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Arnica montana.

Arnica montana , conhecida comumente como veneno de leopardo , bane lobo , montanha tabaco e arnica montanha , é um europeu planta com flor com grande amarelo capítulos
Arnica montana é endêmica para a Europa, do sul da Península Ibérica para o sul da Escandinávia eo Cárpatos . É ausente das Ilhas Britânicas e da italiana e Balkan penínsulas .

A. montana cresce em pobres em nutrientes siliciosos prados até cerca de 3.000 metros (9.800 pés). É raro em geral, mas pode ser localmente abundante. É cada vez mais raro, principalmente no norte de sua distribuição, em grande parte devido à agricultura cada vez mais intenso. Em regiões mais terras altas, também pode ser encontrado na pobres em nutrientes pântanos e brejos .
A. montana tem hastes altas, 20-60 centímetros de altura, suportando geralmente uma única flor cabeça . A maioria das folhas são em um basal roseta , mas um ou dois pares podem ser encontradas no caule e são, excepcionalmente para compósitos , oposto . As cabeças de flores são amarelas, cerca de 5 cm de diâmetro , e aparecem de maio a agosto.

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ARNICA MONTANA e a sua Personalidade Homeopática.

ARNICA MONTANA e a sua Personalidade Homeopática

Sendo sem dúvida alguma uma das medicações mais utilizadas e mais conhecidas pelos amantes e profissionais da Medicina Complementar e Homeopatia a Arnica Montana, também conhecida como Tabaco das Montanhas *é popularmente utilizada em TM e TV ou extrato fluido, Homeopatia, Chás e na forma de compressas, cremes e pomadas.

As compresas com arnica/alcool estão presentes em todos os casos de queda e pancadas, torções e machucaduras de atletas...nas manchas da melancolia por conter uma ação específica sobre a circulação sanguinea. Nos inchaços e pernas doloridas a compressa também se faz presente. No interior do Brasil, especialmente no Estado de Minas Gerais e Goiás essas compressas são muito usadas para cicatrizar joelhos e cotovelos ralados pelos tombos de bicicleta e como preventivo do Tétano (uso esterno).
As pomadas e cremes são usadas de forma indiscriminadas e por vezes não se aplicam com eficácia, especialmente quando administradas com cânfora – nesse caso seu antídoto.

Dentro da sua aplicabilidade na Homeopatia é considerada a "Erva da Queda" e ocupa o 1º lugar nos Repertório dos Primeiros Socorros.
Por ser uma planta com ação direta na circulação, previne e mantem o sangue limpo dos furúnculos, especialmente em se tratando de pessoas que apresentam o sangue muito sujo. Por esse motivo de forma popular é bastante usado nos diagnósticos de Reumatismo, especialmente por idosos onde a dor e a opressão no peito se faz forte e por serem pessoas mais susceptíveis a traumas e as insônias.

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A arnica montana é uma erva originária das regiões montanhosas da Europa.

A arnica montana é uma erva originária das regiões montanhosas da Europa, muito famosa por seu uso externo em lesões musculares.

Descrição : Planta da família das asteracea, também conhecida como arnica-das-monstanhas, arnica verdadeira, panacéia das quedas, quina dos pobres, tabaco das montanhas, tabaco do saboianos. O nome arnica significa pele de cordeiro, aludindo ao tato de suas folhas, suaves e peludas.

A arnica montana, nada tem a ver com as ditas "arnicas brasileiras", de nomes científicos Solidago microglossa e Porophylum ruderale, entre outras. As semelhanças entre elas são algumas de suas indicações e a contra-indicações para uso interno.

Erva perene, cresce entre 30 e 60cm de altura. Suas folhas são ovadas ou lanceoladas , opostas, formando uma roseta próxima ao solo. Suas flores são margaridas amarelo-brilhantes. O fruto é um aquênio pardo com papilo branco.

Partes utilizadas : Flores, folhas e rizomas.

Origem : Nativa das regiões montanhosas da Europa e da região da Sibéria. Era muito encontrada em estado nativo nas regiões dos Alpes.

História: Na antiguidade passou desapercebida de Hipócrates à Galeno, pois era do domínio dos "bárbaros". Seu primeiro registro escrito é do século XII, na Alemanha. A partir do século XVIII a planta começou a popularizar-se a tradição do uso interno da Arnica, aqui repudiado, por seus efeitos tóxicos.

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Para que serve a Arnica Montana.

Para que serve a Arnica Montana

Propriedades : Anti-séptica (antimicrobiana), cardiotônica, adstringente, anticaspa, anestésica e antiinflamatória.

Indicações :

Atualmente o seu principal uso em forma de pomada é combater os primeiros sinais das contusões do trabalho repetitivo mais conhecidas por L.E.R/D.O.R. T.

A arnica possui as propriedades medicinais devido aos flavonóides, sendo muitos e variados seus usos. Dentre os principais podemos citar: cicatrização de ferimentos superficiais, combate de hemorragias leves, além de ser um ótimo antiinflamatório natural de uso externo.

A arnica não deve ser utilizada por via oral, por ser comprovadamente hepatotóxica.Também em casos de pessoas que abriram o pulso por tentar pegar peso acima da capacidade física e outros com contração dos músculos cervicais mais conhecida como torcicolo.

Princípios ativos: Glicosídeos flavonóides: betuletol, eupatofilina, glucoronídeos flavonólicos, hispídulina, isoramnetina, luteolina, ptauletina, espinacetina, tricina, caempferol, quercetina, derivados kaempferol e quercetínicos, jaceosidina, 3,5,7-trihidroxi-6,3,4,-trimetoxiflavona, pectolina-arigenina; Álcoois isoméricos: arnidiol e foradiol; Terpenóides: arnifolina, arnicolidôo, e sesquiterpenos - helenalina e derivados; Aminas: bataina, colina, trimetilamina; Cumarinas: scopoletina e umbeliferona; Mucilagem: inulina; Polissacarídeos: proteína ácida arabino-3,6-galactano, fucogalacto-xiloglucano neutro e heteroglicanos ácidos; óleos essenciais: timol e seus derivados; Ácidos graxos: palmítico, linoleico, mirístico e linolênico; Princípio amargo: arnicina; Ácido cafeico; arotenóides: a e BETA-caroteno, criptaxantina, luteina; Fitoesteróides; Resi­nas; Taninos; Antoxantina.

Plantio e cuidados no cultivo da arnica montana

Habitat: Planta que vegeta em grandes altitudes, podendo chegar até a 2.000m. É de ciclo anual, de porte baixo, com folhas lanceoladas, de coloração verde claro. Suas flores são amarelas, que se destacam da relva. A multiplicação se dá por sementes.

Cultivo e Colheita: Não existem muitas informações sobre o cultivo aqui no Brasil. Mas deve ser realizado em locais de grandes altitudes ou em regiões mais ao sul do Brasil.

Atualmente além da Europa existe cultivo no Canadá. Planta muito consumida e atualmente está com um preço muito caro, com certeza deve estar existindo algum problema com relação ao seu cultivo. Parece ser pouco produtiva.

Informações aos profissionais de saúde.

Farmacologia: A planta possui atividade antiinflamatória discreta e efeito analgésico suave provavelmente pela presença das lactonas sesquiterpênicas. Esta atividade foi comprovada em testes com cobaias.

Testes realizados com 30 maratonistas em um estudo duplo-cego randomizado comprovaram a atividade antiinflamatória em humanos; Em testes com humanos, em odontologia, arnica foi menos eficiente que o metronidazol e mais eficiente que o placebo no controle da dor e inflamação; A atividade imuno-estimulante, comprovada in vivo, deve-se aos polissacarídeos, como o ácido galacturônico; Os compostos fenólicos reduzem os danos tóxicos induzidos no fígado de cobaias.

O extraio das flores tem sido usado no Herbalismo Tradicional para aumentar o fluxo sanguíneo. As lactonas sesquiterpênicas inibem a gregação plaquetária e aumentam a taxa de reabsorção de sangramentos internos.

Não há relatos de pesquisas confirmando o aumento de fluxo sanguíneo em animais. Em um estudo controlado randomizado a planta não afetou os parâmetros de coagulação sanguínea. Os sesquiterpenos têm forte ação bactericida contra Salmonella e fungicida. O efeito curativo sobre feridas ainda não foi comprovado nem em humanos, nem em animais.

Os triterpenos são espasmoliticos. Os flavonóides potencializam esta ação pela estabilização da membrana celular.

A arnica diminui a atividade enzimática, nos processos inflamatórios. A arnica tem substâncias cardiotônicas, Há um relato do uso de arnica em traumatismo facial.

Cuidados no uso da arnica montana

Toxicologia : O uso em excesso poderá produzir eritema e queimação (uso tópico), além de náuseas, vômitos, tarquicardia, hepatotoxidez e depressão (uso interno).

Contra-indicações: Uso interno, a não ser em homeopatia. Planta altamente tóxica; Gravidez e lactação. Em pessoas alérgicas a camomila, crisântemos, margaridas e outras Asteraceae.

Posologia:

Adultos: Diluir a tintura (geralmente das raízes) a 10% em água para compressas. 20g de flores para cada 11 de água em infuso ou decocto, para compressas e banhos. Com as flores frescas preparam-se cataplasmas e unguentos. Extratos glicólicos de flores ou raízes são usados em cosmética.

Crianças usam de 1/6 partes.Pode ser encontrada em formulações homeopáticas sob a forma de pomada, gel e tintura.

Interação medicamentosa: Potencializa os riscos de sangramentos em pacientes em uso de aspirina, heparina e warfarina. Potencializa os riscos de sangramento e/ou altera a função plaquetária quando usada concomitantemente com: Angélica, erva-doce, assa-fétida, boldo, pimentas, aipo, camomila, cravo-da-índia, feno-grego, tanaceto, alho, gengibre, ginkgo, ginseng, castanha-daíndia, raiz-forte, alcaçuz, ulmária, cebola, papaína, maracujá, acácia, cúrcuma, salgueiro. Pode alterar o tempo de protrombina e tromboplastina.

Precauções: Não deve ser usada internamente, nem em gargarejos, olhos e nariz; não deve ser usada sobre feridas abertas ou cortes na pele. A tintura deve ser diluída antes de seu uso tópico.

Efeitos colaterais: Dores estomacais, diarreia e vómitos; Sangramentos; Dermatite de contato, irritação das mucosas.

Superdosagem: O uso interno pode causar coma e morte. O uso em quantidades acima das prescritas ou em formas terapêuticas não aconselhadas pode causar vómitos, gastroenterite, sonolência, dispneia e para­da cardíaca. Lavagem gástrica, indução do vómito e medidas de suporte, de acordo com os sintomas, deverão ser tomadas. Pode haver necessidade de assistência ventilatória.

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