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Rhodiola Rosea.

Rhodiola rosea é uma planta nativa da Sibéria ártica, internacionalmente conhecida como "Golden Root" ou "Raiz de Ouro". Não é à toa que essa planta da família Crassulaceae recebeu esse título. Há séculos as raízes da Rhodiola têm sido usadas pelas culturas da Europa oriental e asiática para melhorar a resistência física e o rendimento de trabalho, a longevidade, a resistência a doenças provocadas por altas latitudes, e para tratar fadiga, depressão, anemia, impotência, indisposição gastrintestinal, infecções e desordens do sistema nervoso. O ponto comum de todas essas ações reside no seu potencial adaptogênico. Ervas adaptogênicas parecem possuir função bimodal de ação, determinando efeito estimulante ou sedativo dependendo da necessidade do indivíduo diante de uma situação particular. O intento terapêutico de um adaptógeno é promover uma ótima resposta para ambos, o stress interno e externo, e prevenir morbidades induzidas pelo stress.

Composição
Os componentes identificados até agora na Rhodiola rosea são:

Fenóis (salidroside e sua aglicona tirosol);
Glicosídeos cinâmicos (rosina, rosavina e rosarina);
Flavonóides glicosilados (gossypetin-7-O-L-rhamnopyranosídeo e rhodioflavonosídeo);
Taninos;
Ácido gálico e seus ésteres;
Óleo essencial (os mais abundantes sendo n-Decanol, geraniol e 1,4-pmentadienol).

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RHODIOLA ROSEA para depressão leve.

RHODIOLA ROSEA para depressão leve
A Rhodiola rosea é um fitoterápico que tem sido utilizado há décadas por muitas pessoas ao redor do mundo, no alívio da ansiedade diária, depressão e insônia. Segundo os resultados de um estudo, a Rhodiola rosea apresenta propriedade adaptogênica, sendo suas substâncias ativas: o salidrosídeo, a rosina, a rosavina, a rosarina e o tirosol, que são principalmente encontradas no rizoma.

Mecanismo de Ação

• Os componentes ativos do rizoma de Rhodiola rosea atuam no SNC, aumentando a habilidade de concentração e a capacidade física e mental;
• Os efeitos da Rhodiola rosea parecem ser atribuídos a sua habilidade de otimizar os níveis de serotonina e dopamina, devido à inibição da MAO, além de promover influência sobre os peptídeos opióides como as beta-endorfinas ;
• Além disso, Rhodiola rosea apresenta atividade antioxidante.

Estudos comprovaram:

O tratamento com o extrato de Rhodiola rosea promoveu melhora significativa nos sintomas da DAG (distúrbio de ansiedade generalizada), com redução dos escores da HARS similar aos encontrados em outras triagens clínicas. Esses achados preliminares requerem mais estudos clínicos para avaliação (2). J Altern Complement Med. 2008 Mar;14(2):175-80.
Resultados de um estudo conduzido em camundongos confirmaram os efeitos adaptogênicos da Rhodiola rosea. De acordo com os dados, o extrato de Rhodiola rosea, administrado como dose única, induziu efeitos adaptogênico e estimulante (5). Phytother Res. 2007 Jan;21(1):37-43.
Segundo resultados de um estudo conduzido por pesquisadores russos, Rhodiola rosea apresenta propriedade adaptógena, pois aumenta a resistência a uma variedade de estressores físicos, biológicos e químicos. Seus benefícios ainda incluem atividade cardioprotetora e melhora das atividades do SNC

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Propriedades Rhodiola rosea.

Propriedades e indicações
Apesar de abranger as mesmas propriedades farmacológicas dos adaptógenos, a "Raiz de Ouro" é mais eficaz no quesito melhora do desempenho mental, da memória e do aprendizado. Parece que todas as plantas adaptogênicas que exibem efeito estimulante com uma única dose (como é o caso da Rhodiola rosea) contêm quantidades relativamente elevadas de compostos fenólicos estruturalmente relacionados com as catecolaminas, que presumivelmente têm parte importante no sistema simpato-adrenal e no sistema nervoso central. Em contraste, plantas como o Panax ginseng, que contêm grandes quantidades de triterpenos tetracíclicos estruturalmente similares aos corticosteróides, revelam seus efeitos protetores contra o stress e de adaptação aos estressores depois de repetidas administrações por um período de uma a quatro semanas. Nestes casos, as substâncias ativas exercem papel-chave na regulação do sistema neuroendócrino e do sistema imunológico mediado pelo eixo hipotálamo-pituitária-adrenal.

Outra propriedade tem sido sugerida para a "Raiz de Ouro": a capacidade de regular significativamente a desordem do sono provocada por altas latitudes (altas latitudes têm o potencial de modificar o ciclo sono-vigília, descompassando-o dos outros ciclos circadianos), assim como a de melhorar a qualidade do sono em geral, sem produzir os efeitos negativos dos estimulantes sintéticos. Ela não provoca hipersonolência de rebote, não causa efeitos depressivos e não provoca dependência, tolerância nem abuso. Tendo sido uma das espécies mais intensamente estudadas, vale ressaltar também que os trabalhos farmacológicos e clínicos levados a cabo com a Rhodiola rosea têm fornecido fortes evidências de que ela exerce atividade biológica sem quaisquer níveis de toxicidade detectáveis.

Resultados de investigações anti-cancer in vivo em camundongos e ratos ainda sugerem elevada efetividade terapêutica para a Rhodiola rosea no campo da oncologia. Sabe-se até agora que ela é capaz de reagir contra os tumores de Ehrlich, B16 e de Levis, reforçar a atividade da ciclofosfamida e reduzir a sua hepatotoxicidade, bem como reforçar a atividade da adriamicina. Mas, pouco se sabe sobre seu mecanismo de ação anti-câncer. Acredita-se que a Rhodiola produz uma reação anti-mutagênica que reduz o número de cromossomos aberrantes e micronúcleos depois do tratamento in vivo com ciclofosfamida. Ela também provou inibir a síntese rápida de DNA mediada pelo N-nitroso-N-metilurea e as mutações mediadas pelo 2,7-diamino-4,9-dioxo-5,10-dioxi-4,5,9,10-tetrahidro-4,9-diazapreina (DDDTDP), etidinebromida, benzoperona, benzinidine e metais pesados. No estudo de Majewska et al (2006), a Rhodiola ainda foi capaz de induzir inibição mitótica em células HL-60 e reduzir sua sobrevida por meio da aceleração da programação da morte celular. A inibição da divisão celular foi precedida pela acumulação de células na prófase. Isto levou à indução de apoptose e necrose, segundo os autores, e a uma marcada redução na sobrevida das células HL-60 tratadas. As células passaram à apoptose a partir da fase G2/M do ciclo celular. Concentrações altas e baixas do extrato produziram diferentes efeitos sobre as células neste estudo.

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Usos da Rhodiola rosea.

Usos da Rhodiola rosea
Rhodiola rosea podem ser eficazes para melhorar humor e aliviar depressão. Os estudos-piloto em seres humanos demonstrou que melhora o desempenho físico e mental, e pode reduzir fadiga. Rhodiola rosea's efeitos potencialmente estão relacionados com a otimização serotonina ea dopamina níveis devido à inibição da monoamina oxidase e sua influência sobre opióides peptídeos, tais como beta-endorfinas, | Gregory S. Kelly, ND, Alternative Medicine Review, 2001,| específica neuroquímicas embora estes mecanismos ainda não foram claramente documentados com estudos científicos. Rhodiola é incluído entre uma classe de vegetais derivados chamados adaptogens que diferem de estimulantes químicos, como a nicotina, e não têm os mesmos efeitos fisiológicos.

Na Rússia e na Escandinávia, Rhodiola rosea, também conhecido como ouro raiz, tem sido usada durante séculos para lidar com o clima frio da Sibéria e estressantes da vida. Tais efeitos foram fornecidos elementos de prova em laboratório utilizando os modelos de estresse nematóide, C. elegans, e em ratos nos quais Rhodiola eficazmente impedida estresse induzido por alterações no apetite, atividade física, o ganho de peso e do ciclo estral. Rhodiola podem ser impropriamente chamada "Arctic Raiz", que é uma marca comercial realizada pelo Instituto Sueco Herbal para SHR-5, a Rhodiola extrato testado em vários estudos citados neste artigo.
Pesquisas A popularidade da Rhodiola rosea L. cresceu consideravelmente nas últimas duas décadas, sendo também objeto de pesquisa em outros países como Estados Unidos, China, Japão, Índia, Suécia, Noruega, Rússia, entre outros. Atualmente são encontradas 600 publicações científicas sobre a Rhodiola rosea L.
Detalhes Rhodiola Rosea é uma planta nativa da Sibéria ártica, internacionalmente conhecida como raiz de Ouro. Há séculos as raízes da rhodiola tem sido usadas pelas culturas da Europa oriental e asiática para melhorar a resistência física e o rendimento de trabalho, a longevidade, a resistência a doenças provocadas por altas latitudes, e para tratar fadiga, depressão, anemia, impotência, indisposição gastro intestinal, infecções e desordens do sistema nervoso.
Pesquisas indicam que a Rhodiola rosea L. estimula a produção de vários neurotransmissores (endorfina, serotonina, dopamina), que atuam na melhora das funções cognitivas e no combate à depressão. Além disto, estudos com animais demonstraram que a Rhodiola rosea L. aumenta o metabolismo energético celular com produção de ATP (adenosina tri-fosfato) e através do aumento da síntese de ATP, RNA, proteína e aminoácidos, elevando com isso a capacidade de trabalho físico.

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