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Tesofensina: Remédio para emagrecer dobra a perda de peso dos outros remédios
Todos aqueles que têm uns quilinhos a mais querem emagrecer rápido e muitos pensam que a solução pode estar em um remédio para emagrecer. Bem, eles podem estar certos, pois um novo estudo mostrou que um medicamento chamado tesofensina, usado para tratar doenças neurológicas, tem o dobro da eficiência do que qualquer outro remédio de emagrecer.
Voluntários obesos receberam o remédio para emagrecer tesofensina (tesofensine em inglês) diariamente durante 24 semanas e conseguiram perder 13 Kg, aproximadamente. É o dobro do peso perdido por medicamentos como sibutramina e rimonabant, de acordo com especialistas.
Enquanto o medicamento tesofensina estava sendo testado para doenças como Mal de Parkinson e Alzheimer os cientistas observaram que os pacientes estavam perdendo peso. Mais tarde descobriram que ele é um supressor do apetite que age nos sinais neurológicos do cérebro.
Para o estudo da tesofensina como um remédio para emagrecer foram utilizados 161 pessoas obesas que pesavam cerca de 100 kg. Para um grupo foi prescrito o medicamento para emagrecer e o outro grupo recebeu um placebo inativo.
Este é, ao menos, o dobro do peso perdido por pacientes nos estudos de remédios de emagrecer como Reductil e Acomplia, escreveram os pesquisadores em uma edição online da revista científica The Lancet. A tesofensina foi três vezes mais potente do que o remédio para emagrecer chamado orlistat.
Os autores da Universidade de Copenhagen concluíram que "esta fase 2 do estudo mostrou que a tesofensina é muito eficaz para produzir perda de peso em pacientes em seis meses".
Estudos anteriores mostraram que no mesmo período o orlistat ajudou pacientes obesos a perder 3 kg a sibutraminha a perder 4 kg e o rimonabant a perder 5 kg.
No entanto a tesofensina tem efeitos colaterais quando tomada em doses de 1 miligrama como boca seca, constipação, movimentos irregulares do intestino e insônia. Por esta razão a dose segura foi considerada de 0,5 miligramas que levou os pacientes à perder 11 kg.

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Tudo sobre a nova droga que faz perder peso.

Tudo sobre a nova droga que faz perder peso
Entrevistamos alguns dos mais conceituados endocrinologistas do Brasil para saber o que eles pensam sobre o medicamento que está dando o que falar
Fórmula mágica?

A notícia de que um novo medicamento chegou para derrotar a balança está provocando uma corrida aos consultórios de endocrinologistas. Pudera. A estreia no mercado brasileiro da liraglutida - esse é o nome do princípio ativo do Victoza - veio acompanhada daquelas informações que soam como música aos ouvidos de quem quer mandar a gordura para o espaço: dá para perder até 12 quilos em cinco meses sem passar fome. Acontece que esse remédio injetável, fabricado pelo Laboratório Novo Nordisk, tem a finalidade de tratar e controlar o diabetes tipo 2, o que suscita questionamentos sobre a segurança de usá-lo para derrotar a balança. Nossas leitoras, antenadas em notícias sobre emagrecimento saudável, imediatamente começaram a se manifestar por meio do Facebook. Algumas dúvidas: "Não é muito cedo para saber se o remédio é seguro?"; "Emagrecer com remédio não faz engordar tudo de novo?"; "Acho que faltam estudos. Afinal, o remédio é para diabéticos". Para pôr essa história em pratos limpos, ouvimos quatro dos principais experts em emagrecimento: Alfredo Halpern e Geraldo Medeiros professores de endocrinologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (ABESO) e Walmir Coutinho, médico do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia e professor da Pontifícia Universidade Católica, ambos no Rio de Janeiro. Tire todas as suas dúvidas!!

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novo remédio para emagrecer.

novo remédio para emagrecer
Ele ainda não chegou ao Brasil, mas promete agradar os profissionais que lidam diariamente com doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. Combinação de duas drogas, a fentarmina e o topiramato, o Qsymia foi aprovado este ano pela Food and Drug Administration (FDA), órgão americano regulador de remédios e alimentos.
A eficácia do Qsymia foi comprovada após um estudo feito com cerca de 3.700 pessoas diagnosticadas com obesidade. Os participantes foram divididos em dois grupos, um que recebeu a dose mais alta da medicação e outro que recebeu placebo. Após 12 meses de acompanhamento, os que haviam ingerido Qsymia apresentaram perda de peso entre 6,7 e 8,9% maior do que os que tomaram placebo. A expectativa é grande. Saiba o que os especialistas dizem sobre este novo medicamento.

1. Como a fentermina e o topiramato agem isoladamente?

Segundo a endocrinologista Rosana Radominski, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a fentarmina é um anorexígeno, ou seja, induz à anorexia por levar a falta de apetite. "Seus principais efeitos colaterais são irritabilidade, boca seca, insônia e taquicardia", afirma. Seu uso foi proibido no ano passado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) sob o argumento de que trazia mais riscos à saúde do que benefícios.

O topiramato, por sua vez, tem mais efeitos. "Ele age diretamente na compulsão alimentar, reduzindo a vontade de comer doces, especialmente", afirma a endocrinologista Maria Edna de Melo, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). Isoladamente, o medicamento é amplamente utilizado no combate a enxaqueca e convulsões, mas pode causar perda de memória, dificuldade de raciocínio e formigamento, principalmente nas mãos e pés. Seu uso é contraindicado durante a gravidez por favorecer malformações fetais.

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medicamentos são liberados para o tratamento da obesidade.

Saiba quais medicamentos são liberados para o tratamento da obesidade
Em outubro de 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baniu do mercado os remédios para emagrecer à base de anfetaminas. De acordo com a Agência, após estudos feitos em todo o mundo, foi constatado que esses medicamentos, conhecidos como anfepramona, femproporex e mazindol, tinham baixa eficácia na perda de peso e ofereciam elevados riscos à saúde dos pacientes.

A partir dessa decisão, especialistas que antes indicavam os remédios à base de anfetamina para o tratamento da obesidade tiveram que mudar de estratégia e passaram a receitar outras drogas. De acordo com o médico endocrinologista Joel Rogério Heitor Filho, hoje, existem no Brasil apenas dois medicamentos anti-obesidade liberados pela Anvisa, o orlistat e a sibutramina, que atuam de formas diferentes no organismo. "O orlistat, mais conhecido como Xenical ou lipiblok, é um medicamento que atua no intestino, inibindo uma enzima chamada lipase. Já a sibutramina é um sacietógeno, ou seja, atua aumentando a saciedade, e consequentemente reduzindo a fome", disse.

De acordo com o endocrinologista, com o uso do orlistat, um terço das gorduras ingeridas são eliminadas pelas fezes antes de serem absorvidas pelo organismo. "O orlistat reduz também a esteatose hepática (gordura no fígado), previne diabetes tipo 2 e reduz níveis circulantes de colesterol e triglicérides", afirmou.

Tanto o orlistat quanto a sibutramina são indicados para pacientes obesos ou com sobrepeso associado a outras doenças. Mas, como qualquer medicamento, o uso deve ser feito com acompanhamento médico, respeitando-se as contra-indicações de cada um. "Em relação à sibutramina, por exemplo, ela é contra-indicada para pacientes idosos, coronariopatas, diabéticos, hipertensos não controlados, cardiopatas, que tenham insuficiência vascular periférica, que usam medicamentos de ação central e para crianças", afirmou. O orlistat, segundo o especialista, não deve ser utilizado por pessoas que tenham síndrome de má absorção crônica, colestase (diminuição ou interrupção do fluxo do fluído produzido pelo fígado, a bílis) e alergia a algum dos componentes do produto.

Novas drogas ainda estão em teste

De acordo com o médico endocrinologista, ainda não há nenhum medicamento novo liberado pela Anvisa no Brasil, apesar de já existirem pesquisas com novas drogas que ajudam a emagrecer. "Elas ainda não são liberadas nas bulas dos medicamentos, são apenas drogas experimentais", disse.

Um dos medicamentos que estão sendo pesquisados é o Victoza (liraglutida), remédio injetável empregado no tratamento de diabetes do tipo dois. De acordo com o especialista, alguns testes em obesos já comprovaram bons resultados da droga na perda de peso, no entanto, o remédio só é liberado para pacientes que tenham, além da obesidade, diabetes tipo dois.

Acompanhamento médico é fundamental

Em todo processo de emagrecimento, o médico endocrinologista diz que o acompanhamento de um especialista é sempre fundamental, para que os pacientes sejam orientados sobre qual o melhor medicamento a ser utilizado em cada caso e quais hábitos de vida devem ser alterados. "Para perder peso não adianta apenas usar esse ou aquele medicamento, é fundamental mudar o estilo de vida, ter uma dieta saudável e praticar regularmente exercícios físicos", afirmou.

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