------------------------

Adoçante Dietético.

Adoçantes Dietéticos - Mais Doçura com Menos Calorias
Quando o assunto é perda de peso, a primeira modificação na dieta costuma ser a substituição do açúcar refinado pelo adoçante dietético. A troca possibilita uma redução no total calórico da dieta favorecendo o emagrecimento.
Um erro comum é imaginar que somente essa alteração no comportamento alimentar já basta para alcançar o peso desejado. Então, não é difícil encontrar indivíduos consumindo alimentos calóricos e gordurosos, como pizzas, salgados fritos, cachorro-quente, hambúrguer, sem abrir mão da bebida dietética para compensar.

O adoçante dietético pode sim, ser utilizado como aliado no tratamento da obesidade, contudo para o resultado ser eficaz e duradouro, é preciso mudar todos os hábitos alimentares incorretos, aderindo a um plano alimentar equilibrado que irá promover emagrecimento gradual e saudável.

Em primeiro lugar, é bom lembrar que o adoçante dietético foi desenvolvido para atender os diabéticos já que eles devem restringir o açúcar e os produtos doces da alimentação devido ao quadro de hiperglicemia (alta taxa de glicose no sangue) que apresentam. Com o tempo, o adoçante dietético passou a ser usado também no controle de peso, como uma estratégia de facilitar a redução calórica. Atualmente, é consumido até por pessoas que desejam manter o peso.

Você reparou que desde o início do texto, o termo empregado foi sempre "adoçantes dietéticos" e não simplesmente "adoçantes"? Pois é, existe diferença entre as duas expressões. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), adoçantes são produtos especificamente formulados para conferir sabor doce aos alimentos e bebidas, tendo a sacarose (açúcar de cana) como principal exemplo. Já os adoçantes dietéticos conferem doçura sem possuir sacarose na composição, uma vez que são elaborados para atender às necessidades de pessoas com restrição de carboidratos simples (diabéticos).

Os adoçantes dietéticos são constituídos por edulcorantes e agentes de corpo. Edulcorantes são as substâncias químicas responsáveis pelo sabor adocicado que normalmente possuem um poder adoçante muito superior à sacarose sendo necessária portanto, uma quantidade menor para obter a mesma doçura, com a vantagem de ter menos ou nenhuma caloria. Enquanto que os agentes, também chamados de veículos, são compostos utilizados com a finalidade de diluir os edulcorantes dando volume ao produto. Como os edulcorantes adoçam até 600 vezes mais do que o açúcar, se fossem comercializados na forma pura, teriam que ser usados em quantidades muito pequenas para obter a mesma doçura do açúcar. Então, a diluição facilita o seu uso. Alguns exemplos de agentes de corpo permitidos pela legislação são: água, lactose, glicose, maltodextrina, manitol.

Os adoçantes dietéticos podem ser comercializados e apresentados sob as formas de tabletes, grânulos, pó ou líquido. Com relação ao uso na culinária, o mais indicado pelas culinaristas é o adoçante em pó. Para as receitas que vão no forno, no fogão ou no microondas, os adoçantes dietéticos à base de aspartame não são recomendados porque em altas temperaturas, a ligação entre os dois aminoácidos (fenilalanina e ácido aspártico) presentes em sua composição se rompe provocando perda do sabor doce.

Quanto à rotulagem, os adoçantes dietéticos possuem algumas particularidades. As informações que devem estar presentes são:

os nomes e os tipos (artificiais ou naturais) de edulcorantes;
o alerta "contém fenilalanina" para os adoçantes que tiverem aspartame na composição;
a orientação "consumir preferencialmente sob indicação de nutricionista ou médico";
o valor energético (Kcal), em medidas práticas usuais, tais como: gotas, colher de café, colher de chá, envelope, tabletes, juntamente com a equivalência de seu poder adoçante em relação ao da sacarose.
Veja as diferenças, quanto à composição de edulcorantes, equivalência de doçura em relação à sacarose, estabilidade a elevadas temperaturas e valor calórico, entre os adoçantes dietéticos das principais marcas encontradas no mercado:

------------------------

Adoçantes Dietéticos artigo.

Adoçantes Dietéticos
Neste artigo, a nutricionista Karina da clinica Dr. Walter Minicucci fala a respeito das características, vantagens e desvantagens dos vários adoçantes naturais e artificiais não calóricos

Os adoçantes de baixo valor calórico começaram a ser utilizados através de recomendações médicas específicas. No entanto, com a popularidade do produto, ele passou a ser utilizado universalmente, sem nenhum cuidado ou orientação profissional.

Com o texto abaixo você será capaz de escolher qual adoçante é ideal para o seu perfil. Portadores de diabetes tipo 1, mulheres grávidas e crianças devem receber informações do seu médico a respeito de qual adoçante dietético utilizar.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), adoçantes são produtos especificamente formulados para conferir sabor doce aos alimentos e bebidas, tendo a sacarose (açúcar de cana) como principal exemplo. Já os adoçantes dietéticos são constituídos a partir de edulcorantes que conferem doçura sem possuir sacarose na composição, uma vez que são elaborados para atender às necessidades de pessoas com restrição de carboidratos simples (diabéticos).

Edulcorantes Naturais

Esteviosídeo - é extraído das folhas da stevia rebaudiana bertoni, também chamada erva-doce. É 300 vezes mais doce que o açúcar de cana. Pode ser considerado como edulcorante não calórico, não metabolizável, não tóxico, não fermentável, pode ir ao fogo, para o preparo de alimentos.

Sorbitol - é uma substância natural, presente em várias frutas, como ameixa, cereja, maçã e pêssego. Fornecem 4 calorias por grama, mas em contrapartida são absorvidos mais lentemente. Pessoas diabéticas podem usar. Pode ir ao fogo.

Manitol – extraído de vegetais e algas marinhas, apresenta poder adoçante 45% menor em relação à sacarose. Tem o mesmo valor calórico que o açúcar. Pode ir ao fogo.

Frutose - extraída das frutas e mel. É mais doce do que a sacarose 173 vezes. Apresenta 4 Kcal/g e provoca cáries. As pessoas diabéticas devem utilizá-los com moderação. Pode ir ao fogo.

Edulcorantes Artificiais

Sacarina - é cerca de 300 a 700 vezes mais doce que a sacarose. Apresenta gosto residual amargo em altas concentrações. Pode ir ao fogo.

Ciclamato - é uma substância não calórica, aproximadamente 40 vezes mais doce que o açúcar, tendo um sabor muito próximo à este. Se mantém inalterado durante prolongados períodos de cocção. Seu poder edulcorante é bem menor do que o de outros edulcorantes de baixa caloria. Desta forma uma maior quantidade deve ser empregada para alcançar o mesmo efeito. Deve ser consumido com moderação pelas pessoas com hipertensão arterial, pois contem sódio.

Acesulfame-K - o poder adoçante é 180 - 200 vezes maior do que o da sacarose. A doçura não diminui com o aumento da temperatura, como acontece com outros edulcorantes artificiais. É um edulcorante não calórico.

Aspartame - é 150 - 200 vezes mais doce que o açúcar permitindo significativa redução calórica nos alimentos. A estabilidade do aspartame diminui com o aumento da temperatura. Para o preparo de produtos que vão ser pouco aquecidos, como gelatinas, pudins, achocolatados, e recheios de bolos, não há qualquer perda perceptível de poder adoçante. Não deixa sabor residual amargo, não é calórico. Não pode ser usado por pessoas portadores de fenilcetonúria (doença genética rara que atinge 1/1000 indivíduos).

------------------------

O que é Adoçante dietético?

ADOÇANTES DIETÉTICOS

O que é adoçante?
Segundo o dicionário Michaelis:
a.do.çan.te
adj m+f (de adoçar) Que adoça. sm Toda substância, natural ou sintética, empregada para adoçar alimentos, bebidas, medicamentos (como açúcar - sacarose, melado, sacarina etc.).

O que é edulcorante?
Segundo o dicionário Michaelis:
e.dul.co.ran.te
adj m+f (de edulcorar) Que edulcora, que adoça; edulcorativo. sm Substância edulcorante.

O que é Adoçante dietético?

Segundo a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária:
São Adoçantes formulados para dietas com restrição de sacarose, frutose e ou glicose, para atender às necessidades de pessoas sujeitas à restrição da ingestão desses carboidratos. As matérias-primas sacarose, frutose e glicose não podem ser utilizadas na formulação desses produtos alimentícios.

ADOÇANTES DIETÉTICOS

Bem, comecei essa postagem com os significados dessas palavras para focá-la no assunto: Adoçantes Dietéticos ou Adoçantes Artificiais!

------------------------

O que são adoçantes?

O que são adoçantes?

O adoçante dietético é produzido a partir de edulcorantes, substâncias naturais ou artificiais responsáveis pelo sabor doce. Eles possuem um poder de adoçamento muitas vezes muito maior que o açúcar de cana (açúcar comum) e são recomendados para dietas especiais como as de restrição (principalmente no diabetes) e de emagrecimento.

Embora exista atualmente uma ampla variedade de adoçantes como o ciclamato, a sucralose, o acessulfame-K, o steviosídeo, entre outros, parece que a sacarina e o aspartame são os preferidos de grande parte dos consumidores.

A seguir, uma relação dos principais tipos de adoçantes encontrados no mercado, com suas respectivas características:

1º)Ciclamato

O ciclamato é um adoçante sintético, não calórico, que foi descoberto em 1940, a partir de um derivado do petróleo, o ácido ciclo hexano sulfâmico. Com um poder adoçante que supera em 30 vezes o da sacarose (açúcar comum), o ciclamato hoje é permitido no Brasil, Estados Unidos, Canadá e em mais de quarenta países, embora tenha sido há alguns anos atrás banido em certos países, depois que alguns estudos o associaram ao aumento do risco de câncer de bexiga em ratos. Apresenta um sabor próximo do açúcar, mas com residual amargo. É um dos adoçantes mais baratos do mercado e é muito utilizado pela indústria, principalmente de refrigerantes dietéticos. Deve ser evitado por hipertensos, já que costuma aparecer na forma sódica, ou seja, combinado com sódio.

2º)Sacarina

A sacarina é o adoçante artificial não calórico mais antigo que existe. Sua descoberta ocorreu em 1879 e sua utilização ocorre desde de 1900. Também extraída de um derivado do petróleo, o ácido sulfanoilbenzóico, apresenta um poder adoçante 200 a 700 vezes maior que o açúcar da cana (sacarose). Sozinha, em altas concentrações, a sacarina tem gosto residual amargo e metálico e, por isso, é normalmente associada ao ciclamato.

No nosso organismo ela é absorvida lentamente, mas não é metabolizada, sendo excretada de forma inalterada pelo rim. Sua maior qualidade é o fato de ser estável a altas temperaturas, podendo ser utilizada em preparações quentes.

Apesar de altas doses de sacarina terem sido associadas ao aumento da incidência de câncer de bexiga em ratos, esses resultados foram reavaliados e os novos estudos indicam que os tumores em ratos crescem devido a mecanismos que não são relevantes para as condições humanas. Por isso, o governo americano retirou oficialmente a sacarina da lista de agentes cancerígenos.

3º)Aspartame

O aspartame é um adoçante não calórico artificial, descoberto em 1965. Obtido a partir de dois aminoácidos naturais presentes em vários alimentos, o ácido aspártico e a fenilalanina, o aspartame talvez seja o adoçante mais apreciado devido ao seu sabor bastante parecido com o açúcar, sem apresentar residual amargo.

Com um poder de doçura 60 -200 vezes maior que o da sacarose, o aspartame perde sua doçura quando submetido a altas temperaturas. Por isso, sugere-se que seja utilizado em alimentos e líquidos após a retirada do fogo. É contra-indicado para os portadores de fenilcetonúria (incapacidade do organismo de metabolizar a fenilalanina), uma anomalia rara que geralmente é diagnosticada no nascimento ( teste do pezinho). Pelo mesmo motivo, também desaconselha-se o uso por grávidas.

Ultimamente, algumas discussões a respeito do uso deste adoçante tem surgido no meio científico e na imprensa, gerando controvérsias. Notícias associando o uso do aspartame ao aparecimento de tumores, mudanças de humor, perda de memória entre outros malefícios tem assustado as pessoas.

Entretanto, não existem comprovações científicas até o momento de que o aspartame cause qualquer anomalia. Os estudos mostram que somente um consumo muito além do normal poderia provocar efeitos no sistema nervoso. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere uma quantidade limite de ingestão, e isso vale para qualquer adoçante artificial.

Embora até o momento os estudos mostrem que o aspartame é seguro para consumo, cientistas mais desconfiados continuam pesquisando a relação do consumo sem controle do aspartame com câncer no cérebro, útero, ovário e no pâncreas. Com relação aos efeitos negativos do produto sobre a memória, alguns estudos estão sendo conduzidos para demonstrar que o aspartame, depois de metabolizado no organismo, se transforma em metanol, substância tóxica que pode afetar o cérebro, mesmo em pequenas quantidades.

4º) Acessulfame - K

Descoberto em 1967, o acessulfame foi aprovado pelo FDA - Food and Drug Administration em 1988 para uso em bebidas, sobremesas, gomas de mascar e adoçantes de mesa. O acessulfame - K é um sal de potássio sintético produzido a partir de um ácido da família do ácido acético. Com um poder de doçura 180 a 200 vezes maior que o açúcar, esse adoçante tem um sabor residual semelhante a glicose. O organismo o absorve mas não o metaboliza, o que significa que é eliminado tal como é ingerido. É um adoçante considerado totalmente seguro e por ser estável a altas temperaturas facilita sua utilização em preparações forno e fogão.

5º) Sucralose

Adoçante sintético obtido a partir da cloração da sacarina. Apresenta um poder adoçante 600 vezes superior ao açúcar, resistindo muito bem às altas temperaturas, não possuindo sabor residual amargo. Seus efeitos não são plenamente conhecidos no organismo, embora se saiba que é atóxica à reprodução e ao crescimento de crianças. O FDA / EUA ainda não deu um parecer final sobre esse adoçante.

6º)Steviosideo

Adoçante natural descoberto em 1905, extraído da stévia, uma planta originária da Serra do Amanbaí, na fronteira do Brasil com o Paraguai. É muito consumido no mundo oriental, principalmente no Japão. Seu poder adoçante é cerca de 200 a 300 vezes maior que o da sacarose, sendo o único adoçante de origem vegetal produzido em escala industrial. É totalmente atóxico e seguro ao organismo, mas seu uso é pequeno devido a um sabor residual amargo que possui.

7º) Xylitol, sorbitol e manitol

Esses adoçantes obtidos pela redução da glicose (sorbitol) e frutose (manitol) e também pela hidrogenação da xilose (xylitol) têm sido amplamente empregados pela indústria na produção de goma de mascar e balas, já que não causam cáries. São adoçantes calóricos sendo que cada grama contém 4 kcal.

A dose certa

Os adoçantes são seguros se utilizados na dose correta, de forma não exagerada. Como eles possuem um poder de doçura maior que o açúcar, pequena quantidade é o suficiente para dar sabor a alimentos e bebidas. Deve ficar claro também que crianças não devem usá-los; a lactose presente no leite (açúcar do leite) e a frutose das frutas e sucos garantem um bom suprimento de carboidratos às crianças.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere uma quantidade limite de ingestão dos adoçantes artificiais, sendo que o cálculo deve ter por parâmetro o peso corporal da pessoa. Veja, a seguir, a recomendação máxima diária de acordo com a OMS:

Recomendação máxima diária de adoçantes (OMS)

Para obter o valor diário (máximo) recomendado basta multiplicar o valor abaixo pelo seu peso

Edulcorante Limite (mg/kg)
Acessulfame-K 15
Aspartame 40
Ciclamato 11
Sucralose 15
Sacarina 5
Stévia 5,5
Xylitol, Manitol, Sorbitol 15

Dicas para consumir adoçantes corretamente

- Evite ingerir um excesso de produtos diets (gelatina, pudins, refrigerantes, etc).
- Dê preferência a sucos de frutas naturais com pouco ou nenhum açúcar ou mesmo doces contendo pouco açúcar.
- Utilize os adoçantes para substituir o açúcar sempre com moderação.
- Consuma vários tipos de adoçantes (rodízio), inclusive os que são novos no mercado, autorizados pela legislação. Se possível, utilizá-los combinados, já que assim, eles possuem maior doçura e por isso consegue-se reduzir a quantidade de uso (ex: ciclamato com aspartame; ciclamato com estévia).
- Não use aspartame em alimentos quentes, pois além de haver uma perda da doçura, é possível que haja a formação de substâncias tóxicas.
- O uso de qualquer adoçante dietético deve ser proibido às mulheres grávidas e lactantes. Para crianças obesas, use com muita moderação.
- Lembre-se que todo excesso traz prejuízos à saúde. Assim, adoçantes dietéticos não fogem à regra e portanto devem ser consumidos com moderação.

------------------------

Suplementos

  • RIPP ABS

    Suplementos


    Noticia painel seguro