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cha para gota.

Gota, Ácido Úrico. Tratamento.
A Gota é a doença resultante do excesso de ácido úrico no organismo.
O ácido úrico resulta do metabolismo das proteínas. Quando a alimentação é desequilibrada, não ajustada às necessidades ou capacidades do organismo, ou quando o ácido úrico não é eliminado eficientemente, os seus cristais acumulam-se no organismo e nas articulações, provocando os sintomas da gota (que chegam ao ponto de afectar muito as capacidades motoras).

Para além da dieta (reduzindo substancialmente a ingestão de proteínas), há alguns remédios caseiros ou produtos naturais que são de grande utilidade para eliminar o excesso de ácido úrico.

Entre as plantas mais comuns e mais eficientes temos:
SALSAPARRILHA, cebola, pés de cereja, barbas de milho, cavalinha, ULMÁRIA (ou rainha dos prados), urtiga vulgar, groselheiro negro, zimbro, pinheiro, dente de leão, AIPO…

Nos tratamentos para o ácido úrico deve-se incluir a ALFALFA.
Alfalfa é uma planta FORTEMENTE ALCALINA que contém um largo espectro de vitaminas e sais minerais. Para além da sua acção de purificadora do sangue e tratamento do fígado, também se lhe atribuem propriedades anti bacterianas e anti virais capazes de inibir o crescimento de alguns vírus tais como o do herpes simplex…
A alfalfa também é excelente no crescimento (inclusive para falta de apetite), na menopausa, etc.

A Alfalfa, o Aipo e a cebola podem ser usados em sumo (suco), ou como qualquer outro hortícola. Encontram-se, em fresco, juntamente com os legumes e verduras. Podem ser usados crus (em saladas) ou levemente cozidos, na sopa, etc.

Das restantes plantas podem-se escolher as que estiverem mais à mão para fazer chá, ou adquirir em alguma outra forma galénica nas lojas da especialidade.

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Tratamento naturopático para gota e ácido úrico.

Tratamento naturopático para gota e ácido úrico
A primeira descrição clássica de gota no Ocidente foi em 1683, feita por Sydenham, médico inglês que sofria desse mal. Doença inflamatória muito dolorosa, pertencente à família do reumatismo. Em geral, afeta primeiro as articulações dos membros inferiores e depois as dos membros superiores, ocasionando avermelhamento, calor e inchação local. As primeiras crises manifestam-se à noite, precedidas pela ingestão excessiva de alimentos ricos em purina (proteína) e em ácido úrico, como também pela ingestão de bebidas alcoólicas e devido ao uso de certos medicamentos alopáticos (diuréticos), a trauma e à cirurgia. Caracteriza-se por uma dor articular aguda, normalmente unilateral, que pode acentuar-se no período da madrugada até o amanhecer, ou durante a realização de um esforço físico. A crise dura de 4 a 7 dias, podendo prolongar-se além desse tempo; se for muito intensa, o seu agravamento pode ocasionar febre baixa e calafrios.
Relacionada a fatores hereditários – em alguns casos, doença familiar –, alimentares e individuais, a gota é ocasionada pela elevação da concentração de ácido úrico (produto final do metabolismo das purinas orgânicas e alimentares) e derivados (uratos) no sangue e pelo seu depósito nas articulações e ao seu redor, na forma de cristais de monourato de sódio, que originam grumos inflamatórios, o que favorece o desenvolvimento da artrite gotosa. A gonartrose (artrose do joelho) é um bom exemplo desse problema.
O fato de uma pessoa apresentar níveis elevados de ácido úrico no sangue não implica que a mesma seja portadora de gota. No sangue, o ácido úrico se interage com o sódio, dando origem ao urato sódico. Os cristais de monourato de sódio podem depositar-se na membrana sinovial (fina membrana que umedece, nutre e forra o interior das cápsulas das articulações móveis), nas cartilagens, nas articulações, nas estruturas periarticulares, nos ossos, nos tecidos subcutâneos, nos tendões, nos rins e em outros tecidos do corpo, causando inflamações e danos.
Entre as doenças crônicas e as metabólicas, a gota é uma das mais controláveis, porém podem ocorrer crises esporádicas com intervalos agudos variáveis e imprevisíveis, principalmente, quando o problema não é tratado de forma adequada e efetiva. Crises muito freqüentes podem vir a causar lesões e alterações nos ossos e nas cartilagens das articulações.
A concentração normal de ácido úrico no sangue é de até 7,0 mg/100 ml. Diariamente, cerca de 200 a 600 mg de ácido úrico são excretados na urina de um adulto. Isso corresponde a 2/3 da quantidade produzida pelo organismo, sendo o restante excretado na bile e no trato gastrintestinal. Quase todo ácido úrico no sangue é filtrado pelos rins (apenas uma pequena quantidade ligada à proteína não é filtrada), mas 80% são reabsorvidos após a filtragem.
Cada país tem suas peculiaridades; dependendo, portanto, disso, até 18% da população poderão apresentar ácido úrico acima do limite citado. Mas somente cerca de 20% das pessoas com excesso de ácido úrico no sangue (hiperuricemia) desenvolverão a gota.

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Exame para fazer o exame do Ácido Úrico.

Exame para fazer o exame do Ácido Úrico
Condições de amostragem

24 horas de urina coletadas em um recipiente adequado contendo um anti-séptico. A urina vai ser mantida sob refrigeração, durante o período de coleta.
Relatório de todos os tratamentos em curso.

Interesse da dosagem

Quando o nível de ácido úrico no sangue sobe muito, ele precipita, principalmente nas articulações, e é responsável para a gota. Quando esta taxa é alta, parte do ácido úrico na urina passa, onde mais uma vez, pode precipitar, especialmente se a urina é ácida. Seu ensaio na urina, correlacionada com a dosagem no sangue, pode detectar uma remoção significativa em certas doenças como a gota ou certos tumores.
normal

2,4-4,8 mmol / 24 h ou 400 a 800 mg / 24 h
alterações patológicas

Aumento da excreção urinária:
Leucemia mielóide crônica, linfossarcoma, mieloma, policitemia
A doença de Wilson
Alguns tumores (câncer de pulmão)
Síndrome de Fanconi

diminuir:
gota
glomerulonefrite crônica
colágeno G
A lomérulonéphrite
Doença renal diabética

Medicamentos que possam interferir com o ensaio

Alopurinol, ácido éthacrinique, salicilatos, furosemida, fenilbutazona, probenecida, pirazinamida.

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Ácido úrico elevado.

Ácido úrico elevado
O ácido úrico é um composto orgânico produto fruto do metabolismo das proteínas pela acção de uma enzima. Quando em excesso no organismo pode provocar doenças como a gota e cálculos renais, de origem úrica.

ALIMENTOS ACONSELHADOS:
- Leite, iogurte magro e queijo branco
- Pão branco, bolos secos e biscoitos de água e sal
- Água e chás pouco fortes
- Arroz, batata e massas
- Pato e vaca
- Ovos
- Pescada, carapau, pargo, cachucho, faneca e corvina
- Vegetais e hortaliças – alho, abóbora, feijão verde, agrião, couve, alface, cenoura, lima, grelos e nabo
- Cebola e tomate com moderação
- Frutas – laranja, maçã, pêra, morango, melancia, tangerina
- Óleos vegetais em pouca quantidade
- Cozidos mas sem aproveitar a água da cozedura.

ALIMENTOS NÃO ACONSELHADOS:
- Pão de centeio
- Café, chocolate e cacau
- Bebidas alcoólicas
- Carnes defumadas, enchidos, porco, galinha, peru
- Miúdos (fígado, coração, moelas,…)
- Sardinha, marisco, lula, anchova, bacalhau, truta e salmão
- Favas, ervilhas, feijão, lentilha, grão-de-bico e trigo, espargos, brócolos, alho-porro, cogumelos e espinafre
- Cereja, nêspera, coco e ananás
- Castanha, nozes, avelã, amêndoa, pistaches e amendoim
- Grãos e sementes
- Molhos, caldos e refeições pré – cozinhadas
- Gorduras, principalmente a banha.

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Chas

  • cha verde emagrece

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