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L carnitina.

O que é a l-carnitina
O nutriente L-Carnitina é utilizado por quem pretende melhorar o condicionamento físico rapidamente. Ao mesmo tempo ajuda o corpo a produzir mais energia e a fazê-lo perder peso, enquanto aumenta as defesas imunológicas, desenvolve as faculdades mentais e baixa os níveis de colesterol e triglicerídeos.
A L-Carnitina é uma substância natural, produzida pelo corpo, mas, pode também ser consumida através de cápsulas, líquidos ou alimentos, já que é encontrada na proteína animal.
Normalmente os vegetarianos não consomem este nutriente, o que faz com que precisem de maiores quantidades de L-Carnitina do que os que consomem proteínas animais.

Como a L-Carnitina é produzida

O corpo produz L-Carnitina naturalmente através da Lisina, da Metionina, das Vitamina C, B3 e B6, bem como do Ferro. Uma vez que este nutriente não é produzido pelo corpo em grande quantidade, para aumentar as suas potencialidades benéficas recomenda-se a ingestão de suplementos que o contenham.
Uma vez que não é uma substância tóxica não há contra indicações ao uso da L-Carnitina. A maioria dos adultos consome em média 50 mg por dia, um valor considerado insuficiente.

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L-Carnitine Nutrition.

L-Carnitine Nutrition
Benefícios - L-Carnitine 1000mg
Otimiza o uso de gordura como fonte de energia
Ajuda adiando o início da fadiga

Informações - L-Carnitine 1000mg
A L-Carnitina é um nutriente que exerce papel essencial no metabolismo energético.

Dicas - L-Carnitine 1000mg
Para obter o máximo de benefícios associados a este produto é recomendado a prática de atividades físicas regulares e a adoção de uma alimentação balanceada.

Modo De Usar - L-Carnitine 1000mg
Ingerir 2 cápsulas ao dia, 1 pela manhã e outra 1 hora antes da atividade física

Cuidados - L-Carnitine 1000mg
Guardar em lugar seco e fresco a temperatura ambiente (15 a 30°C). Não compre este produto sem o lacre protetor envolto na tampa.

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A carnitina é um nutriente sintetizado.

A carnitina é um nutriente sintetizado a partir de um aminoácido essencial, a lisina, estando presente em todas as mitocôndrias do corpo.
Este composto tem recebido atenção por ser um dos responsáveis pela oxidação lipídica, de modo que tem sido vendido como um suplemento alimentar. Para que os ácidos gordos de cadeia longa atravessem a membrana mitocondrial para serem oxidados, há o auxílio da carnitina-palmitoil transferase, cuja concentração pode ser manipulada pela suplementação de carnitina.
A carnitina age através da queima de gordura na mitocôndria, gerando energia para o funcionamento dos músculos. Sem carnitina suficiente a gordura não entra na mitocôndria e pode retornar ao sangue como forma de triglicerídeos.
Em indivíduos deficientes de carnitina, sua suplementação é de grande importância. A interrupção das funções normais da carnitina leva a hepatite, ao aumento da gordura muscular e afeta os sintomas neurológicos.
Carnitina é armazenada nos músculos esqueléticos onde ela é necessária para transformar os ácidos graxos em energia para atividades musculares.

L-Carnitina é uma substância que desempenha um papel importante no metabolismo da gordura, transportando os ácidos gordos de cadeia longa, para a mitocôndria (fonte energética das células), contribuindo assim para a combustão da gordura. O metabolismo das gorduras nas células musculares, pode ser melhorado com a ajuda adequada de Carnitina, desta forma a energia retida pelo músculo é também aumentada.
Carnitina é produzida pelo organismo em pequenas quantidades. Esta pode ser armazenada pelo organismo através da maior parte do tecido muscular. Através de uma dieta balanceada são absorvidas entre 50 e 100mg de carnitina diárias. A fonte mais rica em carnitina é a carne (especialmente a carne de carneiro). Em dietas vegetarianas, são encontradas pequenas quantidades de carnitina.
A L Carnitina é uma substância, presente nos tecidos musculares dos mamíferos. Foi descoberta em 1905 por cientistas russos, tendo sido denominada de Carnitina por derivar do Latim caro, carnis (carne). Gulewitsch e Krimberg observaram que esta substância era essencial para o funcionamento das células musculares e, desde então, foram efectuados inúmeros estudos até que em 1932 foi estabelecida a estrutura química da L carnitina.
Durante muito tempo foi erroneamente considerada um aminoácido, mas devido ao facto de transformar os alimentos em energia, os pesquisadores equiparam-na antes às vitaminas do grupo B. No entanto, contrariamente ao que sucede com as vitaminas, a L-carnitina pode ser sintetizada pelo organismo, mas sempre em pequenas quantidades.
Contudo, para que o nosso corpo a possa produzir, é essencial a presença de outros nutrientes: são eles a lisina, a metionina, a niacina, a vitamina B6, vitamina C e o ferro.
A L carnitina pode obter-se na dieta através da carne (principalmente vermelha) e seus derivados e também dos produtos lácteos. Uma alimentação equilibrada fornece diariamente cerca de 50mg de L-carnitina, mas a quantidade recomendada para que se possa usufruir dos benefícios deste nutriente é de cerca de 250 a 500mg.
No entanto, apesar do nosso organismo conseguir sintetizar este nutriente e do ingerirmos na nossa alimentação, são muitos os casos em que existe uma carência de L-carnitina. Assim, para além dos vegetarianos, existem estados de deficiência como por exemplo, o exercício físico extenuante, a obesidade, a gravidez, a infertilidade masculina, crianças em fase de crescimento.
Algumas doenças também contribuem para a diminuição dos níveis de L-carnitina: doenças do coração, gordura no sangue, cirrose, hipotiroidismo, entre outras. Desta forma, pode justificar-se a suplementação em alguns casos. Só a partir da década de 80 é que a L-carnitina começou a ser produzida em grandes quantidades e a preços acessíveis, devido a processos revolucionários em que a matéria prima utilizada não era a carne.
Beneficios da L Carnitina para a nossa Saúde De um modo geral, a abundante energia que a carnitina ajuda a criar é benéfica a vários níveis. Como actua directamente nos tecidos musculares, este nutriente é utilizado por desportistas porque ajuda a aumentar a resistência, a aliviar a fadiga física e mental, a promover o desenvolvimento da massa muscular, bem como ainda a recuperar de lesões. A carnitina não é tóxica, não causa dependência nem constitui doping, pelo que são já muitos os atletas profissionais que a ela recorrem.
A nível do coração a L-carnitina ajuda a aumentar o rendimento cardíaco, a contracção do miocárdio, a produção de ATP e a resistência do coração ao exercício físico. Ajuda também a diminuir o ritmo cardíaco em situações de stress e, provavelmente, a gravidade do enfarte cardíaco e os sintomas de insuficiência cardíaca e angina de peito. A L-carnitina actua ainda a nível dos triglicéridos, aumentando os níveis de HDL (colesterol bom).
Este nutriente é também utilizado em dietas de emagrecimento em combinação com uma dieta pobre um hidratos de carbono, pois ajuda a promover a perda de peso ao transformar os depósitos de gordura acumulados em energia, protegendo ao mesmo tempo o organismo das substâncias nocivas que se libertam durante este processo.
No que diz respeito à saúde do cérebro a L-carnitina pode ajudar a retardar o envelhecimento dos células cerebrais. É útil também para promover a concentração, a memória e as capacidades de aprendizagem. (A nível cerebral, a acetil-L-carnitina – uma forma de L-carnitina – revela-se mais eficaz, pois tem a capacidade de penetrar nas células cerebrais mais facilmente).
A L-carnitina é ainda útil a nível hepático, promovendo um melhor funcionamento do fígado ao aumentar a síntese proteica. Ajuda também a reduzir os problemas de fígado gordo.
Este suplemento pode ainda ajudar a melhorar a vitalidade e quantidade do esperma, contribuindo, desta forma, em casos de infertilidade masculina.
Pelo exposto, a L-carnitina é um suplemento que pode ser tomado por bastantes pessoas, beneficiando as situações específicas referidas e sendo ainda útil em casos de falta de energia, de stress, na gravidez e amamentação ou ajudando pessoas saudáveis a manter-se em forma.
Para além da L-carnitina em cápsulas ou comprimidos (cerca de 250 a 500mg diários), pode ainda optar por bebidas, tónicos e xaropes que incluam este nutriente.
Suplementação
Para analisarmos a suplementação da carnitina devemos começar da ingestão em si. Em primeiro lugar deve-se ter em mente a enorme distância fisiológica entre a ingestão do suplemento e o aumento de sua concentração nos músculos. É um caminho tão longo e incerto que diversos autores afirmam que a suplementação de carnitina tem pouco efeito em sua concentração muscular (BASS, 2000; BRASS et al, 1994, VUKOVICH et al, 1994; BARNETT et al, 1994). Em condições normais a carnitina exógena é quase toda eliminada pela urina (OHTANI et al, 1984), e o pior de tudo é que esse pouco que porventura venha a cair na circulação, dificilmente entrará no músculo (BRASS, 2000). Além dessas questões fisiológicas, há outras ainda mais obscuras, como a qualidade dos suplementos, em um estudo de 1993, MILLINGTON et al verificaram que a média de quantidade de carnitina nos suplementos analisados era apenas 52% do escrito nos rótulos. Ou seja, se tomando a carnitina em si já e difícil que ele chegue no músculo, imagina tomando um composto impuro.
Mesmo que tomássemos a carnitina verdadeira e ela de fato chegasse ao músculo, ainda restaria um pergunta: por que tomar? Considerando que há pouca perda de carnitina (perto de 90% dela é reabsorvida pelos rins), concluiremos que deficiências na quantidade de carnitina são muito raras, sendo vistas apenas em algumas doenças hereditárias incomuns. Por esses e outros fatores não há como afirmarmos nada positivo em relação ao uso de uso de carnitina com fins estéticos.

Supôs-se também que a suplementação da carnitina ajudaria na performance das atividades de endurance por aumentar o consumo de gorduras e poupar o glicogênio muscular, porém não há nenhum estudo relacionando a falta de carnitina à fadiga. Além disso, deve-se ter em mente que o mecanismo de fadiga ainda não é totalmente compreendido, e a falta de glicogênio certamente não é o único fator envolvido.
Apesar de estudos de longa duração terem verificado alterações enzimáticas sugestivas, os únicos casos onde se comprovou a melhora na performance de atividades físicas foram em condições patológicas como doenças renais (AHMAD et al, 1991), vasculares (BREVETTI et al, 1988) e síndrome de fadiga crônica (PLIOPLYS et al, 1997).

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L-carnitina dá força ou queima gordura?

L-carnitina: dá força ou queima gordura?
Suplemento é usado por praticantes de exercícios como fonte de energia. Eficácia é questionada por especialistas
No ranking das receitas de academia, os suplementos de L-carnitina sempre tiverem espaço garantindo.

O apelo é bastante atraente: eles seriam capazes favorecer a metabolização de gordura e isso aumentaria a disponibilidade de energia para fazer exercícios.

Parece a combinação perfeita. A pessoa teria mais disposição para treinar e queimaria mais gordura. Com essa premissa, o suplemento conquista até hoje a simpatia de quem deseja definir a musculatura ou acelerar a queima de gordura. Contudo, não há evidência científica que sustente qualquer um destes benefícios.

Creatina: aliada ou vilã?

O mito surgiu a partir de pesquisas ligadas à falta de carnitina no organismo. Foi verificado que a ausência da substância favorecia o acúmulo de gordura. Diante disso, os educadores físicos imaginaram que o oposto iria favorecer a queima de gordura. Ou seja, se falta de carnitina aumenta a gordura, o inverso aconteceria se o corpo passasse a receber carnitina.

Parece um raciocínio coerente, mas diversas pesquisas realizadas com usuários de L-carnitina demonstraram que esta lógica não se sustenta.

"O fator limitante para perda de gordura corporal não é a disponibilidade de L-carnitina, pois o organismo já produz grandes quantidades desse composto. O fator limitante é uma molécula chamada coenzima A (CoA), que controla o quanto de gordura está disponível como fonte de energia", afirma o nutricionista Humberto Nicastro, pesquisador da Escola de Educação Física e Esporta da USP.

"Em termos numéricos, o organismo humano apresenta aproximadamente mil moléculas de carnitina para cada molécula de CoA", compara o especialista.

Malhação com energético

A grande maioria dos estudos não comprova a relação entre L-carnitina e queima acentuada de gordura. "Apenas um trabalho publicado este ano sugere outro resultado", aponta o educador físico Antonio Herbert Lancha Jr, especialista em nutrição esportiva e professor da USP.

No estudo, conta o professor, indivíduos consumiram carnitina combinada com 640 kcal de carboidrato na forma de glicose. A combinação demonstrou economia de carboidrato com maior tempo de exercício. Isso indica maior queima de gordura, de acordo com os pesquisadores da Universidade de Nottingham, autores do estudo.

"Porém, o indivíduo precisar fazer restrição calórica pelo consumo adicional de carboidrato", pondera Lancha Jr.

Suplementos alimentares ajudam mulher a emagrecer

O maior benefício foi observado no desempenho das pessoas. "A suplementação foi capaz de diminuir a produção de lactato, o que pode estar relacionado com a fadiga muscular, e poupar os estoques de glicogênio muscular, o carboidrato armazenado no músculo", observa Nicastro.

Outro argumento relacionado ao uso de L-carnitina é que o suplemento seria capaz de alterar os níveis de colesterol, aumentando o bom (HDL) e reduzindo o ruim (LDL). "A elevação do HDL está mais relacionada à prática regular de exercícios aeróbicos (caminhada, corrida, natação, etc.). Não temos ainda estudos confiáveis sobre esse suposto efeito da L-carnitina", argumenta Jomar Souza, especialista em medicina do exercício e diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

O que comer antes e depois dos exercícios

O benefício do suplemento para regular os índices de colesterol seria indireto, se a evidência do estudo inglês for verificada em novas pesquisas. "No caso do desempenho de exercícios de alta intensidade e curta duração (anaeróbio, como a musculação), a L-carnitina pode auxiliar por meio da preservação do glicogênio muscular (carboidrato armazenado no músculo) e um possível retardo na fadiga", destaca Nicastro. Ou seja, o usuário do suplemento teria mais disposição para se exercitar, embora sejam os exercícios aeróbios mais eficientes para influenciar os níveis de colesterol.

A nutricionista Rafaella Kamantschek, da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, reforça a afirmação. "Alguns estudos demonstraram que a L-carnitina poderia retardar a fadiga muscular e as dores causadas pelo esforço físico excessivo", aponta.

Força ou fôlego

Essa nova evidência do estudo inglês reforça alguns indícios de que o potencial da L-carnitina esteja relacionado à musculação, em vez de atividades aeróbias. "O maior benefício ocorreria em exercícios de alta intensidade, como a musculação", detalha Souza. Isso derruba a esperança de muitos alunos acima do peso, que buscam na L-carnitina uma forma de turbinar os efeitos de corridas em esteiras ou bicicletas ergométricas.

Além disso, o suplemento pode ser mais eficiente em homens do que em mulheres. "Se houver alguma influência na massa muscular, ela será mais evidente nos homens pelo efeito conjugado da maior quantidade de testosterona em relação às mulheres", avalia o médico. Contudo, isso é ainda uma hipótese.

A fórmula mágica continua não existindo. Quer emagrecer ou ganhar músculos? O jeito é suar a camisa. "Não existe intervenção mais eficaz que a prática regular de exercícios físicos combinada a um programa alimentar, sendo ambos acompanhados por profissionais da área de educação física e nutrição", defende Nicastro.

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