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remedio emagrecer.

Esclareça 17 dúvidas sobre remédios para emagrecer
Eles podem ajudar no controle da obesidade, mas também favorecem o efeito sanfona
epois que a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) anunciou a intenção de proibir o uso de remédios para emagrecer, as dúvidas sobre esses medicamentos triplicaram. "Todas as pessoas que vão começar a tomar (ou tomam) um remédio para emagrecer devem saber é que não existe fórmula mágica, e que nenhum remédio sozinho traz uma perda de peso satisfatória", explica a endocrinologista Vânia dos Santos Nunes, da Unesp. De um lado, especialistas defendem que os remédios ainda são uma arma eficiente contra a obesidade. Do outro, há o time que condena o uso indiscriminado e os malefícios que essa drogas podem causar.

Segundo um recente relatório divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes, os remédios para emagrecer devem ser usados, mas apenas tratamentos médicos. O relatório elaborado pela Jife (Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes) incentiva o Brasil a continuar adotando "todas as medidas necessárias para que os anorexígenos sejam utilizados unicamente para fins médicos, bem como para impedir que sejam utilizados de forma indevida e receitados indiscriminadamente".

O primeiro passo para entender a polêmica dos emagrecedores é saber mais sobre eles. A seguir, o Minha Vida, junto com as endocrinologistas Glaucia Duarte e Vânia dos Santos, esclarecem as principais dúvidas sobre os tais remédios polêmicos.

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Quais são os tipos de remédios para emagrecer?

Quais são os tipos de remédios para emagrecer? Como eles agem no organismo?

Existem três principais grupos de remédios para emagrecer: os anorexígenos, os sacietógenos e os inibidores de absorção de gorduras. Os medicamentos do primeiro grupo inibem o apetite, e tem em sua composição de substâncias conhecidas como anfetaminas. São exemplos deles a anfepramona, o femproporex e o manzidol. "Atualmente, os especialistas utilizam essa classe apenas quando as outras duas não obtiveram sucesso, já que ela apresenta mais riscos de efeitos colaterais", diz a endocrinologista Gláucia Duarte, membro da membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

O segundo grupo (sacietógenos) reúne os medicamentos que agem no estímulo da sensação de saciedade, ou seja, o indivíduo sente fome, mas com uma porção menor de alimentos fica satisfeito, parando de comer mais cedo. A sibutramina é a mais conhecida do grupo, e que pode ter ação secundária para o emagrecimento: o aumento do gasto energético.

O terceiro grupo é o dos inibidores da absorção de gordura, representado apenas pelo Orlistat e o Cetilistate. Não restringe o apetite, pois não atuam no cérebro ou no sistema nervoso. "Eles atuam na inibição da absorção intestinal de cerca de 30% da gordura ingerida. Com um bom controle de ingestão de gorduras, podem representar uma ajuda significativa, mas, ao comer demais, a tendência é não perder peso, porque os 30% de gorduras que deixam de ser absorvidas podem não ser uma deficiência calórica suficiente para a perda de peso", diz a endocrinologista.

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Remédio para emagrecer.

O remédio para emagrecer mais receitado no Brasil é a Sibutramina. Este medicamento elimina até 2 quilos de massa corporal em 4 semanas, mas só deve ser tomado por indivíduos obesos por um período máximo de 2 anos consecutivos.

A sibutramina é um inibidor do apetite que age no cérebro, fazendo com que o indivíduo coma menos. O remédio teve sua venda suspensa na Europa por trazer prejuízos à saúde, mas, no Brasil, ele pode ser comprado com receita médica, se o indivíduo for obeso e não for hipertenso ou cardiopata.

Outro remédio para emagrecer muito comum no Brasil é o Xenical. Este atua de modo diferente, agindo diretamente no metabolismo das gorduras, fazendo com que o organismo não absorva as gorduras ingeridas na alimentação. Por isso, as fezes podem tornar-se gordurosas, mas não é desculpa para uma alimentação desregrada.

Tanto um remédio quanto outro, para terem o efeito esperado, devem ser coadjuvantes da dupla dieta e exercícios físicos. Assim, emagrecer fica mais fácil e mais rápido.

Os remédios naturais são também de grande eficácia, pois ajudam a tirar a fome e a aumentar o metabolismo, mas também devem ser acompanhados de dieta e exercícios, pois só assim a gordura acumulada será queimada.

Os objetivos dos remédios para emagrecer são inibir o apetite e/ou aumentar o gasto calórico. Mas, isso pode ser conseguido naturalmente ingerindo mais fibras na alimentação e fazendo exercícios físicos. Embora neste caso o processo de emagrecimento possa ser mais lento, ele certamente será mais duradouro.

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O remédio para emagrecer que pode acabar com as cirurgias de estômago.

o remédio para emagrecer que pode acabar com as cirurgias de estômago
Cientistas estão desenvolvendo um tratamento médico que possui o mesmo efeito da cirurgia de estômago para ajudar pacientes obesos a perder peso. Os pesquisadores criaram hormônios de efeito duradouro, que fazem com que os cérebros dos pacientes pensem que eles já comeram o suficiente. A abordagem imita o que acontece quando pacientes obesos mórbidos são submetidos a operações bariátricas para ajudá-los a se livrar da gordura extra.
Os cientistas da Faculdade Imperial de Londres, no Reino Unido, acabam de terminar os primeiros testes em pacientes com resultados positivos, e agora estão se preparando para iniciar experimentos maiores. Eles esperam que o uso da droga se torne uma alternativa mais segura para a cirurgia, que é cara e possui diversas restrições, só podendo ser realizada em uma pequena quantidade de pacientes.
Segundo o professor Steve Bloom, chefe da divisão de diabetes, endocrinologia e metabolismo da faculdade e pesquisador do estudo, a cirurgia de balão intragástrico (em que uma espécie de bexiga é colocada no estômago para "roubar" espaço da comida e fazer a pessoa perder a fome) funciona muito bem em pacientes. "Porém, há uma pandemia mundial de obesidade, que está levando as pessoas a morrer de doenças relacionadas. Nós não podemos realizar a cirurgia em metade da Europa, por exemplo", diz.
Por isso, conta o professor, a equipe se perguntou se não haveria outra forma de utilizar o princípio da cirurgia, mas sem a necessidade da operação em si. "Se você tem um problema com intestino e não aguenta muita comida, o órgão envia sinais para o cérebro dizendo para que a pessoa não coma tanto. A cirurgia engana o estômago, que pensa haver um problema e envia essas mensagens de saciedade para o cérebro", explica Bloom.
De acordo com dados de 2012, 48,5% da população brasileira está acima do peso e 15,8% dos brasileiros são obesos. Nos países desenvolvidos, esse percentual é ainda maior: nos Estados Unidos, por exemplo, a porcentagem de obesos já chega a alarmantes 35,8% da população, o que ocasiona diversos outros problemas de saúde, tais como doenças cardíacas, diabetes e aumento do risco de câncer.
No Brasil, o que assusta os especialistas é o grande crescimento do número de pessoas que recorrem à mesa de cirurgia para perder peso. Segundo dados do Ministério da Saúde, o país é o segundo em número de cirurgias de redução de estômago no mundo todo, só perdendo para os EUA. São 72 mil cirurgias por ano, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), o médico Almino Ramos. E esse número tem crescido 10% ao ano. De 2006 para cá, o crescimento foi de 275%.
Muitos pacientes que se submetem à operação sofrem complicações e precisam de uma nova cirurgia e também já houve um pequeno número de mortes registradas após essas intervenções.
Inicialmente, pensava-se que a cirurgia bariátrica funcionava ao reduzir a quantidade de alimento que pode ser digerida pelo estômago. No entanto, foi descoberto, em pacientes operados, níveis elevados de hormônios da saciedade, os sinais químicos liberados pelo organismo para controlar a digestão e a sensação de fome no cérebro.
Os pacientes que se submeteram a cirurgia também apresentam menos vontade de consumir alimentos gordurosos, por isso acredita-se que os hormônios mudam o desejo dos pacientes para comer.
O objetivo de Steve Bloom e sua equipe é descobrir quanto peso é possível ser perdido usando três desses hormônios. Em seus experimentos, pacientes obesos usarão uma bomba intravenosa, mantida em torno de sua cintura, para liberar doses pequenas e regulares dos hormônios GLP-1, OXM e PYY no organismo. Esses hormônios normalmente duram apenas alguns minutos no corpo humano, por isso é preciso que sejam liberados continuamente.
No entanto, o professor Bloom e seus colegas também desenvolveram versões desses hormônios que podem durar até uma semana. Isso significa que os pacientes poderiam controlar seu apetite com uma única injeção semanal. "O objetivo, a longo prazo, é desenvolver medicamentos de longa duração, de maneira que as pessoas possam tomar uma injeção uma vez por semana, sem a necessidade de operação", conta.
"Cada paciente reage de uma maneira diferente após a cirurgia. Talvez um terço dos pacientes não perca peso o suficiente, talvez alguns percam demais e não se pode ajustar esse efeito. No caso de um medicamento, você pode alterar a dose muito facilmente e isso vai lhe dar muito mais controle sobre quanto peso cada pessoa perde

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