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ALIMENTAÇÃO SEM CARNE.

Alimentação sem Carne
Não existem medicinas alternativas, mas sim alternativas da medicina. Do mesmo modo, não existem alimentações alternativas, mas sim alternativas para a alimentação.

Qualquer método de tratamento para o corpo físico, emocional ou mental pode ser empregado em situações específicas, desde que tenhamos a possibilidade de avaliar e comprovar sua segurança e eficácia.

Os sinais, os sintomas, a história física, mental e emocional, e os exames laboratoriais ou de imagem de uma pessoa são instrumentos importantes na avaliação do funcionamento de seu organismo.

Há ferramentas claras e precisas para avaliar a segurança da alimentação. Neste livro, você as encontrará, e saberá quais são os principais cuidados nutricionais que devem ser tomados ao se parar com o consumo de carne.

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Conheça os benefícios de uma alimentação sem carne.

Conheça os benefícios de uma alimentação sem carne
Hoje em dia a busca por fórmulas que garantam mais qualidade de vida em meio ao caos cotidiano está maior e, em consequência dessa procura, o número de adeptos às dietas vegetarianas está crescendo cada dia mais. Pelo menos é o que afirma os últimos dados publicados pelo Ibope - Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, no qual mostra que 17,5 milhões de brasileiros, cerca de 9% da população não colocam carne no seu prato.
É isso mesmo que você leu, esse não tão pequeno grupo não se alimenta de nenhum tipo de proteína animal.
Mas, será que é possível ter uma alimentação balanceada apenas à base de proteínas vegetais? De acordo com a nutricionista Flávia Morais, "Estudos mostram que uma dieta vegetariana diminui o risco de doenças cardiovasculares, diabetes e câncer, mas para isso, é necessário que a alimentação seja equilibrada e variada", aconselha. Portanto, para se ter um cardápio vegetariano saudável deve-se substituir a gordura saturada pela insaturada, tomar cuidado com o excesso de carboidratos refinado, doces e frituras, comer bastante fibra - encontrada nos grãos integrais e hortaliças, além de optar por alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais, como as frutas e verduras.

Para aqueles que querem eliminar as carnes do cardápio, a nutricionista destaca a importância de se consumir a quantidade diária necessária de proteínas e aponta que elas podem ser facilmente encontradas na soja e derivados, quinua, amaranto, chia, leguminosas, cereais integrais, frutas oleaginosas e alimentos rico em ferro, cujos exemplos de fontes de origem vegetal são as folhas verde escuras, feijões e algas marinhas. "O corpo absorve menos o ferro encontrado em alimentos de origem vegetal, por isso a vitamina C ajuda a potencializar a absorção", completa Flávia.

Agora, se você já não é muito fã de carne, mas anda preocupada em continuar com a dieta vegetariana pois não sabe se ela também pode ser uma opção para gestantes ou crianças, a nutricionista lembra que nesses períodos as necessidades nutricionais aumentam, ou seja, a atenção deve ser redobrada e é necessário que a dieta seja acompanhada por profissional, para que se elabore o plano alimentar adequado, bem como, sejam indicados suplementos, caso necessário. O acompanhamento também se faz necessário quando o vegetariano pratica atividade física para evitar danos à sua saúde.

A nutricionista ainda ressalta que existem algumas variações na alimentação vegetariana, como os lactovegetarianos, que incluem no cardápio leite e derivados, os ovolactovegetarianos, que comem também ovos e os vegans, que excluem todos os alimentos de origem animal do cardápio. No entanto, segundo Flávia, os adeptos do veganismo precisam suplementar a alimentação com ferro, vitamina B12 - encontrada principalmente na carne - e o ômega 3. Ela ainda ressalta que, ao optar por essa dieta, o interessante é fazer exames de sangue rotineiramente a fim de identificar se há alguma deficiência nutricional ou mesmo a necessidade do uso de suplementos alimentares.

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Alimentação Sem Carne - Guia Prático

Alimentação Sem Carne - Guia Prático
Este livro ensina como montar um cardápio vegetariano por meio dos grupos alimentares, 100% embasado em artigos científicos.

Ele também traz as informações mais importantes dos principais nutrientes sobre os quais se tem dúvidas na dieta vegetariana, juntamente com tabelas de valores nutricionais de centenas de alimentos.

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dieta sem leite e carne.

dieta sem leite e carne
Na verdade, ela mudou o cardápio na tentativa de cessar suas crises de enxaqueca. "Procurei a ginecologista e médica ortomolecular Adriane Matta, do Rio de Janeiro, que sugeriu que eu deixasse de comer alimentos à base de leite de vaca (queijo, iogurte, molho branco) e carne vermelha", conta. De acordo com a dieta, pessoas que têm sangue tipo A, como ela, não digerem bem a lactose e a carne vermelha. Segundo a médica, isso faz com que sobrem resíduos no organismo, estimulando a produção de toxinas que desencadeiam sintomas como dor de cabeça. "Quase caí da cadeira. Sempre fui supercarnívora. Quando era adolescente, comia carne até no café da manhã." Mesmo achando impossível ficar longe de um filé, topou o desafio de fazer um teste por 30 dias. "A Adriane me convenceu. Disse que, se não resolvesse, eu poderia voltar a comer picanha à vontade." Mas as crises desapareceram. "Sumiu até a dor de cabeça clássica do último dia da menstruação", comemora. Disposição extra também veio no pacote. Por isso, a atriz continua firme no novo cardápio (confira ao lado), com eventuais escapadelas quando vai a restaurantes. E sem reclamar. "Existem vários opções no mercado de iogurte, requeijão e queijo com leite de cabra, búfala e ovelha. E tudo é uma delícia." Na lista de alimentos permitidos também entram peixe e frango. Fome ela não passa. "Cortei os alimentos incompatíveis com meu tipo sanguíneo, mas não precisei reduzir as porções. Senão seria muito difícil. Adoro comer!"

Cardápio tipo A

A dieta ideal para o tipo sanguíneo de Claudia exclui carne vermelha e leite. Privilegia peixe e frango, iogurte e queijo de búfala, ovelha ou cabra, além de cereais integrais

Café da manhã
1 copo (200 ml) de Suco da Rainha (2 maçãs, 1 pera e 2 cm de gengibre passados na centrífuga) + 2 torradas integrais com 2 col. (sobremesa) de queijo de cabra e 2 col. (sobremesa) de geleia de damasco

Lanche da manhã
1 pote (200 ml) de iogurte de soja

Almoço
1 filé (120 g) de salmão com limão e endro (veja a receita no nosso site) + 4 col. (sopa) de brócolis gratinados com molho branco (feito com iogurte de ovelha e requeijão light de búfala) + 4 col. (sopa) de purê de cenoura (feito com creme de leite de soja) + 1 prato (sobremesa) de salada de rúcula e alface roxa e lisa temperada com pouco sal, limão e azeite extravirgem

Lanche da tarde
1 copo (200 ml) de Suco Vital C (suco de 2 limões e 2 folhas de couve com os talos batidos no liquidificador com água mineral) + sanduíche de atum (2 fatias de pão integral com 2 col./sopa de atum light e 1 col./sobremesa de pasta de soja)

Jantar
1 espeto (120 g) de kafta de frango (veja a receita no nosso site) + 4 col. (sopa) de arroz com lentilha + 5 col. (sopa) de quiabo refogado + 1 prato (sobremesa) de salada de chicória roxa, beterraba ralada e queijo feta

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