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Xarope Contra Tosse.

Reconheça o seu tipo de tosse antes de tomar xarope por conta própria
Se, além de aparência típica, alguém precisar descrever o som do inverno, ela certamente é lembrada: a tosse. Seca, expectorante ou simplesmente pigarro: os tipos variam, mas mantêm em comum a incidência maior na época mais gelada do ano.A mucosa do nariz e da garganta é intensamente inervada. A tosse e o espirro são resultados da irritação destas terminações nervosas por algum agente inalado ou pela inflamação desta mucosa , explica a pneumologista Elnara Nagri, do Núcleo Avançado do Tórax do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Tanto a tosse como o espirro são mecanismos de defesa das vias aéreas contra a entrada de partículas externas .

Uma lesão nos brônquios, a secreção aprisionada nos seios da face ou até problemas cardíacos também podem levar à tosse seca, ou seja, sem catarro. Assim como as causas do problema, os xaropes também variam. Alguns são apenas à base de solução hipertônica de açúcar, outros têm substâncias que agem no sistema nervoso inibindo o reflexo da tossee há os que apresentam corticóides e broncodilatadores na fórmula, diminuindo a inflamação das vias aéreas, mas podem trazer muitos efeitos colaterais , afirma Elnara Nagri.

Dada a multiplicidade de aplicações, os xaropes não devem ser utilizados sem orientação médica. Longe de serem inofensivos, eles podem causar diminuição no fluxo respiratório, problemas cardíacos e sérias reações alérgicas. Numa emergência, experimente a velha receita caseira de misturar sumo de limão com algumas colheres de mel. O preparo lubrifica a garganta, aliviando as tosses causadas por irritação , garante a médica. Tomar copos e mais copos de água, por outro lado, é pouco eficaz. A água ajuda a fluidificar as secreções respiratórias e facilita a expectoração, porém pode não ser eficaz no alívio da tosse , diferencia a pneumologista.

Quando existe eliminação de catarro, é preciso redobrar a atenção. Segundo a médica, caso esse tipo de tosse dure mais de duas semanas, é preciso procurar um pneumologista e fazer uma radiografia do tórax para investigar melhor os sintomas, prevenindo ou tratando no início males como pneumonia e tuberculose. A exceção fica por conta dos fumantes e de pacientes com asma, que sofrem de tosse crônica.

Mas não se assuste caso haja um sangramento discreto após uma crise de tosse. Isso é sinal de irritação na garganta. Agora, caso o sangramento seja mais volumoso, procure um posto de saúde ou pronto-socorro. Você pode estar sofrendo com sangramento pulmonar, que é grave e exige tratamento imediato .

Problemas no coração também causam tosse. quando o sangue que vem dos pulmões não é bombeado corretamente, eles ficam inchados e os bronquíolos se fecham. Daí a tosse, que pode ser seca ou acompanhada de uma secreção rósea e espumosa , afirma Elnara. Essa tosse piora ao deitar, pode acordar o paciente durante a noite e, em geral, é associada à falta de ar e até chiado .

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Xarope caseiro para Tosse.

Xarope caseiro para Tosse
Um excelente remédio caseiro para a tosse é o xarope de agrião.

Ingredientes

1 maço de agrião
Mel
Modo de preparo

Para preparar o xarope, passe na centrífuga o maço de agrião fresco. Ao suco conseguido, adicione o mesmo volume de mel e a seguir leve ao fogo brando até engrossar e adquirir uma consistência semelhante à consistência do leite condensado.

Recomenda-se tomar 1 colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia, sendo a última antes de ir para a cama.

Este remédio caseiro é bastante eficaz contra a tosse, pois possui propriedades expectorantes que vão ajudar a eliminar as secreções presentes nas vias aéreas, solucionando a tosse em poucos dias.

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Qual o melhor xarope para a tosse?

Qual o melhor xarope para a tosse?
Na verdade, a tosse é, logo a seguir à febre, a queixa mais frequente nas consultas de pediatria.

Muitos são os pais que nesta altura do ano andam perdidos de sono devido às inúmeras noites mal dormidas em consequência dos festivais noturnos de tosse dos seus filhotes.

Na verdade, a tosse é, logo a seguir à febre, a queixa mais frequente nas consultas de pediatria. É um importante mecanismo de defesa do sistema respiratório, tendo como principal função a remoção de material estranho e secreções das vias aéreas. Na grande maioria das vezes, consiste numa resposta reflexa, isto é, ocorre automaticamente sem a pessoa pensar.

Além de poder ser bastante incomodativa e cansativa para pais e filhos, origina grande preocupação nos primeiros na medida em que estes pensam sempre que a sua presença é sinal de doença grave, nomeadamente de pneumonia.

Contudo, a maioria das situações que condicionam tosse na criança são benignas e autolimitadas. O mecanismo produz-se por estimulação de recetores que existem ao longo do aparelho respiratório. Estes recetores praticamente não existem no pulmão, pelo que a pneumonia (infeção do pulmão) habitualmente cursa com pouca ou nenhuma tosse.

Muitos fatores podem provocar tosse: infeção de qualquer ponto da árvore respiratória (como o nariz, seios perinasais, amígdalas, adenoides, faringe, laringe, traqueia, pulmão), asma, alergias, presença de corpos estranhos, aspiração de fumo ou vapores, entre outros...

Pode também ter uma causa psicológica. Neste caso, o mecanismo é voluntário, não é reflexo, e tipicamente a criança ou o adolescente só tosse quando está acordado.

Se o seu filho tem tosse deve consultar o seu médico assistente, que, em função das queixas, do tipo de tosse e dos resultados do exame físico, e eventualmente de análises e radiografias (estas duas últimas raramente são necessárias), estabelecerá um diagnóstico.

O tratamento a instituir dependerá desse diagnóstico. Se for asma, o seu controlo leva ao desaparecimento da tosse. Contudo, se a doença base não tiver tratamento específico, como por exemplo as constipações, então a tosse também não tem tratamento.

Qual é então o melhor xarope para a tosse?
A única terapêutica realmente adequada e eficaz para a tosse é o tratamento da sua etiologia. Raramente é aconselhável tomar 'um xarope para a tosse'. O melhor 'remédio' da tosse consiste na hidratação das secreções, que se consegue fundamentalmente pela ingestão abundante de água.

Existem dois grandes grupos de 'xaropes para a tosse': os antitússicos e os expetorantes.

Os antitússicos atuam inibindo o reflexo da tosse. Quando uma criança toma um xarope destes, perde a capacidade de tossir, isto é, perde um mecanismo de defesa. Como consequência, mais facilmente será infetada pois não consegue remover tão eficazmente os micro-organismos, as secreções e os restos celulares que se encontram nas vias aéreas. Estes medicamentos apenas devem ser utilizados nas situações em que não é possível tratar a causa da tosse, quando esta é irritativa (seca e sem expetoração) e perturba muito a criança (interferindo, por exemplo, significativamente com o sono). Os antitússicos devem ser usados apenas por períodos curtos (menos de uma semana) e somente após avaliação médica e por indicação deste.

Os expetorantes atuam aumentando o volume das secreções e os mucolíticos que alteram a produção e consistência do muco. São medicamentos ineficazes na maioria dos casos. As crianças, particularmente aquelas com idade inferior a 1-2 anos, não conseguem eliminar bem as secreções pelo que estas tendem a acumular e consequentemente a agravar a tosse.

Estes dois tipos de xarope também não devem ser utilizados em associação, uma vez que os expetorantes facilitam a eliminação das secreções, enquanto que os antitússicos impedem a sua expulsão.

E as pomadas/bálsamos para esfregar no peito?
Também não são aconselháveis, pois são extremamente irritantes, contribuindo para o agravamento e perpetuamente da tosse.

Em resumo, se o seu filho tem tosse consulte o seu médico assistente. Em face da causa da tosse este irá prescrever o tratamento mais adequado. Não o automedique, pois poderá estar a prejudicá-lo.

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MECANISMO DA TOSSE.

MECANISMO DA TOSSE
O pulmão é a superfície do corpo que tem maior contato com o meio externo. Para o ar que respiramos entrar em contato com o sangue levando oxigênio e trazendo gás carbônico, o pulmão possui uma superfície que no adulto corresponde a mais ou menos 100m², ou seja, aproximadamente o tamanho de uma quadra de tênis. No caminho de ida, o ar é aquecido, umidificado e sofre um turbilhonamento cuja finalidade é fazer grudar nas paredes por onde passa as partículas que estiverem flutuando. É por isso, por exemplo, que eliminamos poeira, se assoarmos o nariz depois de andar por uma estrada empoeirada. Esse é um mecanismo de defesa que ajuda na limpeza dessas estruturas. Mesmo assim resíduos podem alcançar os brônquios e ficarão retidos nas paredes de suas bifurcações.

Embora sejam revestidos por cílios que, num movimento contínuo, empurram o muco para fora com a sujeira que nele aderiu, parte dela pode alcançar a área terminal do pulmão e comprometer seu funcionamento adequado. Essas partículas precisam sair de alguma forma. Para tanto, o pulmão se enche de ar, um reflexo do sistema nervoso central fecha a epiglote, e a musculatura toda se contrai para libertar o ar aprisionado. Isso gera uma pressão tão grande que, aberto o sistema, ele sai como um tiro e expulsa o que estiver lá dentro. Em termos gerais, é assim que funciona o mecanismo da tosse.
No fim da árvore brônquica, há receptores que percebem a presença de corpos estranhos lá em cima. Esses receptores estão em conexão com o cérebro que coordena o processo de encher o pulmão, fechar a epiglote, contrair a musculatura e de repente abrir para a explosão da tosse. Portanto, a tosse é um mecanismo reflexo quase impossível de controlar. A pessoa precisa fazer muita força para não tossir.

O controle é limitado, porque é fundamental manter a via aérea aberta para o ar entrar e sair. Parar de respirar tem consequências muito sérias. Os receptores de que falei podem ser estimulados por um cisco, por exemplo, ou por uma inflamação.

Basicamente, existem dois tipos de tosse: a produtiva, ou secretiva, e a tosse seca sem muco. Essa distinção é muito importante para entender a origem da tosse, um mecanismo de defesa, um sinal de que alguma coisa não vai bem no aparelho respiratório.

Em medicina, é muito mais comum usar medicamentos para inibir a tosse do que tratar sua causa. Isso é ruim porque o problema persiste, uma vez que só está sendo tratada a consequência. Além disso, depois que o mecanismo foi ativado, o próprio fato de ficar tossindo perpetua o processo e os acessos de tosse ficam mais frequentes e intensos.

Gostaria de repetir que inibir a tosse nem sempre é a melhor conduta. Vamos imaginar que alguém tenha um tumor no pulmão. O crescimento descontrolado das células entope o brônquio e é entendido pelo organismo como uma obstrução a ser removida. Consequentemente, o indivíduo tosse e vai continuar tossindo enquanto o problema persistir. Nesse caso, faz sentido bloquear o reflexo da tosse, porque já se conhece sua causa.
pulmão é uma estrutura extremamente especializada, revestido por uma membrana muito fina que permite o contato entre o ar que está dentro dos alvéolos e o sangue que flui pelos capilares. Se for esticada e medida toda a superfície em que esse contato se estabelece, obteremos uma área equivalente à de uma quadra de têni

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