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Erva ÉNULA

Erva ÉNULA

A énula-campana tem um passado maravilhoso. Teofrasto, Dioscórides e Plínio na Antiguidade, Alberto, o Grande, e Santa Hildegarda na Idade Média e Mattioli no Renascimento enalteceram os seus méritos, e a sua fama manteve-se até à actualidade. Apenas a raiz é verdadeiramente activa. Depois de colhida, é cortada em pedaços e seca ao sol. Outrora, na Alemanha, possibilitava o fabrico de um vinho de énula, também chamado «potio Paulina», em memória da recomendação de S. Paulo a Timóteo para beber um pouco de vinho a fim de curar a debilidade do seu estômago. Na Alsácia, o reps é ainda hoje obtido pela maceração da raiz de énula-campana em mosto. O helenium deriva de helenion, nome grego da planta, que, por sua vez, parece derivar de Elenê; segundo a lenda, a planta nascera das lágrimas de Helena, mulher de Menelau, causa da Guerra de Tróia. A énula-campana é uma planta grande, outrora cultivada devido à sua raiz medicinal; abandonou, porém, as antigas plantações, encontrando-se actualmente muito difundida, embora desigualmente distribuída. Habitat da énula-campana: Europa, desigualmente distribuída, evadida das culturas antigas, valas, sebes; cultivada em Portugal como planta ornamental; até 800 m. Identificação da planta énula-campana: de 1 a 2 m de altura. Vivaz, caule robusto, erecto; folhas dentadas, espessas, esbranquiçadas na página inferior, sendo as caulinares sésseis, invaglnantes, as da base muito grandes, pecioladas; flores amarelas (Maio-Setembro), em grandes capítulos, invólucro com brácteas desiguais, lígulas compridas e numerosas; aquénio castanho, com papilho simples, avermelhado; raízes grossas.

Significado de Ênula

sf (lat inula) Bot V ênula-campana. Ê.-campana: erva alta, européia (Inula helenium), de flores compostas, raiadas de amarelo. Sua raiz é estimulante, béquica e tônica. Definição de Ênula Classe gramatical de ênula: Substantivo feminino Separação das sílabas de ênula: ê-nu-la Plural de ênula: ênulas.

Inula Helenum

Inula Helenum Descrição : Família das Compostas, também denominada ínula, conforme o seu nome latino. A mesma substância também se denomina dalina, helenia, helenina e sinan-terina. A reputação da ênula-campana remonta aos tempos antigos. Pode chegar até 40cm de altura, com flores hermafroditas, pequenas, branco-amareladas, dispostas na axila da folha superior, pétalas plenas e 4 ou 5 estames; seu fruto é uma cápsula glabra na base e hirta no ápice. Cresce a partir de um abase ou invólucro de folhas aveludadas, as folas da roseta basal são grandes, ovaladas e terminam em ponta, medem de 40 a 50 centímentros e cerca de 15 centímentros em suas partes mais largas. Uma outra espécie, W, douradinha St. Hil., da mesma família, é também planta lenhosa, de caule solitário e suas folhas e flores em infusão são úteis internamente nas afecções catarrais e externamente na lavagem de feridas, principalmente as de origem sifilítica. A homeopatia a emprega com o nome de Slemodia arenaria. Vegeta, de preferência nos lugares pedregosos. O nome Inula deriva de Helena de Tróia, pois segunda a lenda ela carregava um buquê dessas flores ao ser raptada por Páris e levada da Frígia. Outros afirmam que o nome vem da ilha de Helena, local onde essas plantas crescem com mais viscosidade. Porém antes de ser classificado por Lineu, era conhecida somente como enula campana, por ser encontrada na campanha italiana. Plantio : Prefere as pastagens úmidas e lugares meio sombreados. É extremamente adaptável. Cresce a beira de estradas, valas e campos abandonados. Princípios ativos : Sua raiz encerra a inulina, que é um polisacarídeo branco, insípido, semicristalino, muito semelhante ao amido, encontrado na seiva das raízes e rizomas de muitas plantas compostas, e especialmente nas do género Inula e Helianthus. Possui um pricípio ativo amargo chamado helenina, óleos voláteis, inulenina, mucilagens e outros. Ela participa da fórmula de muitos medicamentos modernos, tranformada em forma de frutose é usada na confeção de um pão para diabéticos. Indicações : Dioscorido fala dela como de um bom remédio contra a tosse. Ainda que menos ativo que o seu princípio químico, ela poderá ser útíl em certas bronquites catarrais. Muito recomendada contra o catarro brônquio e moléstias pulmonares, além de curar as cistites e as blenorragias. Como cataplasma é usada no tratamento de ciática e de nevragias. A água destilada da planta e raiz remove manchas na pele.

ENULA CAMPANA Inula Helenum, L.

Família das Compostas. Também denominada ínula, conforme o seu nome latino. Sua raiz encerra a inulina, que é um polisacarídeo branco, insípido, semicristalino, muito semelhante ao amido, encontrado na seiva das raízes e rizomas de muitas plantas compostas, e especialmente nas do gênero Inula e Hdianthus. A mesma substância também se denomina dalina, helênia, helenina e sinan-terina. A reputação da ênula-campana remonta aos tempos antigos. Dioscorido fala dela como de um bom remédio contra a tosse. Ainda que menos ativo que o seu princípio químico, ela poderá ser útil em certas bronquites catarrais. Indica-se como tintura (2 a 5g por dia), ou sob a forma de infusão (5 por lOOg). É igualmente recomendada a inalação preparada com água fervente a que se adiciona uma colherada (de café) de sua tintura, o que dá bons resultados nos doentes de traqueíte crônica. Todos os autores recomendam a maceração, durante oito dias, num litro de vinho espanhol, de 80 gramas de raiz de ênula-campana, atribuindo a esse preparado efeitos béquicos e tônicos.

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