicas: São atribuídas ao Cipó Cravo as propriedades de tônico estomacal, carminativo, aromático, sendo usado como corretivo de sabor das preparações iodadas.

Cipó-Cravo é usado popularmente para combater má digestão.

Mesmo quase completamente devastada, a Mata Atlântica ainda reserva surpresas em sua vegetação nativa. Já bastante utilizada na medicina popular, só agora a espécie Tynnanthus fasciculatus Miers, originária desse bioma brasileiro, teve suas propriedades farmacológicas estudadas. Pesquisadores do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comprovaram em testes com camundongos o efeito analgésico desse vegetal, mais conhecido como cipó-cravo ou cipó-trindade. Batizado com esse nome por exalar um perfume de cravo, esse cipó é utilizado como remédio caseiro há séculos para combater má digestão e dores no estômago. Ele também é adotado popularmente como um forte estimulante e afrodisíaco quando misturado ao álcool. Os resultados da pesquisa da Unifesp, primeiro estudo farmacológico feito sobre essa espécie, foram animadores, pois o extrato da planta não apresentou toxicidade quando administrado em camundongos. O estudo integra as pesquisas do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), e teve origem na monografia de fim de curso do estudante de biologia Daniel de Santi, orientado pela bióloga Rita Mattei. Os camundongos foram submetidos a dois testes para verificar suas respostas à dor. Num deles, eles deveriam ficar no máximo 30 segundos sobre uma placa aquecida a 55°C. No outro, uma solução com 0,8% de ácido acético aplicada nos animais causaria dores abdominais. "A planta protegeu os animais da dor ao diminuir o número de contorções abdominais induzidas por ácido acético e prolongar o tempo de resposta ao estímulo do calor no teste da placa quente", explica Rita Mattei. Estudos fitoquímicos prévios já haviam apontado nessa planta a presença do alcalóide tinantina, que, segundo Rita, poderia ser a substância responsável por sua propriedade analgésica. Porém, novos estudos seriam necessários para comprovar essa suspeita e determinar em que tipo de tratamento o cipó-cravo seria mais indicado. "Até o momento foram realizados apenas estudos preliminares com a planta", disse Rita. "Não é possível ainda dizer para que tipo de dor ela seria indicada ou mesmo se seria um analgésico forte". Até serem realizados testes com humanos, a bióloga acredita que serão necessários aproximadamente mais cinco anos de pesquisa. Além de possuir propriedade analgésica, a planta também apresentou uma ação antioxidante avaliada em teste in vitro, o que sugere que ela pode ter componentes que inibem a ação de radicais livres, produzidos durante a queima de oxigênio em nossas células e responsáveis pelo envelhecimento precoce.

Cipo cravo Tynnanthus fasciculatus

Nome Científico: ( Tynnanthus fasciculatus ) Parte utilizada: Lenho Indicação: Planta vinda da Bahia, trata gastrite , asia, e gases. Modo de usar: Se tiver indicação de terapeuta responsável: Uso Crianças até 01 ano: ½ colher de café (rasa) da erva triturada para 50 ml de água fervente. Crianças de 02 a 05 anos: 01 colher de café (cheia) para 100 ml de água fervente. Crianças de 06 a 10 anos: 01 colher de chá (rasa) para 01 xícara de água fervente. Acima de 10 anos e adultos: 01 colher de chá (cheia) para 01 xícara de chá de água fervente. Após adicionar a erva na água, tampe, aguarde 10 a 15 minutos ou até que a temperatura do chá seja confortável para tomar. Você pode usar o Extrato Floral equivalente no lugar do chá, é mais prático e pode ser levado para qualquer lugar por que é em gotas, o efeito é o mesmo. Aproveite para comprar 5 unidades de um ou mais chás para que o valor do frete fique pequeno por unidade! Contra-indicação: Gravidez e Lactantes. Teste Alérgico: Passe pequena porção do produto na pele próxima ao pulso, se ocorrer erupções ou avermelhamento da pele não use o produto. Atenção: Este produto não é um medicamento. Se não atingir o efeito desejado, procure um médico. ATENÇÃO! O uso eficiente de Florais leva no mínimo 03 meses dependendo do tempo da doença, além disso é necessário uma reeducação alimentar, principalmente em doenças advindas da má alimentação. 01 unidade de Floral Líquido com 30 ml da para: 30 dias - tomando uma vez por dia, 30 gotas em 200ml de água. 15 dias - tomando duas vezes por dia, 30 gotas em 200ml de água. 10 dias - tomando três vezes por dia, 30 gotas em 200ml de água. Obs.: Uma unidade não é o suficiente para qualquer doença! Floral não é medicamento e nem milagre, pois milagre só Jesus pode fazer. 01 unidade de Erva Rasurada ou em pó com 40 gramas da para: 14 dias - tomando uma vez por dia, 01 colher (chá) em 200ml de água fervente. 7 dias - tomando duas vezes por dia, 01 colher (chá) em 200ml de água fervente. 3 dias - tomando três vezes por dia, 01 colher (chá) em 200ml de água fervente.

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