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MILHO TORRADO.

Milho Gigante Natural, Torrado, Salgado
Informação Nutricional: Cada porção de 10 g - 1 colher de sopa - contém: 32 kcal; 5 g de Carboidratos; 1 g de Proteína; 1,5 g de Lipídeos; 1 g de Fibra Alimentar; 92 mg de Sódio (Informação fornecedor)

O milho é uma planta anual, e no Brasil, a principal época de plantio para a safra de verão é de setembro a novembro. Para se obter melhor qualidade da matéria-prima, o milho passa por um processo de secagem lenta, a temperaturas até 35ºC; utiliza-se fonte de calor indireto. Nesse caso os grãos permanecem inodoros, diferentemente do que acontece com a secagem do milho comum, que ocorre rapidamente, em virtude das altas temperaturas utilizadas.

Os maiores produtores são os EUA, China, Brasil, México, Argentina, Romênia, Egito e África do Sul.

Zea mays L., o milho já era o principal alimento das culturas originais do continente americano, sempre associado às civilizações inca, asteca e maia.

Uso culinário: Usado como aperitivo.

Fontes: FELIPPE, GIL - Grãos e Sementes - A vida encapsulada - Editora Senac - 2007 / ARAÚJO, WILMA M. C.; MONTEBELLO, NANCY DI PILLA; BOTELHO, RAQUEL B. A.; BORGO, LUIZ ANTÔNIO - Alquimia dos alimentos - Série Alimentos e Bebidas - vol. 2 - Edit. Senac - 2009 / Alibec Alimentos

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Milho Gigante Torrado Granel.

Milho Gigante Torrado Granel
O milho torrado é socado no pilão por todos os índios
Kaingang. Ele tem muita importância, porque o milho
torrado é uma comida muito sustentável para nós índios
hoje. Ele não é uma comida natural para nós.
Os nossos pais, antigamente, não usavam.

A comida preferida eram as frutas, folhas, raízes, caça, peixe e o
mel. Esta era a comida do povo Kaingang. Porém, como
nós já não temos mais, muitas vezes, estas comidas, nos
obrigamos a comer outras coisas. Entre estas, o milho
torrado tem grande valor.

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Receita de fubá de milho.

Ingredientes

fubá de milho
costelinha de porco
tempero caseiro
alho espremido
cebolinha verde
ovos
reino moída
dente de alho
fubá torrado
couve picada
cebola
café
carne moída
pimenta
água fria
carne de porco
óleo

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Café torrado passará a ter controle oficial.

Café torrado passará a ter controle oficial
Uma Instrução Normativa, a 16, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), agitou, entre os dias 12 e 16 de novembro, o 18.º Encontro Nacional da Indústria do Café, em Natal (RN). Prestes a entrar em vigor, no dia 17 de fevereiro do ano que vem, a IN16 afeta diretamente a indústria do café torrado em grão e do café torrado e moído – incluindo o produto importado –, já que delega ao ministério a função de monitorar a qualidade do produto final, em relação ao teor de impurezas, umidade e qualidade da bebida.

Em última análise, quem sai beneficiado é o consumidor, que terá a garantia oficial de um órgão – com poder de fiscalizar e punir – de que o café disponível é puro, e está em condições de ser consumido como bebida com padrões mínimos de qualidade.

Selo de qualidade. Até a edição da IN16, quem se autofiscalizava em relação ao controle de impurezas no café era a própria indústria torrefadora, por meio do selo de qualidade da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), instituído há 20 anos justamente para coibir a fraude no produto final, com a adição de produtos como milho, soja, melado, palha, sementes de açaí e o que mais a imaginação achar que pode ser travestido de café na hora da torra e moagem.

Só que a Abic, com 1.113 associados, sendo 95% de pequenas e médias torrefadoras, consegue garantir a pureza, com seu selo de qualidade, de 70% do total de 19,3 milhões de sacas de 60 quilos de cafés comercializadas no País, diz o presidente da entidade, Almir José da Silva Filho. O que não quer dizer que o restante, que não tem o selo da entidade, seja de cafés com impurezas. "No nosso 'mapa da fraude' calculamos que 1,5% do café vendido no mercado interno seja misturado", diz Silva Filho.

Ainda segundo o presidente da Abic, a IN16 permitirá punir os infratores. "O que fazíamos era denunciar a fraude, mas não existia lei para multar os fraudadores. Lançar mão do Código de Defesa do Consumidor também é complicado, já que não havia definição legal sobre os níveis e tipos admissíveis de impurezas no produto final." Segundo a IN16, só poderão ser vendidos cafés com teores máximos de 1% de impurezas, 5% de umidade e classificação global de qualidade de bebida de 4 para cima – numa escala de 0 a 10, sendo 0 péssimo café e o 10 o melhor.

 

Impurezas e qualidade. Quanto à fiscalização e a punição à adição de impurezas os torrefadores foram unânimes em aprovar. O que aparentemente pegou várias empresas de surpresa foi o fato de que o Mapa também passará a fiscalizar a qualidade da bebida, proibindo a comercialização de cafés com nota abaixo de 4. "Há dois anos, o que a Abic e o Mapa nos propuseram foi editar uma Instrução Normativa para combate às impurezas, não à qualidade da bebida. Quem define a qualidade do café que quer comprar é o consumidor, não o ministério", diz um torrefador mineiro.

Outro torrefador, do Nordeste, exemplifica: "Há vinhos de vários tipos no mercado interno, desde os de excelente qualidade até aqueles com adição de açúcar. Há público para esses vinhos, todos produzidos conforme as normas sanitárias vigentes", continua. "Para o café puro, independentemente da qualidade da bebida, também haverá vários públicos. E quem deve escolher que qualidade de café quer comprar é o consumidor final. O ministério definir e classificar, por análise sensorial, a qualidade da bebida, como exige a IN16, é um critério muito subjetivo", concluiu.

O diretor-executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, complementa, porém, que a IN16 foi formulada com absoluta participação da indústria. "Tivemos 13 reuniões com os associados para debater o assunto, durante o período em que a IN esteve em consulta pública", garante, acrescentando que por causa da experiência tanto do selo de pureza quanto do Programa de Qualidade do Café (PQC), o Mapa procurou a entidade para debater uma normatização e classificação para o setor de café torrado e moído. "Não é nada diferente do que já fazem as empresas que seguem as normas do PQC e do selo Abic."

O torrefador mineiro acrescenta, porém, que manter um classificador de café em sua empresa, como exige a IN 16, custará por volta de R$ 9 mil mensais, incluindo o salário e custos trabalhistas. "A ideia da IN16 era combater a fraude, e não gerar mais custos para a indústria", indigna-se.

Já a iniciativa do ministério ocorreu porque ele tem de cumprir a Lei 9.972, de 25/5/2000, que obriga à classificação de todo produto de origem animal ou vegetal destinado ao consumo humano. Para o fiscal federal agropecuário do Mapa, Osmário Zan Matias, o que o ministério fez foi formalizar o que a indústria já fazia. "Antes a falha não tinha consequências. A partir de fevereiro, terá consequências e penalidades

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