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arroz Arbório Polido.

Arroz Arbório Polido
O Arroz Arbório polido possui um grão grande, largo, brilhoso, com o centro firme e poroso.

Durante o cozimento libera o amido, que lhe confere uma cremosidade delicada e especial, além de ter uma incrível capacidade de absorver líquidos e condimentos.

Todas essas características fazem do Arroz Arborio, o ingrediente básico para o preparo do autêntico Risoto, prato típico Italiano.

No final do século XV, o arroz foi introduzido na Itália pelo sul, proveniente da África e do Oriente Médio, nas regiões da Lombadia, Veneto e do Piemonte, locais onde a cultura é mais marcante, e onde as condições naturais dessa área do país contribuíram para a difusão do alimento.

No Brasil, a pesquisa com o Arroz Arbório teve início em 1992 com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, quando se iniciou um programa específico para tipos de arrozes especiais, devido às condições climáticas adequadas da região, que produz um grão de qualidade, equivalente aos produzidos na Itália.

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Os tipos de arroz e seus benefícios para a saúde.

Os tipos de arroz e seus benefícios para a saúde
Há muitas variedades de arroz disponíveis no mercado, mas o fato é que todas elas são excelentes fontes de carboidrato, que abastece o corpo de energia. Um detalhe: o tipo branco, também conhecido como polido, é o que tem menos nutrientes devido à retirada da casca.

Conheça as variedades e os benefícios de cada tipo:

Arroz arbóreo: mais magro e cheio de amido, ele é usado para fazer risotos.

Arroz integral: rico em fibras e potássio, estudos mostram que o consumo de alimentos integrais reduz o risco de câncer e infarto.

Arroz parboilizado: lotado de vitamina B, importante para afastar as doenças cardiovasculares.

Arroz polido: mais fácil de ser digerido.

Arroz preto: tem o maior teor de fibras e proteínas vegetais.

Arroz selvagem: tem minerais como o ferro e é uma boa fonte de proteínas.

Calorias de cada tipo

Em 100 g (o equivalente a 1 xícara)

Arbóreo: 150 calorias

Integral: 346 calorias

Parboilizado: 360 calorias

Polido: 360 calorias

Preto: 150 calorias

Selvagem: 150 calorias

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Arroz não é tudo igual: descubra os tipos e como usá los.

Arroz não é tudo igual: descubra os tipos e como usá los
Esse grão é a base das refeições de praticamente metade da população mundial. Presente em tantas culturas gastronômicas, este ingrediente, pra lá de versátil, deixou de ser acompanhamento para tornar-se protagonista de muitos pratos. Mas será que arroz é tudo igual? O Terra explica que não e mostra a diferença entre 13 tipos de arrozes.

Agulhinha: este é o arroz mais consumido no Brasil. É obtido a partir da retirada da casca do grão integral. Apesar de assimilar bem o sabor dos ingredientes adicionados ao prato, o arroz não assume consistência cremosa. No dia-a-dia, é usado em função da rapidez no cozimento, textura solta e paladar agradável.

Basmati: arroz aromático de grão longo, geralmente usado em pratos indianos. É tido como um grão com qualidade superior. Considerado leve, acompanha pratos que levam condimentos como curry ou pilaf.

Jasmim: muito similar ao basmati - porém com menos goma, o arroz jasmim também é chamado de 'thai'. De origem tailandesa, é conhecido como um dos arrozes mais agradáveis e aromáticos do mundo. O seu sabor único faz com que seja um prazer para o paladar.

Carnaroli: esta espécie, rica em amido, libera durante seu cozimento uma substância que deixa os pratos com consistência bastante cremosa. Este arroz é indicado principalmente para compor risotos. As características do grão permitem absorver o sabor dos vários ingredientes adicionados ao prato.

Arbório: assim como o carnaroli, o arroz arbório possui uma boa quantidade de amido e deixa os pratos mais cremosos, sendo bastante usado em risotos, principalmente na culinária italiana.

Vialone nano: este tipo de arroz também faz parte dos arrozes de origem italiana. O grão polido fica cremoso após o cozimento, mas, ainda assim, mantém a forma arredondada. Assim como o carnarolli e o arbório, este arroz é indicado para o preparo de risotos.

Preto: o paladar do brasileiro, adepto ao consumo de arroz branco ainda não está muito acostumado com arrozes de outras cores. O preto tem grão escuro, curto e arredondado, textura firme, sabor exótico e aroma diferenciado. Geralmente, está presente em receitas elaboradas, como risotos, peixes de sabor acentuado, frutos do mar e carnes de caça. O arroz preto possui proteínas e fibras. É rico em compostos antioxidantes, vitaminas E do complexo B.

Selvagem: este, apesar do nome, não é bem um arroz, mas sim uma gramínea aquática típica dos Estados Unidos e Canadá. Os grãos são escuros e se destacam pelo comprimento. Utilizado em pratos sofisticados, atrai pela sua aparência, sabor e aroma marcante, que lembram o das ervas.

Cateto: este tipo de arroz também é conhecido como 'japonês'. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, tem grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido.

Vermelho: o arroz vermelho foi cultivado inicialmente na China e trazido ao Brasil pelos portugueses. Por ser parcialmente polido, ele retém maior número de nutrientes, a sua composição se destaca pelo alto teor de ferro e zinco. Tem sabor levemente defumado e é indicado para fazer bolinhos, saladas e para acompanhar carnes brancas, como peixe e frango.

Trinca: de grão redondo, este arroz é ideal para pudins e doces. Os grãos têm bastante amido e, por isso, aglomeram-se durante o cozimento.

Bomba: o grão é curto e redondo e absorve parte da água durante o cozimento. Este arroz é um dos mais usados na paella, prato típico da Espanha.

Parboilizado: este tipo de arroz possui elevado valor nutricional já que sofre um processo de cozimento dentro da casca, preservando os nutrientes e as fibras.

Integral: com a retirada apenas da casca, o arroz integral preserva a película e o gérmen, onde se concentram as fibras, vitaminas e minerais. As fibras ajudam no bom funcionamento do intestino e no controle do colesterol, além de aumentarem a sensação de saciedade.

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Arroz Arbório Polido Ruzene.

Arroz Arbório Polido Ruzene
O Arroz Arbório polido possui um grão grande, largo, brilhoso, com o centro firme e poroso.

Durante o cozimento libera o amido, que lhe confere uma cremosidade delicada e especial, além de ter uma incrível capacidade de absorver líquidos e condimentos.

Todas essas características fazem do Arroz Arborio, o ingrediente básico para o preparo do autêntico Risoto, prato típico Italiano.

No final do século XV, o arroz foi introduzido na Itália pelo sul, proveniente da África e do Oriente Médio, nas regiões da Lombadia, Veneto e do Piemonte, locais onde a cultura é mais marcante, e onde as condições naturais dessa área do país contribuíram para a difusão do alimento.

No Brasil, a pesquisa com o Arroz Arbório teve início em 1992 com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, quando se iniciou um programa específico para tipos de arrozes especiais, devido às condições climáticas adequadas da região, que produz um grão de qualidade, equivalente aos produzidos na Itália.


O Arroz Arbório polido possui um grão grande, largo, brilhoso, com o centro firme e poroso.

Durante o cozimento libera o amido, que lhe confere uma cremosidade delicada e especial, além de ter uma incrível capacidade de absorver líquidos e condimentos.

Todas essas características fazem do Arroz Arborio, o ingrediente básico para o preparo do autêntico Risoto, prato típico Italiano.

No final do século XV, o arroz foi introduzido na Itália pelo sul, proveniente da África e do Oriente Médio, nas regiões da Lombadia, Veneto e do Piemonte, locais onde a cultura é mais marcante, e onde as condições naturais dessa área do país contribuíram para a difusão do alimento.

No Brasil, a pesquisa com o Arroz Arbório teve início em 1992 com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, quando se iniciou um programa específico para tipos de arrozes especiais, devido às condições climáticas adequadas da região, que produz um grão de qualidade, equivalente aos produzidos na Itália.

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