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Adoçante Líquido.

ZERO-CAL adoçante dietético 100ml
Ingredientes:

Água, sorbitol, edulcorantes artificiais: Ciclamato de sódio, e sacarina sódica, conservantes: Ácido benzóico, metilparbeno.
Porção de 0,032 ml = 1 gota
Valor Energético – 0,007kcal = 0,03kJ
Não contém quantidade significativa de carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gordura trans, fibra alimentar e sódio

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Adoçante Líquido ADOCYL.

Adoçante Líquido ADOCYL
Água, sorbitol, edulcorantes artificiais: sacarina sódica e Ciclamato de sódio, e conservadores: Ácido benzóico e metilparabeno.
NÃO CONTÉM GLÚTEN.

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Adoçante líquido 100 ml Zero Cal ADODMLZC

Adoçante líquido 100 ml Zero Cal ADODMLZC
É ideal para o dia a dia, no escritório ou no restaurante.

É econômico, prático e tem um sabor suave que deixa tudo mais gostoso

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Adoçantes de mesa e Adoçante dietéticos.

Adoçantes de mesa e Adoçante dietéticos :.
Objetivo
Justifiticativa
Normas e Documentos de Referência
Laboratório responsável pelos ensaios
Marcas Analisadas
Ensaios Realizados e Resultados Obtidos
Resultado Geral
Posicionamentos dos Fabricantes
Informações ao Consumidor
Conclusões
Consequências

Objetivo

A apresentação dos resultados obtidos nos ensaios realizados em amostras de adoçantes de mesa e adoçante dietéticos consiste em uma das etapas do Programa de Análise de Produtos, coordenado pela Diretoria da Qualidade do Inmetro e que tem por objetivos:

a) prover mecanismos para que o Inmetro mantenha o consumidor brasileiro informado sobre a adequação dos produtos e serviços aos Regulamentos e às Normas Técnicas, contribuindo para que ele faça escolhas melhor fundamentadas, levando em consideração outros atributos do produto além do preço, tornando-o mais consciente de seus direitos e responsabilidades;
b) fornecer subsídios para a indústria nacional melhorar continuamente a qualidade de seus produtos, tornando-a mais competitiva;
c) diferenciar os produtos disponíveis no mercado nacional em relação à sua qualidade, tornando a concorrência mais equalizada;
d) tornar o consumidor parte efetiva deste processo de melhoria da qualidade da indústria nacional.

Deve ser destacado que as análises coordenadas pelo Inmetro, através do Programa de Análise de Produtos, não têm caráter de fiscalização, e que esses ensaios não se destinam a aprovar marcas, modelos ou lotes de produtos. O fato das amostras analisadas estarem ou não de acordo com as especificações contidas em uma norma/regulamento técnico indica uma tendência do setor em termos de qualidade. Além disso, as análises têm caráter pontual, ou seja, são uma "fotografia" da realidade, pois retratam a situação do mercado naquele período em que as mesmas são conduzidas.
A análise realizada em amostras de adoçantes de mesa e adoçantes dietéticos está de acordo com o procedimento do Programa de Análise de Produtos, visto que são produtos de uso intensivo, pela população e estão associados a questões relacionadas à saúde dos usuários.

O aumento das vendas e da procura por adoçantes é decorrência do interesse das pessoas em melhorar sua saúde, sua aparência física e manter a boa forma corporal, uma vez que os adoçantes têm um poder dulcificante muitas vezes maior que o do açúcar, com a vantagem de ter uma quantidade de calorias muito menor, diminuindo portanto os impactos que uma dieta rica em açúcar pode ter sobre a qualidade de vida das pessoas. Por este motivo, o mercado de consumo tornou-se extremamente lucrativo e encontra-se em plena expansão.

A princípio, os adoçantes foram pesquisados e desenvolvidos para atender às necessidades de pessoas diabéticas, ou seja, portadoras de uma doença do metabolismo causada pela falta de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, fundamental para a queima do açúcar e sua transformação em outras substâncias, como gorduras, proteínas, etc. Essas pessoas devem receber orientação médica e nutricional a respeito de quais adoçantes são mais apropriados para seu consumo, uma vez que muitos deles contêm lactose ou sacarose como veículo de suas substâncias edulcorantes.

Vale a pena lembrar que a substância edulcorante constitui o princípio ativo do adoçante, ou seja, é o responsável por conferir o sabor doce aos adoçantes.

Existem edulcorantes artificiais (produzidos sinteticamente), tais como: aspartame, sacarina sódica, ciclamato de sódio, acwssulfame K, sucralose; e edulcorantes naturais como: frutose, manitol, sorbitol, steviosídeo e xylitol.
Os adoçantes calóricos (aqueles encontrados nas frutas, no mel e álcoois de açúcar), tem poder dulcificante superior ao do açúcar comum e por isso devem ser utilizados em quantidades reduzidas. Os adoçantes não calóricos geralmente são artificiais ou resultantes de proteínas produzidas a partir de aminoácidos, sal de potássio sintético e de stévia. Fornecem doçura acentuada e não contem calorias.

Os adoçantes dietéticos, por sua vez são produtos considerados Alimentos para Fins Especiais, pela Portaria Nº 29, de 13 de janeiro de 1998, recomendados para dietas especiais, quer seja de emagrecimento ou de restrição de açúcar.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, na Resolução RDC nº 271, de 22 de setembro de 2005, define como "Adoçante de Mesa" o produto formulado para conferir sabor doce aos alimentos e bebidas, constituído de edulcorante(s) previsto(s) em Regulamento Técnico específico.

É certo que todo adoçante, seja ele de mesa ou dietético, tem um limite de ingestão diária, recomendado pela Organização Mundial de Saúde, que deve ser respeitado devido a possíveis efeitos colaterais à saúde, tais como: dor de cabeça, mal estar, perda de humor e diarréia.

Visando preservar a saúde do consumidor, a presente análise tem como objetivo avaliar a tendência da conformidade dos adoçantes de mesa e dos adoçantes dietéticos aos requisitos definidos nos regulamentos vigentes, que terá como foco o produto comercializado sob forma líquida, em pó (pacotes e envelopes) ou granulado (sticks ou bastonetes).

Normas e Documentos de Referência

As amostras das marcas selecionadas foram analisadas de acordo com os requisitos estabelecidos pelas legislações relacionadas a seguir:
Resolução RDC Nº 271, de 22 de setembro de 2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa - Aprova o Regulamento Técnico para Açúcares e Produtos para Adoçar, revogando a Portaria Nº 38/98, que fixava a identidade e as características mínimas de qualidade dos Adoçantes de Mesa.
Portaria Nº 29/98, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa - Regulamento Técnico referente a Alimentos para Fins Especiais.
Resolução RDC Nº 12/2001, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa - Regulamento Técnico sobre Padrões Microbiológicos para Alimentos.
Decreto Nº 55.871/65, que contém a relação dos contaminantes inorgânicos, os alimentos em que podem ser encontrados e o limite máximo de tolerância LMT (ppm).
Resolução RDC Nº 259/2002, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa - Regulamento Técnico sobre Rotulagem de Alimentos Embalados.
Resolução RDC Nº 360/2003, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa - Regulamento Técnico sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos
Lei SDE/MJ Nº 8078, de 11/09/1990 - Código de Proteção e Defesa do Consumidor
Lei Federal nº 10674, de 16 de maio de 2003, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa - Obriga a que os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de glúten, como medida preventiva e de controle da doença celíaca.
Laboratório responsável pelos ensaios

Os ensaios foram realizados pelo laboratório do Instituto de Tecnologia do Paraná - TECPAR, localizado em Curitiba, laboratório com o sistema de gestão da qualidade certificado com base na norma ISO 9001/2000 e acreditado pelo Inmetro para a realização de ensaios nas áreas de física e química.

Marcas Analisadas

A análise foi precedida por uma pesquisa de mercado, realizada pela Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade, constituída pelos órgãos delegados do Inmetro, em 8 Estados: Amazonas (AM), Piauí (PI), Goiás (GO), Minas Gerais (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Paraná (PR) e Rio Grande do Sul (RS). Essa pesquisa identificou 62 diferentes marcas de adoçantes de mesa e adoçantes dietéticos comercializados em pó, tabletes, comprimidos e líquidos.
Como o objetivo do Programa de Análise de Análise de Produtos é avaliar a tendência da qualidade do produto no mercado nacional, não há necessidade de se analisar todas as marcas identificadas pela pesquisa.

Portanto, das 62 marcas encontradas, foram selecionadas 21, ou seja, 34% do total, para serem submetidas aos ensaios previstos pela legislação pertinente. Foram selecionadas para análise marcas líderes de mercado e marcas próprias de supermercado, além de marcas de pequena e média participação no mercado e marcas importadas. Das marcas analisadas, 03 marcas são de adoçante de mesa em pó, 06 de adoçante dietético em pó e 12 de adoçantes dietéticos líquidos.
As tabelas 1, 2 e 3 relacionam os fabricantes e as marcas que tiveram amostras de seus produtos analisadas, o tipo de edulcorante, bem como a origem e o local onde as amostras foram adquiridas.

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