Facebook

Chá de ipê roxo

Chá de ipê roxo

IPÊ ROXO - Tabebuia avellanedae Árvore regular até grande pouco ramificada, folhas digito-pente-folioladas, longo -pecioladas, folíolos com lâmina oblonga, atenuada na base e ápiceacuminado, agudo-serrilhados, flores róseas até roxo-claras, em panículas terminais, geralmente entre as folhas velhas, antes da brotação das novas, segundo Hoehne esta árvore floresce desde o segundo ano de vida, mesmo antes de atingir 1 metro de altura. INDICAÇÃO: O chá de Ipê roxo é usado como antifúngico, antimutagênico, úlceras, antibacteriano, antiinflamatório, artrite, candidíase, algumas formas de leucemia, anemia, diabetes, ovário, lupus, mal de parkson, osteomielite, psoríase, ulceras e problemas no útero. É UM ESTIMULANTE DO SISTEMA IMUNOLÓGICO, POSSUI PROPRIEDADES ADSTRINGENTES, ANTIINFLAMATÓRIAS E ANTICANCERÍGENAS. COMO FAZER: Coloque 2 colheres de sopa para um litro de água. Deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso. COMO BEBER: Tomar 2 a 3 xícaras ao dia.

Ipê-roxo é antifúngico

O ipê-roxo é antifúngico, antimutagênico, antibacteriano e antiinflamatório. É indicado nos casos de artrite, úlcera, algumas formas de leucemia, anemia, lúpus, mal de Parkson, osteomielite, psoríase e inflamações no útero e ovário. Tem propriedades adstringentes, antiinflamatórias e anticancerígenas, estimula o sistema imunológico e ajuda no controle da diabete. COMO FAZER O CHÁ Pegue duas colheres de sopa da erva, misture com um litro de água e deixe cozinhar por 5 minutos a partir do momento em que começa a ebulição. Quando amornar, coe e beba duas a três xícaras ao dia

IPÊ ROXO ou abebuia impetiginosa

IPÊ ROXO Tabebuia impetiginosa Descrição : Árvore que apresenta folhas com 5 folíolos, pecioladas e dentadas. As flores são roxas-violáceas, com cálice piloso e formam buquês terminais. Os ipês perdem as folhas antes do aparecimento de algumas gemas florais. Quando as flores aparecem, elas revestem todos os ramos que estão desfolhados, e proporcionam uma paisagem muito bela, com que poucas árvores podem competir. Após a florada, voltam as folhas e recobrir os ramos e aparecem os frutos, que são cápsuulas contendo sementes de ipê-roxo, habitantes da América tropical, sendo que no Brasil é que se encontra sua maior distribuição. Parte utilizada: Casca, folhas. Origem : América tropical, desde o México até a Argentina. No Brasil se encontra sua maior distribuição. Modo de Conservar : As cascas e os cernes devem ser secos ao sol. Guardar em sacos de pano, com posterior moagem para transformação em pó. As flores são utilizadas frescas ou secas à sombra e em local ventilado. Princípios Ativos: Ácido tânico, ácido lapáchico, antraquinonas, carboidratos, desoxilapachol, flavonóides, fibras, gorduras, lapachol, naftoquinonas, proteínas, sais minerais, sais alcalinos, saponinas, vitaminas. Propriedades medicinais: Adstringente, analgésico, antiblenorrágica, antimicrobiana (gram +), antiinflamatória, antiinfecciosa, antitumoral, antinevrálgica, anti-sifilítica, antibactericida, antifungo, depurativa, diurético. Indicações: Alergia, anemia, diabete, diarréia, câncer, candidiasis, catarro da uretra, colite, coceira, ovário, estimulante do sistema imunológico (prevenção de leucemia, diabete, câncer), feridas, fígado, fungo, garganta, inflamacão artrítica, leucemia, lupus, mal de Parkson, malária, osteomielite, problemas respiratórios, psoríase, queimaduras, úlcera, útero.

Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas

Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas Cientistas americanos descobriram que uma substância extraída da casca do ipê-roxo (Tabebuia avellanedae) "mata" um certo tipo de célula cancerígena, indicou em 2008 um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Segundo os pesquisadores do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, a descoberta pode abrir o caminho para um novo tratamento contra o tipo mais comum de câncer de pulmão. Um dos compostos tirados da casca da árvore, o "beta-lapachone", mostrou promissoras características anticancerígenas. Cientistas já estão utilizando a substância em testes clínicos para examinar seu resultado contra o câncer de pâncreas nos seres humanos. No entanto, até o momento ainda não se sabe como funciona o mecanismo que mata as células cancerígenas. "Basicamente, descobrimos o mecanismo de ação do beta-lapachone e uma forma de utilizar o remédio num tratamento individualizado", disse David Boothman, professor do Centro Oncológico Integral Harold Simmons e autor principal do estudo. Em sua pesquisa, os cientistas determinaram que o composto extraído da casca da árvore interage com uma enzima identificada como NQ01, encontrada em células de câncer pulmonar e outros tumores sólidos. Nos tumores, a substância é metabolizada e produz a morte celular sem danificar os tecidos não cancerosos, diz o estudo. A substância também altera a capacidade das células cancerígenas de reparar seu DNA, levando à sua morte. A radiação danifica o DNA das células, aumentando a presença de NQ01, segundo os cientistas. "Quando se dirige a radiação sobre um tumor, os níveis de NQ01 aumentam. Tratando as células com beta-lapachone, uma sinergia entre as duas substâncias leva a uma morte contundente" das células cancerígenas, disse Boothman.

Conheça historias de quem emagreceu