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plantas medicinais.

Os naturalistas e as plantas medicinais -- Catálogo reúne informações de 101 espécies nativas registradas nos séculos 18 e 19 por figuras como Saint-Hilaire e Bernardino Gomes. Até o final do século 17, as florestas cobriam quase a metade do território de Minas Gerais. Na densa vegetação natural, centenas de espécies eram conhecidas e utilizadas com fins medicinais. Grande parte desse conhecimento se perdeu nos séculos seguintes, com o deslocamento e a dizimação dos povos nativos, o impacto da atividade mineradora e posteriormente das práticas agropecuárias, resultando no que os pesquisadores classificam como "intensa erosão genética e cultural".

» Ministério da Saúde - Plantas Medicinais - Veja neste site o programa do Ministério com relação ao emprego das plantas medicinais no SUS, veja a relação nacional das plantas de interesse, entre outros informes.

» Espécies usadas para alimentação ou medicamento correm mais risco de extinção - 18/05/2010 - EcoAgencia - Estudo mostra que diversos biomas, como a Amazônia, podem atingir um ponto de degradação irreversível, resultado principalmente do desmatamento e mudanças climáticas.
No dia 13 de maio, a Organização das Nações Unidas lançou um relatório que demonstra como os ecossistemas que sustentam a vida no planeta e a economia global estão em risco de rápida degradação e colapso irreversível.
A terceira edição do Panorama Global da Biodiversidade (GBO-3), produzido pela Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), confirma que os países falharam em atingir as metas de redução na taxa de perda de biodiversidade assumidas para 2010 e aponta que uma perda ainda maior está por vir se nada for feito.

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Plantas Medicinais em Psiquiatria.

O principal objetivo do II Simpósio: Plantas Medicinais em Psiquiatria – CEBRID será reunir estudantes, pesquisadores e outros profissionais interessados na pesquisa de plantas medicinais para discutir os principais avanços do uso de plantas medicinais na área de Psiquiatria. Nesse sentido, o simpósio pretende ser um ambiente propício para debates e trocas de informação, contato entre estudantes e pesquisadores de diferentes instituições do Brasil e do exterior.

Outros objetivos serão promover a divulgação das pesquisas com plantas medicinais utilizadas na psiquiatria; discutir as dificuldades encontradas pelos pesquisadores brasileiros para a obtenção, identificação taxonômica e estudos fitoquímicos, etnofarmacológicos e farmacológicos de plantas medicinais brasileiras; e contribuir para a produção de fitoterápicos ou novos fármacos obtidos de plantas medicinais. Informar os participantes sobre as Políticas e Programas Nacionais relacionados à pesquisa de Plantas Medicinais além de promover um debate construtivo sobre o Projeto de Lei de acesso ao patrimônio genético e conhecimento tradicional associado.

Metodologia

O primeiro Simpósio realizado para discutir o aproveitamento da biodivesidade no desenvolvimento de medicamentos em psiquiatria foi promovido pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, da Universidade Federal de São Paulo (CEBRID-UNIFESP) ocorreu nos dias 27 e 28 de novembro de 2003, em São Paulo.

O CEBRID é um órgão ligado à Universidade Federal de São Paulo que desde a década de 70 produz trabalhos com plantas medicinais e possui grande experiência na realização de eventos, incluindo alguns importantes congressos na área de plantas medicinais.

O simpósio dará oportunidade para futuros jovens cientistas, mestrandos e doutorandos, participarem dos trabalhos a serem apresentados por cientistas seniores e, ao mesmo tempo, tomarem conhecimento de que pesquisas científicas devem ter continuidade perante a sociedade no sentido de levar contribuições para eventuais decisões de ordem político-administrativas e de interesse para saúde pública.

O Simpósio acontecerá em São Paulo, entre os dias 4 e 5 de novembro de 2013, no Auditório Marcos Lindenberg da UNIFESP – Campus São Paulo e visa amealhar argumentos científicos favoráveis para discutir e enfatizar, o seu uso médico de plantas medicinais em psiquiatria. Na programação constam tópicos como os aspectos históricos, fitoquímicos e farmacológicos de plantas medicinais usadas em psiquiatria e o uso ritualístico e terapêutico de plantas com ação no sistema nervoso central, além de seus possíveis efeitos como antidepressivos, adaptógenos, estimulantes e para a memória.

O primeiro dia será dedicado aos palestrantes do exterior, que debaterão vários aspectos do atual uso médico de plantas medicinais, suas indicações, sucesso terapêutico, preparações, posologia e reações adversas. Haverá uma apresentação sobre a cultura dos índios do Xingu e as plantas medicinais usadas pela tribo para curar problemas relacionados com a mente. Para finalizar ocorrerá uma mesa redonda que discutirá as dificuldades para a integração entre a Psiquiatria e a Psicofarmacologia de Plantas Medicinais.

No segundo dia haverá conferências ministradas por palestrantes do exterior e palestrantes nacionais, as quais serão finalizadas com discussões para permitirem o debate entre a comunidade científica.

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plantas medicinais tratar doenças.

plantas medicinais
O uso de plantas para tratar doenças é tão antigo quanto a história da humanidade, mas saber conservar e usar cada tipo é fundamental para garantir que o remédio funcione.
Verdura de sabor ligeiramente amargo e bem popular na mesa brasileira. O agrião é um excelente anti-inflamatório das vias respiratórias, muito indicado nas bronquites crônicas. Ele também age contra um mal bem moderno: a nicotina - ainda que, claro, nenhuma planta apague de vez os seus estragos.

Nome científico: Nasturtium officinalis

Nomes populares: Agrião d´água, agrião-aquático, agrião-do-rio

Fins medicinais: Diurético, anti-inflamatório, pode ser usado para tratar aftas, gengivites, acne e eczemas, ajuda melhorar a digestão e tratar a tosse.

Como usar: A simples digestão do agrião libera substâncias expectorantes que ajudam a limpar as vias respiratórias. Pode ser consumido em saladas, batido em sucos ou tomado em chás ( 1 colher de sopa de folhas secas para uma xícara de chá de água fervente, três vezes ao dia)

Atenção! Por ser abortiva, a infusão de agrião não deve ser consumida por grávidas. Além disso, o excesso costuma irritar a mucosa do estômago e as vias urinárias. Não deve ser ingerido por quem tem úlceras e doenças renais inflamatórias

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Os princípios básicos da aromaterapia.

A aromaterapia é uma medicina natural baseada no uso de plantas aromáticas com fins terapêuticos. O aroma e a essência extraídos de diferentes plantas medicinais exercem um papel essencial nesta abordagem de cuidados.

Os princípios básicos da aromaterapia
A aromaterapia, como o próprio nome indica, «aroma» + «terapia» , consiste em aproveitar as virtudes curativas dos perfumes difundidos pelas essências das plantas aromáticas (em geral, óleos essenciais). Ela também recorre aos benefícios dos óleos essenciais, vegetais e do hidrolato aromático para tratar algumas doenças. O modo de tratamento de cada planta varia em função do tipo de substância desejada. De acordo com o objetivo do tratamento, os óleos essenciais podem ser utilizados em uso interno, externo, em complexo ou loção.

O complexo é uma mistura de vários óleos essenciais extraídos de diferentes plantas, a loção resulta de uma mistura de óleos essenciais com outros óleos vegetais. Apesar de serem utilizados como medicina alternativa, os óleos essenciais devem ser levados a sério e é preciso consultar um especialista antes de cada tratamento.

Os óleos essenciais (leia o nosso arquivo sobre os óleos essenciais)
Os óleos essenciais são especialmente conhecidos na aromaterapia, são substâncias secretadas diretamente pelas plantas ou obtidas por compressão da planta. De acordo com o tipo de planta, o óleo essencial pode ser obtido a partir das raízes, da casca, dos frutos ou ainda da flor. A quantidade e as virtudes do óleo variam em função da parte da qualele for extraído. Vários métodos podem ser utilizados para obter o óleo essencial contido em uma planta, entre os mais comuns estão a destilação, a extração mecânica, a infusão e a extração por solvente.

Os óleos essenciais das plantas medicinais são o coração da aromateria. Podemos citar alguns exemplos como: o óleo de argânia, que é conhecido por suas virtudes dermatológicas e a hortelã, que é eficaz no alívio dos problemas digestivos. As pessoas que sofrem com distúrbios respiratórios podem tirar proveito dos benefícios de algumas plantas como o limão, o louro ou o alecrim. Em caso de estresse ou ansiedade, o manjericão é indicado por suas virtudes apaziguadoras.

A aromaterapia na prática
Na aromaterapia, a aplicação propriamente dita é feita por três vias: interna, externa e aérea. No primeiro método, o paciente ingere os óleos essenciais misturados com óleo vegetal e mel. A absorção do óleo puro é proibida pois ela pode provocar irritações na região das mucosas. Para um uso melhor, determinados produtos são apresentados em forma de cápsulas prontas para ingerir ou em supositórios. O método externo consiste em penetrar os óleos essenciais através das camadas cutâneas. A aplicação é feita com o auxílio de uma massagem profunda com uma mistura de óleos e ungüento.

Por fim, quando utilizados por via aérea, os óleos essenciais devem ser conduzidos ao sistema respiratório. Anteriormente, a difusão dos óleos essenciais era efetuada com uma cerâmica porosa, porém o rendimento da evaporação do aroma necessário à terapia era fraco. A utilização de uma lâmpada ou uma vela também não é recomendada pois elas podem alterar as virtudes terapêuticas do produto. Os meios mais eficazes de aromaterapia por via aérea são os ventiladores sem filtros e os difusores equipados de um túnel de vento. Com esses dois meios de difusão, as propriedades dos óleos são conservadas e há uma maior cobertura do tratamento.

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Chas

  • cha verde emagrece

    Chas


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