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Chá de Agoniada.

Olha fiquei sabendo que chá de ARUEIRA, BARBATIMÃO E AGONIADA, é bom para limpar o útero e ajuda a engravidar (pois a mulher fica mais fértil), na mesma hora fui lá e comprei, vou começar a tomar hoje e se DEUS quiser, mês que vem estarei vindo postar aqui que estou GRAVIDÍSSIMA, haha' e ela há de querer.

VAMOS TOMAR O CHÁ E TER MUUUUUUITA FÉ MENINAS.

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GONIADA Plumeria lancifoliata.

GONIADA (Plumeria lancifoliata)
A Agoniada é uma árvore grande de madeira rija com casca muito amarga. No Brasil é grande o seu cultivo, abrangendo toda a região compreendida entre Goiás e Rio Grande do Sul.
A Agoniada é reconhecida tradicionalmente como excelente remédio para mulheres, referindo-se seu nome aos sintomas associados ao ciclo menstrual.
Parte utilizada : Cascas e Folhas.
Indicação: O Chá de Agoniada é indicado como potente antiinflamatório no trato gênito-urinário, dismenorréia (menstruação irregular), cólica menstrual e leucorréia (corrimento vaginal).

Modo de uso: Coloque 2 colheres de sopa (cascas) para um litro de água.
Deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos, a partir do momento em que se inicia a ebulição. Após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso.
Beber 1 xícara 3 vezes ao dia.

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Como fazer chá de agoniada.

Como fazer chá de agoniada
Também conhecida como agonia, arapou, tapouca e quina mole, a agoniada é largamente cultivada no Brasil, principalmente na área entre Goiás e Rio Grande do Sul. Suas sementes são usadas há séculos, sendo famosas entre os índios e muito usadas para a confecção de colares e outros acessórios típicos.
A agoniada tem o seu uso famoso entre mulheres e recebeu esse nome por causa dos sintomas que as mulheres sentem durante o período e ciclo menstrual e os benefícios que a planta traz para isso. Ela é um reconhecido remédio para mulheres e tem a sua casca e folhas usadas para receitas como o chá.
Indicações
O chá de agoniada é indicado para uma diversidade de quadros enorme. Entre os mais famosos, está o combate às cólicas menstruais, secreções e catarros que existem por um longo período, ansiedade, febre e asma. Também é indicada como sedativo, para casos de TPM com muita ansiedade, prisão de ventre, menstruação irregular, gastrite, entre outros. A planta também possui funções antidepressivas.
Contraindicações
O chá de agoniada não é indicado para mulheres grávidas, pois os efeitos que ele causa em todo o aparelho reprodutor pode induzir ao parto. Também não é indicado na fase de amamentação ou para crianças.
Benefícios
O maior benefício do chá de agoniada é o combate à cólica. Ele também ajuda em corrimentos vaginais, menstruações irregulares e tem propriedades diuréticas, o que faz dele um importante aliado durante a dieta.
Como fazer
Para fazer o chá de agoniada será preciso folhas da planta ou sachês da versão industrializada. Aprenda a preparar o chá em casa com o passo a passo a seguir.
Adicione 1 litro de água em uma panela;
Adicione 2 colheres de sopa da folha da planta na panela com água;
Leve ao fogo e deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos, contando a partir do momento em que a água começa a ferver;
Após os 10 minutos, retire a panela do fogo;
Tampe a panela e deixe repousar por aproximadamente 10 minutos;
Abra a panela e coe o chá com uma peneira;
O líquido está pronto para o consumo!

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Agoniada é um arbusto ou árvore.

Agoniada é um arbusto ou árvore pequena que chega a medir até 8 metros de altura, com raízes muito compridas e caule lactescente. As folhas são longas, grossas, pecioladas, opostas, lanceoladas, inteiras, agudas, glabras, de até 25 centímetros de comprimento e 3 centímetros de largura. As flores são brancas, campanuladas, com a base do tubo amarelada, grandes, dispostas no ápice dos ramos em cimeiras de 2-3 ou mais. Os frutos são folículos geminados, fusiformes, de 9 centímetros, contendo sementes. A Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil 1ª Edição (1926) caracteriza a casca da Agoniada da seguinte maneira:
"As cascas de agoniada apresentam-se em pedaços de forma irregular, de 4 a 10 e às vezes mais centímetros de comprimento, enroladas quase sempre em cilindros de 1 a 1,5 cm de diâmetro, ou tendo os bordos somente recurvados. A sua espessura varia de 1 a 6 mm, conforme sejam provenientes dos ramos ou do tronco. A superfície externa das cascas provenientes dos ramos é de cor parda escura, com manchas pardas mais claras ou amareladas, alongadas no sentido longitudinal, e quase lisa; sua face interna é de cor mais escura, quase preta e lisa. A sua fratura é levemente granulosa. Sua secção transversal apresenta duas camadas de espessura desigual: uma porção externa ou peridérmica, mais espessa e de cor parda amarelada, um pouco mais carregada no exterior, e a parte liberiana, de cor mais escura, quase preta.
As cascas provenientes do tronco têm a camada suberosa muito mais desenvolvida, de cor terrosa, gretada e coberta por placas esbranquiçadas de liquens. Sua fratura é levemente fibrosa."

Nome Científico: Plumeria lancifolia Müller Argoviensis.

Nome Popular: Agoniada, Arapué, Sucuúba, Quina-mole e Tapuoca, no Brasil.

Denominação Homeopática: PLUMERIA.

Família Botânica: Apocynaceae.

Parte Utilizada: Casca.

Princípios Ativos: Segundo R. Coimbra, a Agoniada contém: Alcalóide: agoniadina; Matérias Açucaradas, Gomosas e Resinosas. Segundo M. Pio Corrêa, além da agoniadina, a Agoniada também possui: Princípio Amargo: plumerina e Ácido Plumeri-tânico.

Indicações e Ações Farmacológicas: Segundo R. Coimbra a Agoniada é febrífugo, emenagogo, purgativo. Usado nas febres em geral e, em particular, nos ingurgitamentos ganglionares, adenites, linfatismo; útil também na amenorréia e nas menstruações difíceis e doloridas.
Segundo M. Pio Corrêa a casca da Agoniada é anti-asmática, anti-sifílitica, emenagoga, purgativa, com ação direta sobre o útero, que descongestiona, auxiliando a concepção e regularizando as menstruações difíceis. Útil ainda nas afecções histéricas, ingurgitamentos ganglionares, limfatites e doenças da pele. Exsuda abundante látex antihelmíntico, cujo resíduo é borracha e nele contém ácido plumeri-tânico, o princípio amargo "plumerina" e o alcalóide "agoniadina", tudo descoberto por Peckolt, sendo o último reputado por ele febrífugo, sucedâneo da quinina na cura das febres intermitentes.

Toxicidade/Contra-indicações: M. Pio Corrêa continua o texto acima assim:
"Supõe-se que em dose elevada produz sincopes, delíquio e morte, não havendo a menor dúvida que tal substância é eminentemente venenosa."
Devido a falta de estudos sobre esta espécie aliado ao emprego popular, deve-se ter muita precaução com a dose a ser administrada.

Dosagem e Modo de Usar:
A Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil 1ª Edição (1926) mostra a composição de três formas farmacêuticas de Agoniada:
• Extrato Fluido de Agoniada:
Agoniada, casca, em pó ....................... 1000 g
Álcool ................................................. Q. S.
Água .................................................. Q. S.
Para obter ........................ 1000 ml

Prepare este extrato fluido pelo processo A (pág. 385 desta mesma obra), empregando como líquido extrator uma mistura de dois volumes de álcool e um volume de água.
Caracterização: Líquido límpido, de cor parda escura, de sabor amargo, que com água dá um soluto turvo.

• Pó de Agoniada:
Agoniada, casca .................................. Q. V.

Corte a droga em pequenos pedaços, seque-os a 45º C, pulverize-os e passe o pó pelo tamis nº 5.
Caracterização: Pó de cor parda, inodoro e sabor amargo.

Nesta mesma edição faz-se menção à Tintura de Agoniada, porém não traz as proporções como as acima relacionadas.

R. Coimbra cita as doses para as formas farmacêuticas acima:
• Extrato Fluido: como febrífugo, de 2 a 10 ml por dia; como purgativo, de 20 a 30 ml de uma vez;

• Pó: como febrífugo, de 2 a 10 g por dia;

• Tintura: como febrífugo, de 10 a 50 ml por dia.

Referências Bibliográficas:
• CORRÊA, M. P. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. IBDF. 1984.

• ALBINO, R. Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil. 1ª edição. 1926.

• COIMBRA, R. Manual de Fitoterapia. 2ª edição. 1994.

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