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OLEO DE COPAIBA

Se você sofre de alguma condição da pele seca você vai ficar feliz em saber que um novo tratamento à base de plantas da floresta amazônica pode dar-lhe alívio a partir desta doença de pele incômodo. O nome deste medicamento herbal emocionante é o óleo de copaíba.

Como um remédio natural, ooleo de copaiba já existe há séculos. Este óleo é usado pelos povos indígenas da Amazônia para ajudar a doenças de pele, como a psoríase, eczema e dermatite. Também pode ser usada internamente para tratar uma variedade de condições médicas. Ele pode ser utilizado em problemas respiratórios como expectorante e até mesmo como uma ajuda terapêutica para a bronquite. Outra cura para a dor de garganta mistura quatro gotas de óleo de copaíba com mel. Ele também é usado como gargarejo que podem efetivamente ajudar com amigdalite e dor de garganta.
oleo de copaiba
O uso do óleo de copaíba remonta a milhares de anos para a região amazônica da América do Sul. As propriedades medicinais do óleo de primeiro se tornou conhecido através dos jesuítas durante o século 17. Sendo um medicamento distribuído principalmente pelos jesuítas, foi inicialmente conhecido como bálsamo dos jesuítas. Este bálsamo jesuíta foi usada para hemorróidas e outras condições.
Atualmente, o óleo de copaíba tem encontrado uso generalizado. Ele também se tornou conhecido não só por seus benefícios medicinais, mas também para suas aplicações cosméticas. O óleo é normalmente aplicado na pele para amaciá-la. Tem um elevado teor natural de ácidos gordos essenciais, que são os blocos de construção de tecido da pele. Adicionado a isso é as características anti-bacterianas e anti-inflamatório eficaz do óleo de copaíba, o que levou a que fosse utilizado como ingrediente em sabonetes, óleos de banho e outros cosméticos, loções e cremes.

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Óleo de Copaíba cura 50 doenças.

Óleo de Copaíba
O óleo de copaíba é praticamente um "milagre da natureza", pois possui propriedades terapêuticas para quase 50 doenças.
A copaibeira é uma árvore muito comum na América Latina e na África Ocidental. No nosso país, ela existe principalmente na região Amazônica e no Centro-Oeste. De seu tronco é retirada uma resina com a qual se produz o óleo de copaíba que, segundo alguns estudos, além de ser um produto para emagrecer, serve para tratar aproximadamente 50 tipos de doenças.

Benefícios

O óleo de copaíba possui inúmeros benefícios para a saúde, podendo ser usado como antiinflamatório e antibiótico, além de combater micoses, edemas e tumores. Em 2003, cientistas da Unicamp descobriram suas propriedades anticancerígenas, sendo usado no tratamento de 9 tipos de câncer.

Óleo de CopaíbaEsse "milagre das florestas", como tem sido chamado, ainda contém ação anti-séptica, cicatrizante, antimicrobiana, expectorante, diurética, estimulante, tônica, laxativa e emoliente. E para aquelas pessoas que têm dificuldade de se alimentar, pode ser usado em pequenas doses para a estimulação estomacal, o que gera a fome.

Por possuir propriedades antissépticas, o óleo de copaíba é muito utilizado em casos de sinusite, pois modifica as secreções, restabelecendo as funções das membranas das mucosas, o que acelera a cicatrização. Para tais efeitos, basta aplicar uma gota na ponta do dedo indicador e passá-la na parte interna do nariz, massageando-o por fora. No início, você espirrará bastante, mas os resultados serão fantásticos em apenas 2 ou 3 dias!

A candidíase, uma doença frequente em mulheres e em alguns homens, também pode ser curada com o óleo de copaíba. Para o tratamento desse incômodo, a posologia é a seguinte: dissolva uma gota do óleo para cada 10 quilos seus em um copo com 2 ou 3 dedos de água e beba esse conteúdo. Repita essa receita 3 vezes ao dia, sempre depois das refeições, por 30 dias seguidos.

E para completar, o óleo de copaíba é um ótimo desintoxicante natural, fazendo com que todas as substâncias indesejadas saiam de nosso organismo. Os índios da Amazônia já o utilizavam com esse propósito há muitos anos e a ciência comprovou tal eficiência.

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Óleo de Copaíba Emagrece?

Óleo de Copaíba Emagrece?

Infelizmente, ainda não existe respaldo científico que comprove a eficácia do óleo de copaíba para o emagrecimento. Porém, o óleo de copaíba tem propriedade diurética e regula o funcionamento do intestino, ou seja, ele pode ajudar o corpo contra a retenção de líquido e prisão de ventre. Mesmo assim, não compre o óleo para esse fim, a não ser que seja recomendado pelo seu médico. Afinal, mesmo que ele possua várias propriedades terapêuticas, é preciso saber como usar o produto antes de ingeri-lo, porque se for manipulado erroneamente, poderá até provocar malefícios à sua saúde.
Efeitos Colaterais

Óleo de Copaíba EmagreceAssim como qualquer outro remédio natural ou suplemento, o óleo de copaíba pode sim causar efeitos colaterais, mesmo sendo natural. Um deles é a incontinência urinária noturna, por causa da sua propriedade diurética. Além disso, se for ingerido em grandes quantidades, pode causar diarreias, pois regula o intestino.

Por isso, antes de usá-lo para quaisquer fins, procure o seu médico para que ele o aprove e também para que ele dê a maneira correta de utilizá-lo. Assim, você poderá consumi-lo com segurança e saudavelmente.

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Propriedades medicinais do óleo de copaíba.

Propriedades medicinais do óleo de copaíba
Encontrada na floresta Amazônica e em outras regiões do Brasil, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Pará, São Paulo, Paraná e nas partes mais úmidas do Nordeste, a copaíba (Copaifera sp) ou Copaibeira, pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminosas-cesalpináceas), é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.
Quando adulta, a copaíba pode atingir de 10 a 40 metros de altura. Suas sementes são propagadas na floresta por diversos pássaros e animais que as utilizam como alimento. Na mata, é facilmente encontrada devido ao forte aroma que se desprende de sua casca.

Embora existam várias espécies do gênero copaíba, usadas para a extração do óleo, todas apresentam a mesma indicação medicinal. As espécies mais conhecidas são: Copaifera langsdorffii (região amazônica), Copaifera reticulata (região amazônica), Copaifera officinalis (a mais estudada, encontrada no México, Antilhas, África tropical e no Brasil), Copaifera guianensis (Paraná), Copaifera oblongifolia, Copaifera nítida (em Cuiabá e Minas Gerais), Copaifera coriacea (São Paulo) e Copaifera luetzelburgia.

Extraído por meio de uma incisão no tronco, o bálsamo da copaíba, popularmente conhecido como óleo, já era bastante conhecido e utilizado medicinalmente pelos índios brasileiros, quando os portugueses aqui chegaram; depois, foi também utilizado pelos jesuítas. O bálsamo é uma secreção vegetal complexa, com odor aromático característico, rica em diversos princípios ativos e produzida por várias espécies vegetais. Durante sua formação, o bálsamo é acumulado em cavidades do tronco e, através de furos, é extraído artesanalmente, apenas uma vez ao ano, com auxílio de tubos ou canaletas. Acredita-se que o uso terapêutico desse óleo pelos indígenas tenha-se baseado na observação do comportamento de certos animais que, quando feridos ou picados por insetos e bichos peçonhentos, esfregavam-se nos troncos das copaibeiras.

O óleo, de sabor amargo, depois de filtrado, apresenta uma consistência oleosa e tonalidades que variam da cor amarelo-pálida a pardo-esverdeada, às vezes com ligeira fluorescência. Os diversos tipos de óleos da copaíba podem apresentar diferentes características: branco aquoso, amarelo e de cor escura e mais consistente do que outros. A quantidade de óleo produzida e a sua consistência dependem de fatores como clima, solo, idade da árvore, estado de saúde do tronco e modo de explorar a árvore.
Desde o período pré-colombiano, os índios brasileiros têm empregado, externamente, o óleo de copaíba (Do tupi guarani "kupa'iwa") no combate das doenças de pele e no tratamento de picadas de insetos. Tradicionalmente, os índios da Amazônia utilizavam o óleo da copaíba para curar ferimentos; eles o aplicavam no umbigo dos recém-nascidos para combater o mal dos sete dias e untavam os seus corpos com ele após os combates.
Os índios, quando se feriam ou retornavam das lutas, untavam seus corpos com o óleo da copaíba e se deitavam sobre esteiras suspensas e aquecidas para se recuperarem e curarem seus ferimentos. Já os colonos descobriram outras aplicações terapêuticas, empregando-o como anti-séptico das vias urinárias e respiratórias, no combate da asma brônquica, na prevenção e no combate do tétano e nas afecções da pele (doenças da pele: dermatoses), como a psoríase.

Posteriormente, com a introdução do óleo de copaíba nas farmacopeias (compilações contendo a nomenclatura das drogas, dos fitoterápicos, dos remédios simples e compostos e de artigos farmacêuticos) como remédio antiblenorrágico (combate a blenorragia, doença contagiosa, habitualmente transmitida pelo contato sexual, caracterizada por uma inflamação das vias genitourinárias, seguida de corrimento purulento e dores durante a micção), sua aplicabilidade se generalizou na medicina popular e passou a ser usado como cicatrizante e anti-inflamatório local; e, internamente, como diurético, expectorante e antimicrobiando das afecções da garganta e das vias urinárias. Em 1677, o óleo de copaíba já tinha sido registrado na farmacopeia britânica e, em 1820, na farmacopeia americana. A primeira farmacopeia brasileira foi oficializada em 1926.

Diversos de seus componentes apresentam atividade farmacológica cientificamente comprovada, entre os quais se destacam o beta-cariofileno, que possui ação anti-inflamatória e protetora da mucosa gástrica. Observação: Os óleos de copaíba vêm sendo vendidos em muitas farmácias adulterados com outros óleos vegetais, o que contribui para diminuir a sua eficácia terapêutica. Ao adquirir o produto, certifique-se que o óleo de copaíba comercializado é puro e integral. Deve-se combater a automedicação e somente fazer uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição terapêuticas.

Embora se diferenciem na morfologia, as diferentes espécies de copaíba apresentam aplicação medicinal semelhante.

Constituintes

• Porção resinosa (55 a 60%): ácido diterpênicos, ácido copaíbico, ésteres e resinóides.
• Porção volátil de resina (40 a 55%): óleo essenciado que contém Beta-cariofileno (50-52%), Alfa-humuleno, Beta-bisaboleno e menores quantidades de outros oito sesquiterpenos.

Propriedades farmacológicas

Estudos recentes têm demonstrado que a eficiência terapêutica do óleo integral é maior do que as de quaisquer outras partes isoladas da copaibeira. Pesquisas in vivo e in vitro têm demonstrado que os óleos de várias espécies de copaíbas apresentam diversas propriedades terapêuticas.

• anti-inflamatória e antibiótica natural.

• Poderoso antimicósico (que destrói os fungos miscroscópicos ou impedem seu crescimento).

• Excelente depurativo do sangue e desintoxicante orgânico.

• Restabelece as funções das membranas das mucosas, o que auxilia no processo de cicatrização.

• Antiedematoso (que combate edema).

• Antitumoral.

• Anticancerígena. Segundo os estudos realizados pelos pesquisadores do "Instituto de Química" e do "Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas" da Unicamp, o óleo de copaíba apresenta componentes que podem combater nove linhagens de câncer; inclusive células cancerígenas de ovário, próstata, rins, cólon, pulmões, mamas, melanoma e leucemia. Fonte: Jonal da Unicamp – Edição 213 – 19 a 25 de maio de 2003.

• Tripanossomicida e bactericida.

• Em pequenas doses, estimula o apetite, pois apresenta ação direta sobre o estômago.

• Apresenta propriedades antissépticas, tanto tópica quanto internamente, atuando sobre as vias respiratórias e urinárias.

• O óleo essencial é um excelente fixador de perfumes.

Ação

• Anti-séptica (inibe e combate a ação dos microrganismos infectantes) e cicatrizante.

• No ensaio de atividade antimicrobiana, o óleo integral de copaíba, mostrou-se ativo contra Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis e Echerichia coli.

• Carminativa (combate o desenvolvimento dos gases no estômago e intestino).

• Expectorante (facilita a saída das secreções purulentas das vias respiratórias).

• Diurética (favorece a secreção urinária; diurese).

• Laxativa.

• Estimulante e tônica.

• Emoliente (efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas, combatendo o ressecamento dos tecidos, conferindo-lhes maciez).

Indicações (Uso Adulto e Pediátrico)

• Nas infecções e inflamações em geral.

• Anti-séptico e cicatrizante, podendo ser empregado em feridas, eczemas, psoríase, urticária, furúnculos, nas seborreias e irritações do couro cabeludo.

• Afecções das vias respiratórias, como tosse, gripe, resfriados, bronquite e inflamação da garganta.

• Disenteria (infecção intestinal, sobretudo do intestino grosso, que se manifesta por dores abdominais, tenesmo (contratura espasmódica dolorosa do esfíncter anal ou vesical, acompanhada pela sensação penosa e desejo muito forte e contínuo de evacuar ou de urinar) e uma diarreia grave com presença de sangue, pus e muco; pode ser causada por várias espécies de bacilos disentéricos – Shigella – e amebas).

• Como depurativo do sangue e na desintoxicação orgânica.

• Incontinência urinária, infecções urinárias e cistite (inflamação aguda ou crônica da bexiga).

• Leucorreia (corrimento esbranquiçado pela vagina; podendo ser causado por uma infecção bacteriana ou por tricomonas).

Contraindicações

• Gestação, lactação e pessoas com problemas gástricos. Não aplicar nos olhos e queimaduras.

Efeitos Colaterais

• Não os apresenta nas doses terapêuticas recomendadas.

Superdosagem

• Pode provocar vômitos, náuseas, diarreias com cólicas e, em certas partes do corpo, um exantema. Caso esses sintomas ocorram, descontinuar o uso e procurar auxílio terapêutico.

Precauções

• Em caso de hipersensibilidade ao produto, descontinuar o uso.

Interações

• Na literatura, não existem registros de quaisquer interações com medicamentos e alimentos.

Duração da administração

• De acordo com o critério terapêutico. Na maioria das vezes, o produto é bem tolerado pelo organismo e não causa dependência física ou psíquica.

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