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HIPÉRICO.

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Hipérico Herbarium é indicado para o tratamento de estados depressivos leves a moderados.
COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Hipérico Herbarium promove alívio dos sintomas da depressão leve
a moderada e dos sintomas associados como ansiedade, tensão e dor
muscular generalizada.
O tempo estimado para o início da ação deste medicamento é de duas
a quatro semanas; após este período observa-se melhora nos sintomas
e nos sinais depressivos.
QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
• Hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes da
fórmula.
• Lactação e gravidez.
• Não usar em episódios de depressão grave.
• Não tomar o medicamento durante o tratamento com anticoagulantes
(ex. varfarina).
• Pode diminuir os efeitos de contraceptivos orais e de medicamentos
para o tratamento da asma (à base de teofilina) ou de medicamentos
à base de digoxina.
• Este medicamento não deve ser usado em associação com outros
antidepressivos e até duas semanas após o término do tratamento
com inibidores da monoaminoxidase (IMAO).
• Existe interação de medicamentos à base de H. perforatum com
ciclosporina, anticoagulantes cumarínicos, anticoncepcionais orais,
teofilina, digoxina, indinavir e possivelmente outros inibidores da
protease e transcriptase reversa, prejudicando os efeitos destes. Isto
ocorre devido à capacidade do Hipérico de aumentar a eliminação
de outras drogas.
• Não é recomendado utilizar este medicamento com clorpromazina
ou tetraciclina.
• O extrato de H. perforatum não demonstrou interação com o álcool
em estudos farmacológicos, porém sabe-se que o álcool pode piorar
o quadro depressivo.
• O hipérico pode diminuir a secreção de prolactina. Informe seu
médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o
uso deste medicamento.

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Hipérico ou Hypericum perforatum L.

Hipérico ou Hypericum perforatum L
Nativa da Europa, a planta é hoje cultivada em vários países do mundo por suas propriedades. Ela é pequena, chegando até 1m de altura, e tem caule ereto com ramificações na parte superior. As folhas são ovaladas, e as flores, de cinco pétalas, são amarelas com pontos escuros nas bordas.

Usada para fins medicinais desde a Grécia antiga, o nome popular de erva-de-são-joão foi dado pelo fato de ela florescer no dia 24 de junho.

Parte utilizada
Flores e folhas.

Uso medicinal
No tratamento sintomático de depressão leve a moderada, cansaço, ansiedade e insônia. Algumas farmacopeias também recomendam o uso externo para queimaduras e lesões na pele.

Modos de uso
Infusão, pó, extrato em cápsulas, comprimidos, tinturas, macerada em óleo para uso externo ou na fabricação de xampus, cremes, loções e de fitoterápicos como Depressive, Hiperico ec, Remotiv, Adprex, Equilibrium, Felis, Hipericin, Hipersac, Hyperigreen, Iperisan, Prazen e Triativ.

Cuidados e contraindicações
Não é recomendado o uso combinado com outros antidepressivos sem supervisão médica. Contraindicado para pacientes alérgicos à planta, com depressão profunda, grávidas e lactantes.

Pode interferir com a ação de medicamentos que tratam doenças cardíacas, vertigem, câncer, drogas que previnem rejeição a transplantes e até anticoncepcionais.

Efeitos colaterais
Dificuldades para dormir, sonhos vívidos, ansiedade, irritabilidade, problemas estomacais, fadiga, secura na boca, tontura, dor de cabeça, irritação na pele, diarreia. Pode provocar hipersensibilidade à luz solar.

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Propriedades Hipérico.

Propriedades : Antitussígeno, antireumático, vulnerário, analgésico, balsâmico, antiespasmódico, digestivo, colagogo e colerético, tonificante do sistema nervoso: combate a depressão ou neurose.

Indicações : É muito usado para curar feridas e queimaduras, a incontinência urinária das crianças e na eliminação de vermes. Externamente costuma ser usado em compressas para aliviar seios congestionados.

Principios Ativos : Naftodiantronas: Flavonoides: kaempferol, quercetina, quercetrina, isoquercetrina. amentoflavona, luteolina, miricetina, hiperina. hiperosídeo, rutlna, miquelianina e astilbina; Floroglucinóis: hipertorina e a adhiper-forina; Óleos essenciais; Derivados da antraquinona: hipericina. pseudohipericina, emodina-antranol,c iclo·pseudohipericina, isohipericina e protohipericina; Pigmento avermelhado:diantrona hipencina (vermelho hypericum); Carotenóides; Clorofila: Proantocia-nidinas: catequina e epicatequina; Óleo essencial: monoterpenos e sesquiterpenos - 2-metil-octano, n-nonano, a e B-pineno, a terpineol, geraniol, mireceno, limoneno, cariofileno; Xantonas; Taninos; Fenóis: ácidos caféico, clorogénico, p-cumárico, e hiperiolina. Ácidos: nicotínico, mirístico, palmítico, esteárico; Pectina; Hidrocarbonetos; Alcoóis de cadeia longa; Aminoácidos: cisteina, ácido gamaaminobutírico (GABA), glutamina, leucina, lisina

Toxicologia : não usar a planta fresca ou óleo puro junto com a exposição solar ou raios ultravioleta, pois pode ocorrer fotossensibilização da pele. Pode interferir nos efeitos de drogas contraceptivas. Gestantes e usuárias de contraceptivos (anticoncepcionais), devem evitar seu uso.

Contra-indicações: O uso concomitante com inibidores de proteases do HIV, inibidores da trascriptase reversa não-nucleosideo do HIV, ciclosporina, tacrolimus, irinotecano, e mesiliato de imatiniba.

Modo de usar: Uso Interno: - infusão de 2 colheres de chá de flores em 1 xícara (chá) de água quente. Coar depois de 10 minutos, dar à criança cerca de meia hora antes dela dormir: enurese (para criança); - infusão de 1 a 2 colheres de erva seca em 1 xícara de água fervente, 3 vezes ao dia: enurese (para adulto); - Tintura: 1 a 4 ml, três vezes ao dia. Uso Externo: - compressas: macerar 300 g de sumidades floridas em 500 g de óleo puro: úlceras, queimaduras ou fricções para gota e reumatismo. - Fabricação de xampus, cremes, loções, gel de banho e óleos infantis: até 5% de extrato glicólico.

Posologia: O uso tradicional da erva hipérico indica o Uso de doses de 2 a 4 gldia ou 0,2 a 1 gl dia de hipericina. Porém, a maioria dos ensaios clínicos foi conduzida usando extratos com uma quantidade de 0,3% de hipericina, a forma estandardizada mais antiga. Com a descoberta da bioatividade das hipertorinas, um índice de 3% a 5% de hipertorinas esta sendo usado como o novo padrão. Há chás compostos com hipérico, mas a planta raramente é encontrada no Brasil.

Interação medicamentosa: O hipérico tem um pertil excelente de tolerabilidade como uma monoterapia, mas foi relatado interagir com diversas drogas. Os mecanismos de muitas das interações do hipérico com outras drogas envolvem um aumento do metabolismo intestinal (citocromo P450 (CYP] 3A4) e o metabolismo hepático (CYP 1 A2, 2C9, e 3A4) e/ou um aumento na ativação da efluência da p-glicoproteína intestinal de uma forma clinicamente relevante. Os mecânismos para outras interações medicamentosas com o hipérico permanecem desconhecidos. Médicos devem estar cientes do grande potencial para interações, pois o efeito pode surgir como uma diminuição ou um aumento na eficácia de medicamentos co-administrados. Drogas com uma escala terapêutica estreita devem ser cuidadosamente monitoradas quando o hjpérico for adicionado ou interrompido, ou (com) por uma mudança na dosagem As drogas que são mais (?)prominentemente (?) afetadas e que, conseqüentemente, o Uso concomitante com o hipérico deve ser evitado, incluem - inibidores da protease do HIV (saquinavir), inibidores de transcriptase reversa não-nucleosídeo do HIV (nevirapina), cliclosporina, tacrolimus, irinotecan, e imatinib mesilato. A interação com a ciclosporina é bem documentada e diversos casos relataram rejeção de órgãos.

Os contraceptivos orais podem ser afetados, pois relatórios descreveram sangramento irregular e caso de gravidez não desejadas. Os pacientes devem ser alertados sobre este risco quando esta erva for usada simultaneamente com contraceptivos hormonais e também quando recomendado o Uso adicional de métodos contraceptivos não hormonais. As drogas que sofrem uma redução da concentração plasmática provocada pelo hipérico, devido a um aumento do metabolismo hepático são: Alprazolam (CYP3A4), erlolinib (CYP3A4), indinavir (CYP3A4), irinotecan (CYP3A4), midazolam (CYP3A4), nevira-pina (CYP3A4), nifedipina (CYP3A4), omeprazol (CYP2C19 e CYP3A4), contraceptivos orais (CYP3A4), quazepam (CYP3A4), simvastatina (CYP3A4), tacrolimus (CYP3A4), teofilina (CYP1A2), verapamil (CYP3A4), varfarina (CYP2C9 ou inibição da absorção); As drogas que sofrem uma redução da concentração plasmática provocada pelo hipérico, devido a um aumento do metabolismo hepático e/ou a ativação da efluência da p-glicoproteina intestinal são: amitriptilina, ciclosporina, digoxina, fexofenadina, imatinib, metadona, nortriptilina, sirolimus; As drogas em que uma inibição suspeitamente aditiva da recaptação da serotonina quando usadas simultâneamente com o hipérico são: nefazodona e sertralina.

O risco de desenvolver a síndrome de serotonina e outras reações adversas do SNC não pode ser descartado, assim, o cuidado extremo é necessário quando são combinados medicamentos psicotrópicos, particularmente drogas serotonérgicas, com o hipérico; A paroxetina pode causar um efeito sedativo-hipnótico maior quando coadministrada com o hipérico (mecanismo desconhecido); As drogas que causam uma emergência da anestesia mais demorada, quando usadas junto com o hipérico (mecanismo desconhecido) são: propofol e sevoflurano; Carbamazepina pode diminuir a concentração plasmática de componentes do extrato de hipérico (por exemplo, pseudohipericina); A cimetidina pode aumentar a concentração plasmática de componentes do hipérico (por exemplo, hipericina): As drogas que não parecem interagir com o hipérico, baseado na documentação disponível na literatura incluem: carbamazepina, dextrometoriano, e pravas·tatina; O uso de preparações de hipérico deve ser interrompido pelo menos 5 dias antes de cirurgias eletivas; Um número de fatores como dose, regime de dosagem, fannacocinética., toxicidade Individual da droga, assim como fatores específicos aos pacientes, como idade, gênero, e condições correntes, afetam a importância clínica das interações com o hipérico. Os médicos devem considerar estes fatores para avaliar o risco individual de cada paciente para o Uso do hipérico, embora dados sobre a segurança da erva, publicados coletivamente, indiquem que a erva é bem tolerada.

Efeitos colaterais: Uma revisão sistemática concluiu que a evidência atual sugere que os extratos de hipérico são bem tolerados e seguro para o consumo humano quando tomado sob a prescrição de (um) profissionais de saúde que estejam cientes das potenciais circunstâncias e dos fatores de risco de cada indivíduo. O risco mais relevante associado com o Uso do hipérico parece ser sua interação com outras drogas. Muitas destas interações permanecem teóricas, embora algumas possam ser clinicamente severas e de grande importância. As reações adversas mais freqüentemente descritas nos ensaios clínicos foram queixas gastrointetinais (tal como a náusea), coceira, fadiga, distúrbios do sono, e dor de cabeça; Quando ingerido, a hipericina pode induzir uma fotossensibilidade caracterizada pela inflamação da pele e das membranas mucosas após exposição à luz, como observado em animais que mgeriram a planta durante a pastagem.

Camundongos dados 0,2 a 0,5 mg da erva também desenvolveram reações fotodinâmicas severas. Fototoxicidade causada por Hypericum pertoratum foi observada quando testada em queratinócitos humanos. Uma revisão da química das quinonas fenantroperileno da hipericina revela a presença de pigmentos fotosen-sores. Após a administração oral, concentrações de hipericina no soro humano e no liquido de bolhas cutâneas foram detectadas. Porém, a maioria dos relatórios descrevendo fotossensibilidade, foi limitada àqueles que tomaram doses excessivas da erva, usada principalmente no tratamento do HIV. Pacientes com HIV foram administrados doses de Hypericum perforatum por via oral (por exemplo, 0,5 r.1g1kgldia), ou por via intravenosa (por exemplo, 0,5 mglkg duas vezez por semana), e administração por ambas as vias produziu a fototoxicidade significativa em 30 pacientes de HIV, e 16 pacientes abandonaram o tratamento por este motivo; Inúmeros estudos não relatam nenhum efeito adverso sério. Em um ensaio com 22 pacientes, 50% dos pacientes não relataram nenhum efeito colateral.

Os efeitos relatados foram inquietação, insônia, mudança do movimento intestinal e evacuaçào, ou dor de cabeça. Em um estudo com 3250 pacientes que tomaram o hipérico por 1 mês, menos de 3% relatou secura da boca, aflição gastrointestinal, ou vertigem. Em uma outra revisão de ensaios clínicos, o hipérico foi associado com poucas reações adversas. que também foram mais suaves quando comparado com qualquer outro antidepressivo convencional. Os efeitos adversos do Hypericum perforatum foram raros e suaves. Um relato de caso descreve o desenvolvimento de neuropaba aguda após a exposição solar em um paciente usando o hipérico. Uma revisão sobre a fotodermatite que discute mecanismos, características clínicas, e opções de tratamento está disponível na literatura. Uma avaliação de 7 pacientes relata que é improvável que o hipérico cause a inibição da atividade das enzimas citocromo P450 206 e 3A4. Indução de manta também foi associada com o hipérico. Ações uterotônicas também foram relatadas, e um artigo discutindo o Uso da erva durante a gravidez foi publicado. Uma inibição potente da mobilidade dos espermatozóides foi observada in vitro. O óleo volátil do hlpérico é irritante.

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