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Epilepsia a droga que trata

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Epilepsia droga que trata tem sido usada como emagrecedor no Brasil

Epilepsia droga que trata remédios para combater diabetes e diuréticos também entram na lista

Epilepsia droga que trata Antidepressivos, drogas para combater o diabetes, diuréticos e até mesmo remédios tarjados contra Epilepsia, com efeitos colaterais fortíssimos, têm sido usados como emagrecedores no Brasil. O aumento dessa prática, dizem os especialistas, é uma consequência esperada da restrição aos emagrecedores ocorrida no país ao longo deste ano.

A Epilepsia, então, pode ser contagiosa ou passada pros filhos?

Apesar de poder ser provocada por uma doença infecciosa, a Epilepsia não é contagiosa, ninguém se torna epiléptico por contato. Em poucos casos a Epilepsia é secundária a fatores genéticos e, mesmo nestes a hereditariedade não é certeza, portanto, em raros casos, a epilepsia pode ser transmitida aos filhos. Um fator que pode explicar maior incidência de Epilepsia entre parentes próximos é que algumas doenças infecciosas, são contagiosas, expondo parentes próximos a uma incidência maior. Por exemplo, a cisticercose que é causada pela ingestão de cistos provenientes da Taenia solium, pode ser adquirida em alimentos contaminados compartilhados pela família.

Se existem tantas causas e cerca de 3 milhões de brasileiros têm Epilepsia, qual o risco de adquirir a doença?

Para a população em geral o risco de ter Epilepsia é de 1%. Se um dos pais apresentar a doença, esse risco aumenta para 2 a 4 %. Porém se os dois tiverem crises, o risco pode chegar a 30%. Já para irmão gêmeos, quando um deles tem crises epilépticas, o risco para o outro é de 10 a 20 % se não forem gêmeosidênticos é de 80% se forem idênticos.

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Riscos envolvidos no uso de remédios Epilepsia

Já os riscos envolvidos no uso de remédios para Epilepsia fora da indicação prevista na bula, prática conhecida como off label, costumam passar despercebidos.

Já sabíamos que a retirada dos anorexígenos levaria ao aumento do off label.

E temos percebido isso no dia a dia da prática clínica, comenta o endocrinologista Alexander Benchimol, diretor da Abeso Associação Brasileira para o estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.

Como se faz o diagnóstico Epilepsia?

O exame mais importante para o diagnóstico de Epilepsia é o Eletroencefalograma (EEG), que pode ser realizado no intervalo ou durante as crises, quando então a chance de identificar o local e a causa do problema é bem maior. O EEG ajuda o médico na classificação do tipo de Epilepsia, na escolha da medicação mais adequada, na definição do tempo de tratamento e na programação de outros exames complementares como, por exemplo, a Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética que podem identificar lesões cerebrais e constatar a causa da Epilepsia. Quando se identifica uma causa que provoque a Epilepsia, esta é designada por sintomática, ou seja, a epilepsia é apenas o sintoma pelo qual a doença subjacente se manifestou; em 65% dos casos não se identifica nenhuma causa, é a epilepsia idiopática.

A epilepsia tem cura?

Cerca de metade das epilepsias que ocorrem na infância desaparecem com o tempo e a maturidade cerebral.

No entanto, na maioria dos casos não há cura, mas sim tratamento.

Como é o tratamento Epilepsia?

A escolha da medicação antiepiléptica a ser utilizada é feita com base no tipo de crise apresentada pelo paciente e resultado dos exames complementares. 70% das pessoas com Epilepsia têm as crises completamente controladas com esses medicamentos. E o primeiro passo para o controle adequado das crises é o uso coreto destas medicações, respeitando rigorosamente a orientação do médico quanto às doses e horários em que devem ser tomadas. Em geral a medicação deve ser usada por anos ou até o final da vida. Para os 30 % restantes que não controlam as crises com medicamentos, há alternativas, como o tratamento cirúrgico, que promove a remoção da parte do cérebro que dá origem à descargas elétricas que causam a crise. Em determinadas situações o médico pode recomendar a mudança no padrão alimentar, que pode levar a uma alteração no metabolismo do paciente, favorecendo o controle das crises .

O que é epilepsia e convulsão? Epilepsia tem cura?

O que é epilepsia?

A Epilepsia é uma disfunção do cérebro que cursa com descargas elétricas anormais e excessivas do cérebro, que interrompem temporariamente sua função habitual e produzem manifestações involuntárias no comportamento, no controle muscular, na consciência e/ou na sensibilidade do indivíduo.

Convulsão é sinônimo de crise epiléptica?

Toda convulsão é uma crise epiléptica, mas além da convulsão existem várias formas de crises epilépticas. Na convulsão o paciente apresenta movimentos grosseiros de membros, desvio dos olhos, liberação de esfíncteres e perda de consciência. E um exemplo comum de crise epiléptica não convulsiva é a crise de ausência.

Se eu cansar de tomar medicamentos posso fazer a cirurgia de Epilepsia?

Para que se possa fazer uma cirurgia de Epilepsia, é necessário que se identifique exatamente a área do cérebro responsável pela geração de crises epilépticas. Geralmente a investigação só é feita quando não se consegue controle adequado das crises com medicação. No entanto, algumas causas de crises epilépticas como tumores e malformações artério-venosas (MAV) apresentam tratamento cirúrgico com altos índices de sucesso.

Dá para levar uma vida normal com a epilepsia?

A maioria das pessoas com Epilepsia aparenta levar uma vida normal. Ainda que a Epilepsia atualmente não tenha cura definitiva, em algumas pessoas ela eventualmente desaparece. A maioria dos ataques epiléticos não causa lesão cerebral. Não é incomum que pessoas com Epilepsia, especialmente crianças, desenvolvam problemas emocionais e de comportamento. Para muitas pessoas com Epilepsia o risco de ataques epiléticos restringe sua independência. A maioria das mulheres com epilepsia pode ficar grávida, mas deve discutir com o médico sobre sua doença e medicamentos tomados. Mulheres com Epilepsia tem uma chance maior de 90% de ter um bebê saudável.

Prova de que se pode levar uma vida mais do que normal mesmo tendo epilepsia é o grande numero de pessoas e celebridades que apresentam ou apresentaram Epilepsia: Alexandre o Grande (Imperador da Macedônia), Alfred Nobel (criador do prêmio Nobel), Machado de Assis (escritor brasileiro), Napoleão Bonaparte, (imperador francês), D. Pedro I (imperador do Brasil), Van Gogh (pintor holandês), Eric Clapton (guitarrista inglês).

A Epilepsia é uma doença comum?

Epilepsia é relativamente freqüente, uma vez que acomete 1 a 2 pessoas em um grupo de 10 indivíduos. Estima-se que haja cerca de 3 milhões de pessoas com epilepsia somente no Brasil.

É possível ter uma crise convulsiva e não ser epiléptico?

Sim, uma crise isolada e sem doença subjacente não fecha o diagnóstico de epilepsia. Alguns fatores podem desencadear crises epilépticas:

Mudanças súbitas da intensidade luminosa ou luzes a piscar (televisão, computador, vídeo-game, discotecas)
Privação de sono
Libação alcoólica
Febre
Ansiedade
Cansaço
Algumas drogas e medicamentos
Distúrbios metabólicos
O que fazer durante uma crise de Epilepsia?

Fora do ambiente hospitalar o observador deve voltar a cabeça do paciente de Epilepsia para o lado, se possível, sobre uma almofada ou travesseiro. Isso ajuda a proteger contra traumatismos na cabeça e também evitar que ocorra aspiração de alimentos, salivação ou vômitos para o pulmão. Não se deve tentar puxar a língua do paciente, pois o observador pode sofrer lesão grave da mão e neste tipo de crise, ao contrario dos desmaios, a língua costuma ficar em sua posição normal. Geralmente a crise de Epilepsia dura alguns segundos a minutos e o paciente pode ser levado ao hospital com tranqüilidade, se a crise for inédita ou conforme orientação médica. Caso a crise de Epilepsia dure mais que 5 minutos, deve-se levar o paciente imediatamente ao hospital, para que se possam usar medicamentos para abortar a crise.

Quais são as causas de epilepsia?

Muitos fatores pode causar Epilepsia, genéticos ou adquiridos podem causar lesão nos neurônios a ponto de causar Epilepsia. As causas mais frequentes são:

· traumatismos cranianos

· drogas ou tóxicos

· acidente vascular cerebral

· doenças degenerativas do cérebro

· doenças infecciosas e parasitárias

· distúrbios vasculares, metabólicos e nutricionais

· tumores

· fatores genéticos

· traumatismos de parto

· malformações cerebrais.

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