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Chá de Ginkgo Biloba.

A árvore do Ginkgo (Ginkgo biloba) é, em vários aspectos, extraordinária. Apesar de nativa na Coréia, China e Japão, a árvore pode ser encontrada em parques e em alamedas de cidades por todo o mundo. Chega a crescer 40 metros e vive mais de mil anos. Fósseis de gingko foram datados de cerca de 250 milhões de anos, e Charles Darwin se referiu à árvore como um "fóssil vivo". Agora, a justificativa para a fama do ginkgo vem do extrato obtido de suas folhas em forma de leque.

INDICAÇÃO: O chá de Ginkgo biloba auxilia no tratamento de úlceras varicosas e flebites. Atua nos radicais livres, combatendo-os, prevenindo rugas e atua como antioxidante. Promove maior oxigenação cerebral. Excelente para problemas de memória e estresse.Também ajuda em casos de ansiedade, asma, catarro, cefaléia, enxaqueca, incontinência urinária, labirintite, fadiga, artrite, Arteriosclerose, cansaço, envelhecimento, depurador, rinite crônica, rouquidão, tonturas e vertigens, além de ajudar cérebro, circulação sangüínea, concentração, coração, digestão, energia sexual, memória e metabolismo.

COMO FAZER: Coloque em infusão, em um litro de água fervente, 2 colheres de sopa da erva, deixe levantar fervura. Desligue o fogo e abafe por dez minutos.

COMO BEBER: Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.

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Ginkgo biloba A erva super star.

Ginkgo biloba: A erva super star
Por seus inúmeros benefícios medicinais e utilização em todo o mundo, a gingko biloba pode ser chamada de "a erva super star". Possui um dos antioxidantes mais eficazes, os flavonoides, e o composto terpenoide, que regula a produção de plaquetas no sangue. Mas seu perfil nutricional vai muito mais além.

Os super benefícios

Uma das utilizações mais conhecidas desta erva é destinada a melhoria da circulação sanguínea. Dilata os vasos, sendo excelente para eliminar varizes. O que acaba por ótimo também para o cérebro, já que com o fluxo sanguíneo adequado, a memória estará funcionando com sua capacidade plena.

Ao inibir a formação de placas no sangue, evita que se formem coágulos, evitando um ataque cardíaco, por exemplo. Outra ação benéfica é que neutraliza os efeitos dos radicais livres, sendo um reforço para o Sistema Imunológico.

Seu uso regular melhora a digestão e impulsiona o metabolismo. Trata hipertensão, vertigem, enxaqueca e dores musculares. Além de eficaz para eliminar disfunções sexuais, possui propriedades anti inflamatórias que aliviam os sintomas da asma, e complicações respiratórias do gênero, sendo, ainda, indicada para problemas na visão, ou no canal auditivo.
Uma curiosidade acerca da ginko biloba é quando em parceria com o chá verde, potencializa os benefícios medicinais de ambos. Misturar os dois chás promove uma sinergia realmente incrível. Juntos, produzem um verdadeiro elixir para a juventude, memória, oscilações de humor, e fertilidade – em homens e mulheres.

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Chá de Ginkgo Biloba anti-inflamatória.

Chá de Ginkgo Biloba
Ginkgo Biloba é uma planta citada na terapêutica chinesa há cerca de 2.800 anos A.C.

Ações:
É anti-inflamatória, anti-fúngica, antibacteriana, antidepressiva, anti-diabética, é auxiliar no tratamento de labirintite, previne o envelhecimento, estimula a circulação sanguínea auxiliando no tratamento de impotência sexual e doenças vasculares.

Indicações:

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Ginko biloba pode causar danos aos rins.

Ginko biloba pode causar danos aos rins e convulsões
O uso indiscriminado do fitoterápico ginko biloba, indicado para melhorar a memória e o desempenho cognitivo em idosos, pode causar efeitos colaterais sérios, danos hepáticos, pedras na vesícula, além de sangramentos e convulsões. O alerta é de Décio Alves, presidente da regional carioca da Sociedade Brasileira de Fitomedicina. Segundo ele, o ginko só deve ser usado com indicação e acompanhamento médico.

Alves diz que, a cada semestre de uso contínuo, é recomendável interromper a medicação por um ou dois meses. "É importante essa parada estratégica para não sobrecarregar os rins e o fígado."

De acordo com o médico, o extrato da planta tem ação antioxidante e aumenta a microcirculação sangüínea no cérebro. É indicado para reduzir os efeitos degenerativos do envelhecimento normal, além de poder combater a labirintite e o zumbido no ouvido.

Mas ele reforça que o medicamento só deve ser usado por pessoas que já apresentem déficit cognitivo. "Ele não tem efeito preventivo. Não adianta os mais jovens tomarem que não haverá resultado", afirma.

Outro cuidado é na compra. O paciente deve observar na caixa ou na bula a composição, que, para os efeitos terapêuticos desejados, precisa ter 24% de princípio ativo (gincosídeos). O uso na forma de folha --para chá, por exemplo-- não teria efeito nem contra-indicação.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), onde o fitoterápico tem registro há quatro anos, informa que as pessoas devem observar na embalagem do medicamento se há o número do registro na agência, que começa com as letras MS --de Ministério da Saúde--, seguidas do dígito 1 e de 13 algarismos.

Ainda que seja vendido como remédio nas farmácias, há médicos que divergem na sua indicação. O geriatra Luiz Roberto Ramos, chefe do centro de estudos do envelhecimento, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz ser favorável ao uso do ginko biloba pelos efeitos antioxidantes. "É a mesma coisa da vitamina C e E. Desde que sob orientação médica, não há problemas na indicação", afirma.

Já para o geriatra Wilson Jacob Filho, do serviço de geriatria do Hospital das Clínicas, não há comprovação científica de que o extrato de ginko biloba seja eficaz.

Na opinião do médico, os estudos que demonstraram melhoria na microcirculação também são inconclusivos. "Não há justificativa científica para prescrever o medicamento", afirma.

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