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FITOESTROGENOS.

Os fitoestrógenos são um grupo de substâncias vegetais que, apesar de terem estruturas químicas diferentes do estrógeno, tem ação parecida no metabolismo.
Provavelmente encontrados em milhares de espécies vegetais, pesquisas indicam sua presença em leguminosas como soja e feijão e em folhas como as da amora, que é utilizada como repositor hormonal fitoterápico por conter o fitoestrógeno isoflavona.

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Dieta do fitoestrógeno derreta a gordura abdominal.

Dieta do fitoestrógeno: derreta a gordura abdominal e afine a cintura
Aposte na dieta que detona de vez os pneuzinhos, afina a cintura e chapa a barriga. Saiba mais!
Às vezes, mesmo seguindo uma dieta à risca, as roupas continuam apertadas e os botões teimam em não fechar. Isso acontece porque a perda de peso ocorre de forma gradual e nem sempre do jeito que esperamos. Pode ser que já nas primeiras semanas seu rosto fique mais magrinho, os braços desinchem ou até mesmo as pernas firmem um pouco — os quilos começam a ir embora, mas aqueles pneuzinhos chatos continuam marcando presença. E agora?

Fique calma, pois existe um truque capaz de esvaziá-los sem sacrifício. Você só precisa montar um prato cheio de fitoestrógeno, substância vegetal capaz de eliminar a gordura abdominal. "Ela é encontrada principalmente nos cereais integrais e age no organismo de maneira semelhante ao estrógeno, hormônio responsável por distribuir a massa gorda pelo corpo e formar a silhueta feminina
Modelando a cintura
Você já deve ter ouvido falar das isoflavonas — uma segunda denominação para os fitoestrógenos. "Pois bem, uma vez no organismo, passam pelo intestino e buscam os receptores do estrogênio, aqueles encarregados de modular o tecido adiposo. Quando esse tipo de receptor é estimulado, o nível de gordura diminui", explica Aline Petter, nutricionista e autora do livro Nutrição Estética (RS). O processo funciona assim: seu corpo, ao receber a substância por meio da alimentação, forma uma espécie de pedágio que barra a gordura presente na corrente sanguínea e impede sua absorção. "Além disso, alimentos ricos em isoflavonas conferem mais saciedade e fazem que o intestino funcione melhor, tudo para favorecer a perda de peso.

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Soja x Fitoestrógenos.

Soja x Fitoestrógenos
A soja contém altos níveis de fitoestrogénos, conhecidos como isoflavonas, além de genisteína e daidzeína que estimulam e bloqueiam o hormônio estrógeno, tornando-o um desregulador endócrino natural, isso porque causa efeitos adversos sobre a saúde num organismo intacto, sua descendência e/ou subpopulações.
Esse alimento tornou-se um opcional para pessoas que não toleram laticínios mesmo não sabendo que a soja é a segunda alérgia mais comum. Também, possui fitatos que bloqueiam a absorção de minerais pelo corpo e inibidores de enzima que atrapalham ou não permitem a digestão de proteínas e hemaglutinas as quais fazem as hemácias se aglutinarem dificultando a absorção de oxigênio e retardando o crescimento.
Já é sabido por anos que os fitoestrógenos da soja deprimem a função da tireóide. No Japão, pesquisa de 1991 mostrou que 30g de soja por dia resultam num grande aumento de hormônio estimulante da tireóide. Isso pode causar bócio, hipotireoidismo e doença autoimune da tireóide (síndrome de Hashimoto). Administrado em crianças gera amadurecimento tardio no caso dos meninos e desenvolvimento precoce nas meninas, já na gravidez pode prejudicar o desenvolvimento cerebral do feto.Uma doença comum causada pela dieta à base de soja em crianças é a Telarca precoce, que é o desenvolvimento mamário antes dos oito anos de idade e é diagnosticada normalmente durante os dois primeiros anos de idade, devido à persistência de secreção de gonadotrofinas hipofisárias na infância, e após os 6 anos de idade, devido à antecipação da produção puberal ovariana de estrogênios e/ou o aumento da sensibilidade dos receptores destes hormônios aos baixos níveis circulantes. Geralmente é uma condição autolimitada, com taxa de regressão variando de 30 a 60% após um ano e meio de evolução. Contudo há relatos de desenvolvimento sexual em meninos associada ao uso de algumas substâncias como o dietistilbestrol (DES), cremes ou tônicos capilares contendo 17-alfa-estradiol e fitoestrógenos, que pode perfeitamente explicar essa aceleração hormonal em meninas de mesma idade.
Um fato interessante diz respeito aos japoneses, que comem grandes quantidades de soja e, como resultado, têm baixos índices de câncer de seio, útero, cólon e próstata. Daí, se constrói a idéia que a soja é um alimento saudável. Entretanto um estudo de 2000 mostrou que um homem japonês típico ingere cerca de 8g (duas colheres de sopa) por dia, nada semelhante aos 220 g que um ocidental consumiria comendo um pedaço de tofu e dois copos de leite.
Há também relatos de fitoestrógenos desencadeando epidemia de puberdade precoce e vários estudos em animais, nos quais estas substâncias levaram à infertilidade em ovelhas e alteração do comportamento sexual em ratos. Vale lembrar que, no Reino Unido, os estudos são amplos e já confirmaram, por exemplo, que a fórmula infantil de soja (único alimento de 6.500 bebês atualmente) tem um efeito estrogênico em ratos.

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IMPORTÂNCIA DOS FITOESTRÓGENOS.

IMPORTÂNCIA DOS FITOESTRÓGENOS
Estudos clínicos e epidemiológicos mostram que as populações
asiáticas, principalmente China e Japão, que consomem uma alimentação rica
em soja apresentam menos sintomas de síndrome do climatério (SC), sofrem
menos de osteoporose, de afecções cardiovasculares e de alguns tipos de
câncer (mama, próstata e cólon) que aquelas que consomem a chamada "dieta
americana". Observou-se que estes povos consomem de 30-50 vezes mais
produtos de soja do que as ocidentais. Isso motivou diversas pesquisas para se
conhecer os mecanismos de ação dos compostos naturais que se encontram
nos alimentos, principalmente na soja.
As plantas podem ser consideradas como sendo um laboratório
biossintético, não só no que diz respeito à produção de diversas substâncias,
provenientes dos processos metabólicos primários do carbono (carboidratos,
proteínas, gorduras) envolvidos na respiração, digestão e outros de seus
processos vitais, mas também no que se refere à produção de metabólitos
secundários (glicosídios , alcalóides, terpenóides, flavonóides, dentre outros).
Esses metabólitos secundários são compostos de baixa massa molar que
possuem diversas funções na planta, principalmente de defesa de ataque de
predadores e patógenos. Quando presentes em alimentos de origem vegetal
podem ter tanto efeitos benéficos quanto prejudiciais ao ser humano.
As isoflavonas (também chamadas de isoflavonóides) pertencem à
família dos polifenóis. Uma propriedade comum dos polifenóis é a sua
atividade antioxidante. Contudo as isoflavonas apresentam estrutura química
semelhante aos estrógenos humanos, tal como o 17 β-estradiol, e por
apresentar atividade estrogênica, essas substâncias são comumente
referenciadas como fitoestrógenos. Esses compostos se encontram de forma
natural em leguminosas e são especialmente abundantes nos grãos de soja.
Quando consumimos a soja e seus produtos, as isoflavonas presentes são
hidrolizadas no intestino por glicosidases intestinais, liberando as agliconas,
daidzeína, a genisteína e a gliciteína (figura 1), que são as formas
biologicamente ativas, que irão atuar beneficamente no organismo humano.
As isoflavonas da soja podem agir de três diferentes formas: como
estrógenos e antiestrógenos, como inibidores de enzimas ligadas ao
desenvolvimento do câncer e como antioxidantes.
Embora estudos mostrem que os efeitos estrogênicos das isoflavonas
sejam muito pequeno (1/1.000 a 1/100.000 menos a atividade do estradiol),
elas podem ao mesmo tempo exercer um efeito agonístico sobre os
estrogênios. Na presença dos estrogênios elas funcionam como
antiestrógenos, competindo com ele pelos sítios de ligação nos receptores de
estrógenos presentes na célula, evitando que este hormônio exerça seus
efeitos negativos, como aumentar o risco de câncer de mama nas mulheres.
Na ausência de estrogênio (menopausa), essas substâncias apresentam efeito
estrogênico e substituem o hormônio que apresenta em baixo nível, aliviando
os sintomas indesejáveis da menopausa e reduzindo o risco de doenças
cardiovasculares e osteoporose advindos da ausência do estrogênio humano.
A genisteína, tem atraído muita atenção, não somente por causa do seu
potencial efeito anti-estrogênico, mas também por que inibe várias enzimas
envolvidas em processos de carcinogênese. A concentração da genisteína na
maioria dos produtos de soja varia de 1-2 mg/g. As populações orientais, que
apresentam baixa incidência de câncer de mama e próstata, consomem de 28
g de genisteína por dia, enquanto que nos EUA é somente de 1-3 mg/dia.
Estudos sugerem que somente a genisteína, dentre as isoflavonas, possui
efeito potencial na inibição do crescimento de células cancerosas em
concentrações fisiológicas e que a daidzeína só exerce algum efeito se
combinada com a genisteína.

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