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Figo da india.

Figo-da-índia está na moda
Habituámo-nos a ver o figo-da-índia em estado selvagem, nas beiras dos caminhos, mas está em transição avançada para um uso agrícola e comercial cujo desempenho começa a surpreender.
Afinal, é um cato suculento de onde tudo se aproveita, depois de vencida a agressividade dos picos. Certo é haver já um grupo de 60 amigos do figo-da-índia que se constituíram em associação (APROFIP), com sede em Alcoutim, embora ainda só 15 tenham optado pelo cultivo profissional, com uma média de 5 a 10 hectares por exploração, revela José Alves, vice-presidente da associação e consultor agrónomo para o cultivo da planta.
A prova de ser tudo muito recente reside na idade da exploração mais antiga: tem quatro anos, quase o tempo necessário para a planta atingir a maturidade. É em Sesimbra. Para a maior parte dos produtores ainda se trata apenas uma atividade acessória, mas promissora, dada a multiplicidade de usos viabilizados pela planta, bem conhecida da civilização Azteca, a ponto de se manter como um dos símbolos na bandeira do México. Estima-se que tenha chegado à Europa por volta do séc. XVI, nessa altura, com especial importância em Espanha.
Cultiva-se como quem planeia um campo de plantas em fila, com as palmas semi-enterradas que depois se multiplicam até formarem o arbusto como o conhecemos. Também dá para sebes, além de ter a nobre missão de evitar a erosão dos solos ou permitir a sua recuperação e também como corta-fogo. Dá-se bem com o calor, mas é hipersensível às temperaturas negativas.

A colheita, entre agosto, setembro (principalmente) e outubro, é a fase mais arrojada para os produtores: são precisas luvas especiais, óculos e roupa de proteção. Tem de ser de madrugada, enquanto os picos estão húmidos (com o calor, os poros presentes na casca do fruto dilatam e assim eles saem com mais facilidade), e a favor do vento, para não existir a possibilidade de os picos voarem em direção à pessoa que está a colher. O fruto apanha-se com um pouco de cato, mas tem de ser submetido aos cuidados de uma máquina para ficar sem picos. Daí vai para câmaras frigoríficas para melhor se conservar. Chega ao mercado fresco ou segue para transformação.

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O figo da Índia fruto.


COMPOSIÇÃO QUÍMICA : Calorias, água, hidratos de carbono, proteínas , gorduras, vitaminas A, B1, B2.

USO MEDICINAL : O figo - da - Índia (fruto) é considerado como adstringente (anti - diarréico e antidisentérico), peitoral, antiasmático, béquico.

Para combater as asma e outras afecções da vias respiratórias, come-se assado ao forno.

O suco aproveita-se para fazer um bom xarope contra a tosse. Pelam-se alguns figos com a faca e garfo, tendo o cuidado de evitar os minúsculos espinhos que revestem a casca. Cotam-se em rodelas. Colocam-se numa vasilha. Cobrem-se com açúcar e deixam-se repousar durante a noite. Pela manhã, coa-se para afastar as sementes, e toma-se as colheradas durante o dia.

Graças aos seus sais minerais, estas plantas, em decocção, tem efeitos diuréticos. De fato, aumentam a quantidade de urina, e como também aumentam a alcalinidade da mesma, são úteis nos casos de inflamação da bexiga e da ureta, diminuindo a sensação das ardor quando há cistite e uretrite.

O decocto tomado em doses elevadas, favorece as evacuações intestinais, agindo, pois como laxante. Afirma-se também que expulsa os vermes intestinais.

Os frutos têm ação semelhante. Quando se ingerem figos vermelhos , a matéria corante, que passa para a urina, parece ter propriedades anti-sépticas que lhes aumentam as qualidades terapêuticas.

A cactina, um alcalóide contido em algumas espécies, atua como tônico cardíaco, tornando mais amplas e mais fortes as contrações. Não é tóxico nem acumula seus efeitos, pelo que pode ser usado por algum tempo.

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Flor da figueira da Índia.

Figos-da-Índia
Ou figos da piteira, são os nomes mais populares que se dá a este fruto em Portugal, ainda que desconhecido por muitos, pretendo com este post incentivar e relançar a ideia de que comer figos-da-Índia é muito bom e agradável, não só porque tem um sabor requintado e único como também é muito saudável, mas, felizmente em Portugal, e sobretudo no Alentejo, são cada vez mais os adeptos da Figueira-da-índia ou piteira.

Muito predominante no Alentejo, a Figueira-da-Índia trata-se de um cato ramificado e de porte arbustivo que também é conhecido pelo nome de piteira. Apesar da sua grande resistência a terras secas, surpreendentemente as suas raízes não ultrapassam os 30 cm, elas no entanto são carnosas e apresentam características únicas de adaptação a ambientes desérticos. É vulgarmente encontrada nas beiras das estradas ou valados. Nativa das regiões desérticas do México. Como todas as espécies de catos, a figueira-da-Índia é muito resistente a secas, armazenando a água de que precisa para sobreviver nas grossas folhas no período das chuvas.

Existem vários tipos de figueira-da-Índia, com flores grandes e vistosas cuja coloração varia do branco, ao amarelo, laranja, vermelho e até ao roxo, com uma boa variação de tons. A cor das pétalas corresponde quase exactamente à cor da polpa.

Flor da figueira-da-Índia

O fruto é uma baga ovóide de cor que pode variar da amarela (os mais apreciados), laranja, roxa ou vermelha, mede entre cinco e nove centímetros de comprimento e pesa cerca de 120 gramas. A sua polpa é suave, textura um pouco granular, tem pequenas sementes comestíveis de cor preta, translúcida, gelatinosa e aromática. O sabor é doce, parecido com uma combinação entre pêra e melão. Rico em açúcar, fibras e vitaminas (principalmente C, A, B1 e B2), potássio, cálcio, ferro e magnésio. O figo-da-Índia é muito valorizado na medicina natural e utilizado para produtos farmacêuticos, que são indicados para o tratamento de doenças urinárias, das vias respiratórias e como diurético, sendo também recomendado na prevenção da asma e tosse, é um vermífuga, recomendado também para problemas na próstata e dores reumáticas, diabetes tipo II, entre outros.

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Utilização da Polpa da Folha de Figueira-da-Índia.

Utilização da Polpa da Folha de Figueira-da-Índia (Palma):

Preparação - retirar os espinhos e limpeza
Corte - retirar a parte externa com fibras duras
Trituração com adição mínima de água - utilização em sumos, bolos, pães, pastas, molhos, suflês, geleias de frutas, fermentados e cockteils
Corte em cubos - Utilização em saladas e refogados
Utilização da casca - Parte externa:

Utiliza-se a parte externa da casca em bebidas líquidas tipo sumos e refrescos.

Utilização das Folhas Jovens - Brotos
Preparação - Limpeza
Corte - Cubo, mini-cubo e tiras
Utilize em saladas, refogados, conservas e pickles

O figo da Índia é fonte de 30% de fibras solúveis e 70% de fibras insolúveis. São justamente as fibras que fazem deste fruto um potente aliado no combate ao excesso de peso. As fibras absorvem grande quantidade de água, o que culmina na sua dilatação, causando por sua vez sensação de saciedade. Cada 100 gramas de figo-da-Índia fornecem apenas 34 calorias.

Também no Brasil, em diversos lugares o figo-da-Índia é confundido com o fruto da palma, planta da mesma família e género, que recebe esse nome por ter forma de palmatória. Este é de facto muito semelhante com o figo-da-Índia, embora seja menos suculento e saboroso. Pode-se diferenciar as duas plantas pelo tamanho que alcançam. A palma é um arbusto cactáceo mais rasteiro, geralmente alcançando pouco mais de 1 metro de altura. Já a figueira-da-Índia pode chegar a 6 metros de altura, exigindo técnicas mais apuradas na colheita dos frutos. No Brasil a palma é aproveitada como forragem para depois se alimentar o gado.

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