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Uva Desidratada.

Revitrol - Uva desidratada cápsulas
Contém 60 cápsulas 500mg

Atua como antioxidante, sendo indicado para a proteção das células contra os radicais livres, auxiliando no tratamento de dislipidemias, principalmente hipercolesterolemia, prevenindo a aterosclerose e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Doenças cardiovasculares são doenças que alteram o funcionamento do sistema circulatório, o qual é formado pelo coração, vasos sanguíneos (veias e artérias) e vasos linfáticos. As doenças cardiovasculares compreendem três categorias: doença arterial coronariana (angina, infarto agudo do miocárdio, aterosclerose), doença cerebrovascular (derrame cerebral) e doença vascular periférica (manifestada por dor nas pernas)

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Uva Desidratada em Pó .

Uva Desidratada em Pó
A uva é rica em nutrientes e altamente energética, contem sais minerais, tais como: cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio e potássio. Apresenta também pequenas quantidades de vitaminas do Complexo B (riboflavina, niacina, tiamina) e vitamina C.

A Fibra da Casca da Uva é um alimento funcional, benéfico para sua saúde, pois é fonte em fibras, auxiliando no funcionamento do intestino.

Auxilia na diminuição do aparecimento de varizes;

Minimiza o fluxo deficiente de sangue ao cérebro;

Auxilia na prevenção da artrite;

Auxilia na prevenção de problemas cardiovasculares;

Aumenta a produção de tecidos colagenosos (bom para pele), pois a falta destes, resulta em rugas, flacidez e perda dos dentes.

INFORMAÇÃO NUTRICIONAL
Cada porção de 10 g (1 colher de sopa)
Quantidade por porção
%VD*
Valor Energético
62 Kcal = 260 kJ
3%
Carboidratos
13,4 g
4%
Proteínas
1 g
2%
Gordura Total 0,5 g 1 %
Fibra alimentar
4 g
16%
Não contém quantidades significativas de gorduras totais, gorduras saturadas, gordura trans, colesterol e sódio.
* % Valores diários com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Sugestão de uso: Misturar 1 colher de sopa , em 250 ml (1copo) de água. Ingerir 2 vezes ao dia. Também pode ser misturado a sucos, iogurtes, batidas e outros alimentos de sua preferência.

Ingredientes: Polpa desidratada de Uva em pó. Não contém Glúten.

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Uva Desidratada Cápsulas Unilife.

Uva Desidratada Cápsulas Unilife.
Revitrol - Uva Desidratada - Cápsulas - Unilife

Revitrol é produzido à base de uva desidratada.

Embalagem com 60 cápsulas de 500 mg

Ingredientes: Uva em pó, gelatina vegetal e umectante glicerina.
Sugestão de Uso: Sugere-se a ingestão de 4 cápsulas ao dia.

A linha Vegetarian Biokosher atende aos padrões mais exigentes do mercado. Com uma fonte segura de suas matérias-primas e o fato de suas cápsulas vegetais (Vcaps) terem certificados Kosher, Orthodox e Hallal internacional agregam mais valor e qualidade ao produto. As cápsulas são de fibras vegetais e não sintéticas.

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A Desidratação da uva.

A Desidratação da uva.

"Quais as variações de temperatura e do teor da água durante a desidratação da uva?".

Após nos ter sido proposto o desenvolvimento de um projecto, o grupo constituído por quatro elementos, decidiu que iríamos tratar a desidratação da uva, respondendo à pergunta: "Quais as variações de temperatura e do teor da água durante a desidratação da uva?".
Este projecto tem como objectivo compreender, conhecer e utilizar conceitos estudados na Física Alimentar. Deste vasto leque de conceitos Físicos, destacamos a variação de temperatura e o dos teores de água.
Para o desenvolvimento deste efectuamos algumas pesquisas, as quais não foram muito produtivas, por falta de alguma informação. Devido a isto baseamo-nos mais nos conhecimentos obtidos nas aulas e nas experiências elaboradas por nós, para assim estudar os processos físicos presentes na desidratação da uva.
Sabe-se que a desidratação é a remoção de água na forma de vapor através de um mecanismo de vaporização térmica, numa temperatura inferior à de ebulição. Para termos a temperatura pretendida, utilizamos um forno de cozinha, o qual elevamos até à temperatura de 120ºC. Quando se abre o forno há uma pequena perda de calor, baixando esta temperatura até cerca de 100ºC (temperatura ideal para a remoção de água na forma de vapor).
Os processos físicos presentes na nossa experiencia são, a condução, radiação e convecção. Sendo a primeira um processo de transmissão de calor em que a energia térmica passa de um local para outro através das partículas do meio que os separa. Não há deslocamento de matéria, as partículas recebendo energia transmitem-na para as partículas vizinhas, menos energéticas, que passam a vibrar com intensidade maior. Estas por sua vez, transmitem energia térmica para as seguintes, e assim sucessivamente.
Por sua vez, a radiação, é um processo de transmissão de calor através de ondas electromagnéticas (ondas de calor). A energia emitida por um corpo
(energia radiante) se propaga até o outro, através do espaço que os separa.
Sendo uma transmissão de calor através de ondas electromagnéticas, a radiação não exige a presença do meio material para ocorrer, isto é, a radiação ocorre no vácuo e também em meios materiais.

Por fim, temos a convecção, que também é um processo de transmissão de calor, que consiste em movimentos de massas fluídas, trocando de posição. Assim, podemos afirmar que a convecção somente ocorre nos fluidos (líquidos, gases e vapores), não podendo ocorrer nos sólidos e no vácuo.
Esta pode ser natural, quando é causada por diferença de densidade devido a diferença de temperatura entre as massas de fluído, ou forçada quando é ocasionada por bombas ou ventiladores.

Para se saber quais as variações de temperatura e do teor de água realizamos algumas experiências, onde verificamos que o protocolo elaborado por nós não era o mais correcto, daí termos feito algumas alterações, modificando a temperatura a que colocávamos as uvas, o tempo que estas ficaram no forno, e a frequência com que o forno era ligado (diariamente). Também fizemos uma pequena alteração no material necessário, acrescentando alguns utensílios indispensáveis para a realização da experiência.
Assim sendo este é o protocolo, com as devidas alterações:

Material necessário:
· Uvas;
· Tabuleiros para colocar as uvas;
· Recipiente de água a ferver;
· Coador;
· Tesouras;
· Termómetro;
· Balança;
Procedimento:
1. Lavar as uvas em água fria, retirando as uvas que não estejam em perfeitas condições;
2. Efectuar a pesagem das uvas;
3. Retirar a temperatura do ambiente em que a uva é colocada;
4. Retirar a temperatura da uva;
5. Colocar água aquecer, e quando esta estiver a ferver, mergulhar as uvas rapidamente;
6. Retirar as uvas da panela;
7. Coloca-las num tabuleiro, de forma a que não toquem umas nas outras;
8. Existem dois processos de desidratação da uva:
· Aquecer o forno a 120°C e colocar o tabuleiro com as uvas, deixando ficar durante cerca de oito dias, aquecendo-o diariamente;
9- Pesar a uva desidratada;
10- Medir a temperatura final.
É de salientar que as uvas devem ser mergulhadas muito rapidamente e retiradas de imediato da água em ebulição, para a sua desinfecção, evitando assim posteriores contaminações.
Com a elaboração desta experiência tínhamos alguns objectivos, tais como:
Ø Compreender quais os processos físicos envolvidos na desidratação das uvas;
Ø Saber como se efectua a desidratação da uva;
Ø Saber quais as temperaturas ideais para que a uva perca o máximo de água;

O grupo pretendia comparar a desidratação da uva feita no forno e através da radiação solar. Infelizmente não conseguimos fazer a experiência expondo as uvas à radiação solar, devido há falta de sol e às baixas temperaturas que se fazem sentir nesta época do ano aqui em Vila Real. Apesar disso, o grupo sabe que comparando os dois processos (desidratação da uva com radiação solar e com a utilização do forno), o mais rápido é a desidratação feita no forno, apesar de ser mais dispendioso. Isto deve-se ao facto de durante os oitos dias da experiência, as temperaturas no interior do forno e a temperatura ambiente serem bastante distintas, o que provoca uma perda menor de água na desidratação solar. Pois como se sabe, quanto maior a temperatura menos tempo se gasta para a evaporação da água.
Para adquirirmos mais informação, fizemos uma pesquisa tentando saber quais as empresas existentes em Portugal que realizam a desidratação da uva. Foi bastante complicado, pois todas as empresas são longe da localidade onde estudamos e moramos ou fora do país, impossibilitando que o grupo fizesse uma visita a estas empresas. Como só encontramos um endereço de correio electrónico, apenas enviamos um e-mail ao qual não obtivemos qualquer tipo de resposta.
Tal como nos foi proposto pelo professor, elaborámos um blogue, no qual ao longo do desenvolvimento do trabalho, fomos colocando todos os textos elaborados por nós, vídeos e fotografias resultantes da elaboração da experiência. Também colocamos um pequeno relatório alusivo ao desenvolvimento da experiência e dos resultados obtidos. Deve-se ter em consideração, que o grupo foi colocando a informação ao longo destes dois meses, onde desenvolvemos o projecto. Para o desenvolvimento deste projecto, também elaboramos um power point para dar a conhecer ao nosso público-alvo, colegas de turma, o nosso trabalho e também elaboramos um vídeo que contem todas as imagens e vídeos elaborados por nós a quando da realização das experiências. Com isto, esperamos assim que os nossos colegas fiquem esclarecidos e que aprendam como se fazem uvas passas de uma maneira muito simples.
O desenvolvimento da experiência foi bastante benéfico para o grupo, pois podemos observar todos os passos da desidratação da uva, adquirindo assim mais facilmente os conhecimentos deste processo de conservação da uva e como obtê-la a baixo custo.
Um dos vários processos físicos que conseguimos estudar através desta experiência foi o teor da água, em que o peso da uva inicial diminuiu ao longo do tempo, com as variações de temperatura que vai sofrendo. Inicialmente a uva encontrava-se num ambiente a cerca de 120ºC, havendo assim uma diminuição da temperatura ao longo do dia.
Com a variação da temperatura, as nossas uvas desidratadas perderam 200 g de água em relação ao seu peso inicial, sendo assim as nossas uvas que pesavam 300 g passaram a pesar 100 g, ficando assim a uva mais leve e com um aspecto "murcho".
Para se saber qual o teor de água presente na uva desidratada, elaboramos os seguintes cálculos:
300 x 0,85 x 300 = 45 g (massa da água)
100 g – 45g = 55 g
Teor da água = massa final da água / massa total da uva
45 / 300 = 0,15 g (15%)
Assim sendo, sabemos que o teor de água presente na uva é de 0,15g ou seja, 15% da uva é constituído por água.
Para sabermos qual a energia gasta durante a experiência, multiplicamos a potência pelo tempo, ou seja:

Energia do forno = P x t
= 2100 x 1800 P = 2,1 kw = 2100 w
= 3,78 x 10 6 w
3,78 x 106 x 8 dias = 3,02 x 107 w 1 min -------- 60s
30 min ----- x
x= 1800 s

Concluindo-se assim que durante os oito dias, tivemos um gasto de 3,02 x 107 w.

Com esta experiência podemos concluir que é possível obter uvas desidratadas a baixo custo, sendo assim um processo rentável a nível económico, com menor mão-de-obra na elaboração dos produtos, menor gasto com embalagens e redução do espaço no transporte e armazenamento.

Em relação a nossa pergunta "Quais as variações de temperatura e do teor da água durante a desidratação da uva?", pensamos que conseguimos responder através da nossa experiência, na qual observamos que ao longo dos 8 dias há uma diminuição dos teores de água com a variação de temperatura como já esperávamos, devido a teoria que nos foi leccionada ao longo das aulas e da pesquisa elaborada por nós.
É ainda de salientar que este processo de desidratação apresenta algumas vantagens económicas, pois reduz a utilização de embalagens e reduz o espaço de transporte e armazenamento. Para além disto apresenta alguns benefícios para o ser humano, pois a uva desidratada, tal como os outros frutos é bastante concentradas, daí serem uma fonte valiosa de energia.
Por fim sabe-se que as uvas desidratadas devem ser guardadas em sacos de plástico bem fechados ou num recipiente de plástico com tampa, de maneira a evitar uma posterior contaminação desta que possa vir a ser perigosa para o ser humano.

Algumas curiosidades:

As uvas secas sempre foram vistas como sendo bastante nutritivas para o homem. As suas propriedades, conhecidas desde tempos pré-históricos, e provavelmente a sua doçura e o seu sabor, justificam o seu uso em cerimónias religiosas e na decoração de templos.
No século 4 a.C., a secagem das uvas já era feita no Norte da África - muitas vezes, enterrando-se as uvas na areia do deserto.
O alimento desenvolveu-se bastante na região do Mediterrâneo, onde já havia uma tradição de cultivo de uvas e o costume de secar frutos ao sol. As passas foram incorporadas na alimentação local e, na época do Império Romano, que produzia e comercializava enormes quantidades da fruta seca.

Na Inglaterra do século 14, as passas eram consideradas como comida de luxo. No século 20, consolidadas como fonte durável de energia e nutrientes, as passam tiveram papel fundamental na alimentação dos soldados. Nas duas Grandes Guerras Mundiais, eram consideradas como "alimento ideal" para os combatentes.

No século 21, as uvas estão na lista "The Perfect Snacks" (alimentos que oferecem energia e ajudam a alcançar as necessidades nutricionais).

Como conclusão deste trabalho, pode-se afirmar que a desidratação é um processo simples e acessível a todas as pessoas que pretendam comer uvas passas no próximo Natal.
Este processo requer a utilização de diversos aspectos físicos tal como a transferência de calor para dentro do alimento, neste caso a uva, fazendo assim aumentar a sua temperatura, o que provoca a evaporação de água e uma posterior diminuição da sua massa.

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